Poemas de quem Deu um Fora
Ao nascer descobrimos que a vida fora do útero e toda iluminada,
ao finda-la aceitamos mesmo que sem querer
o quão negra e a morte
No mundo fora os homens negam a morte e se matam a busca de dinheiro e outras formas de riqueza e luxúria,
No meu mundo os homens aceitam a morte e buscam morrer com dignidade e respeito e as formas de riqueza e luxúria são a paciencia e o amor.
Dizem que este mundo não existe mas eu existo.
Podemos dizer que a mentira é como uma casca, que uma vez descoberta, deve apenas ser jogada fora. Não tem perdão, o mentiroso se equivale ao ladrão, porque rouba seu direito de saber a verdade dos fatos .....
E quando a verdade começa a aparecer cada dia um pouquinho, muitas sensações vêem à tona : A raiva, o ódio, a pena de nós mesmos, a decepção.
Saber pelos outros, saber por você mesmo, não existe alternativa menos ruim...
A vontade é realmente se enfiar em um buraco e sair quando tudo passar, as pessoas começam a falar contigo em tom de proteção, de cuidado, porque sabem que você é a idiota da história....
Os amigos sentem um misto de pena e cuidado com as palavras, porém todos participam do grande circo, onde existe apenas um personagem : O palhaço, você mesmo !
Meu Deus !!! Porque permitiu que eu me abandonasse, e me deixasse cegar a este ponto ??
Eu preciso da noção
De que os pássaros lá fora
Não cantam nenhuma canção
Pra mim
A vida não é tão bela
Assim
Nem ela
Nem todos os bares
E rostos
Que riram
De mim
Tudