Poemas de quem Deu um Fora
Um bom líder percebe a importância de
sair do meio, fazendo com que as coisas
fluam com mais rapidez através de critérios
pré-estabelecidos.
A solidão e a escravidão do coração,
que as pessoas tem a temer a ilusão
de um amor volte a fazer você sofre.
Existe um ditado que diz a seguinte frase: A gente vale o que tem. Meditando nessas palavras, percebo a veracidade e autenticidade proferida nelas. Muitos valorizam as pessoas pelos status que possuem. Até virtualmente é assim, as pessoas não buscam qualidade, mas superficialidade e beneficiamento naquilo que imagina um dia lhe agradar. Esquecem de dar valor nas coisas simples, atenção para quem realmente retribue e depois sofrem por não suportarem a solidão que ele proprio criou.
Você será dono daquilo que DEUS lhe confiou, não tente se apropriar mais do que lhe é o suficiente, pois se fosse para ter...DEUS já teria lhe dado....Não pense porque se apropriou de algo não merecido que já é um vencedor. Não esqueça que o que vem do céu é alicerçado e solidificado, mas o que vem do impróprio, uma hora é desfeito e lhe é tirado.
H.A.A
Boa Tarde!!!!!
SONHOS DESFEITOS
Lembranças soltas no tempo
De um passado distante
São ideias áleas, saudosas
Voando para o presente.
Um pedaço de papel
Com um perfume no canto
Um lenço velho, amarelado
Que um dia secou nosso pranto.
Um raminho seco, amassado
No interior de um livro, esquecido
É recordação, outrora verde
De quem não devia ter partido.
Lembranças de um sorriso
Do beijo, ao entardecer
Afogados, todos vivem hoje
No negro lago do sofrer.
São sonhos desfeitos
A morte triste de um ideal
Feridas que sangram o adeus
De um mundo d’antes real.
Como posso sentir falta de um sentimento que eu nao conheço,
não vivi ainda
um alguem que não conheço, fome de um abraço que nem se quer foi inventado ??? ou estou ficando louco ECOS DE SOLIDÂO
Da planície das coisas por escrever...
Da planície das coisas por escrever nasceu um lírio
sem trono
sem tecto
sem espelhado afeto.
Nasceu parido do ventre dos lamentos e gemidos,
dos ruídos derrotados e vencidos das cigarras.
Nasceu cuspido na cara desmaiada das palavras
cruas. Maltratadas.
Da serra elevada aqui ao lado
rebolam-se nervos cardados de memórias
num rosto moreno, a navegar-se em moradas de charcos.
Barcos áureos sem rumo, sem velas, velejam-se
ao som da voz cantada.
Da voz que, cansada de si, pranta,
em longínqua estrada.
Perco-me entre o plano e o composto.
Rebusco a chama distante do teu corpo,
a lava adormecida na noite do enigma.
Busco um momento
na seiva cálida do teu gosto
na saliva lenta da renuncia a escorrer-se aberta
na esteira pálida da palavra.
Num adeus distante de gestos gastos e repetidos,
no tédio déspota dos sentidos.
Na planície acerada dos trigais,
não te encontro nem sequer me encontro mais.
Mergulho no charco pardacento, o verbo,
a palavra, o sentimento.
Na boca bafiosa sinto gelo, moribunda rosa.
No estômago o soco, o invólucro transparente do nada.
Sopra da serra um mundo agreste,
que me veste do fim e me despe do começo de mim.
Da planície das coisas por escrever,
das coisas por viver, nasceu um lírio nado-morto
a pontear de roxo um espaço devoluto de oco.
Ao longe, na boca do mar, nasce agora o Sol-posto.
Sou a distância de mim...
Sou a distância de mim a um tempo inteiro.
A distância distanciada da mulher edificada
à menina singela que habitava a minha infância.
Sugo o vento em compasso, neste travo que sorvo,
sugando líquido, o ar corrosivo do espaço.
Sou o verde rejuvenescido no segredo
e o negro opinado do teu indómito medo.
Serei a erva pegajosa onde a ofídia acasala,
onde a cigarra se expande no canto anfíbio de rala.
O zumbido intrigante do mosquito e do besouro.
Sou talvez a obscuridade da própria sombra,
vestida de galhos, de desgostos, no viço intrínseco
projectado na íris dos teus olhos.
Planta carnívora abocanhada em púrpura exótica.
Sou miragem.
Ilusão de óptica.
Serei por ti seara dizimada na fome ávida da praga.
E por ti e para ti, tesouro a refulgir
nos círios do meu olhar, verde-esmeralda,
em sangues escaldantes de rubis,
nos néctares densos dos outeiros e cabeços.
Sou esta e sou a outra, a que absorta,
se pesquisa no trilho de uma vida revolta,
na senda do caminho da nossa raiz comum.
Sim, sou a distância de mim a um tempo inteiro,
habitante deste tempo e de tempo nenhum...
O bem contra o mal
Não deixe que um pequeno problema te cause um grande mal. Há um antigo ditado que diz: se a cabeça não pensa, o corpo padece.
Lembre-se que o mal nunca pode vencer o bem, então, se tem algum mal te afligindo, tente realizar algumas coisas boas e o bem prevalecerá em tua vida.
Afeição
É começo de amor
É novo dia chegando,
É mais um no corredor
Se apaixonando,
Eu vejo ventar
E venho jantar,
A noite padece
E carece de amar
Eu abro a janela
E assisto a novela,
Pois a vida lá fora
Ela é sempre mais bela.
Nasceu-te um filho. Não conhecerás,
jamais, a extrema solidão da vida.
Se a não chegaste a conhecer, se a vida
ta não mostrou - já não conhecerás
a dor terrível de a saber escondida
até no puro amor. E esquecerás,
se alguma vez adivinhaste a paz
traiçoeira de estar só, a pressentida,
leve e distante imagem que ilumina
uma paisagem mais distante ainda.
Já nenhum astro te será fatal.
E quando a Sorte julgue que domina,
ou mesmo a Morte, se a alegria finda
- ri-te de ambas, que um filho é imortal.
Falareis de nós como de um sonho.
Crepúsculo dourado. Frases calmas.
Gestos vagarosos. Música suave.
Pensamento arguto. Subtis sorrisos.
Paisagens deslizando na distância.
Éramos livres. Falávamos, sabíamos,
e amávamos serena e docemente.
Uma angústia delida, melancólica,
sobre ela sonhareis.
E as tempestades, as desordens, gritos,
violência, escárnio, confusão odienta,
primaveras morrendo ignoradas
nas encostas vizinhas, as prisões,
as mortes, o amor vendido,
as lágrimas e as lutas,
o desespero da vida que nos roubam
- apenas uma angústia melancólica,
sobre a qual sonhareis a idade de oiro.
E, em segredo, saudosos, enlevados,
falareis de nós - de nós! - como de um sonho.
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Procura-se alguém disposto a amar!
Pode vir com o coração cansado
Ou um pouco ferido,
Só não pode estar preso ao passado.
Pode ser até descrente,
Do amor e da felicidade
Mas que seja disposto e aberto
As novidades.
Uma vez um anjo me disse que minha felicidade seria plena, plena no amor,
imagine que o amor seja uma rosa.
As rosa nascem de brotinhos e vão crescendo ao passar do tempo,Até que um dia essa rosa se abre e fica perfeita , maravilhosa! Mas ao decorrer do tempo,ela vai murchando....Até que.... POOOF? Acabou, a rosa se foi....
Agora pense, e se alguém tivesse cuidado dessa rosa? Seria diferente?
Foi isso que o anjo me disse... O amor é como aquela rosa, vai crescendo...crescendo....até que floresce Fica perfeito! Mas um dia a chuva vem, o outono chega, e as folhas da rosa se vão....
Então cuide do amor como se fosse uma rosa,Quem sabe quando ele estiver fraco, com muito cuidado você possa revivelo!
IMAGINE, QUE ATRAVÉS DE UMA ROSA, O ANJO CONSEGUIU ME MOSTRAR ONDE EU ENCONTRARIA A FELICIDADE PLENA NO AMOR!
AGORA PENSE O QUE VOCÊ PODE CONSEGUIR COM JESUS!
Eu só estou com um pouco de saudade
Mas passa agente pode sentir saudades
Dos tempos bons mas não se deve fugir
Ao presente e o meu presente
É lutas que tenho que vencer
É o meu encontro comigo mesmo
Que não posso mas fugir
As vezes a ausência apaga as pequenas paixões
Mas fortalece as grandes
Sinto pena porque não me me despedi
Direito de alguém,
Das coisas que deixei passar,
De quem não tive mas quis muito ter
Essa saudade é tão profunda
Que a presença é pouco
Quer-se absorver a outra,
Toda. essa vontade de um ver o outro
É um dos sentimentos urgentes
Que se tem, que se guarda
E não se contem,
Mas nessa vida estamos prontos
Perder e se ganhar
É sentir saudades de algo que nunca vivemos,
De um passado que ainda não passou,
De algo que juntos desejamos ter,
Mas por algum motivo
Não podemos ainda viver
É o amor que nasce e renasce
Sem se saber nem onde
E nem quando tudo começou
E é assim que te amo
E é assim que sempre vou te amar
Um dia tão distantes
E estavas tão perto,
Mas eu não poderia sequer te imaginar
Tu falas por enigmas
Não posso adivinhar
O que passa contigo,
Escreva uma carta
E num laço de fita envie para mim
Estarei esperando e sei que vás mandar
Porque estou na peleja pra te enamorar
Se um dia tu quiseres que venha para ti
É só me escrever dizendo para mim
Venha comigo viver,
Não vou pensar duas vezes
Vou correndo para ti
Te dar um primeiro beijo
Não sei se vou resistir
Porque o amor é grande
O desejo é forte
E meu coração é fraco
Mas se for para morrer
Que seja nos teus braços
Eu morrerei sorrindo
Feliz por ter voce
Pegando a minha mão
E com muito carinho
Te dou as aliança
Que selão nosso amor
Por seculos sem fim
O que leva um coração a mentir.
Se ele é um conchavo do amor.
Faz parte do andar da paixão.
Caminham em linhas paralelas.
E no futuro a possível união.
No encontro com o alvorecer,
vestido de lua e sol,
um poema brotou da terra
em forma de rosa amarela...
Nunca houve
Um amor
Tão bonito
U amor no silencio
Onde o tempo jaz esquecido
E só eles sabiam
Que existia
Era magico
Anoite ele colocava
As mas lindas musicas
E em silencio ela houvia
Pequenos textos de inspiração que os unia
Ela sabia cada detalhe
Cada letra era ela e era ele
Um mundo misturado
Entre letras e teclados
Entre a paz e o perdão
Entre a lenda e a oração
Entre o sonho e a ilusão
Entre a aguá e o vinho
Tudo se fez novo
O amor virou lenda
A oração o perdão
Vencidos pelo amor
Perdido na ilusão
Do tempo?
Ele ainda esta lá
E escreve o mundo dela
E ela só pensa nele,
Todo dia ela vai olhar pra ele
E é ai que se cruzam
Quando ela vai ele vem
Ele também vem ver ela
E não se veem
Mas um sente
O pensamento do outro
Entre paginas e mundos diferente
Ele já cansado
Ela já cansada
Mas o amor é tão grande
Que eles buscam se encontrar
A lua e o sol
E todos os filhos
Entre nascente e poente
Viraram estrelas cadentes
E no tempo do frio elas parem
Novas estrelas que se multiplica no céu
E a cada nascimento
Elas seguem os pontos cardeais
Cruzando o céu
E sempre em harmonia
Com o sol e a lua
Amores inseparáveis
A obscuridade primorosa do infinito me faz contemplar milhares de luzeiros reluzentes. Um enorme satélite observo desentenebrecer diante a escuridão que insiste expandir-se na imensidão do universo.
Surge então o crepúsculo, que me faz lembrar dos amigos que tive a oportunidade de conhecer!
Boa noite!!!!
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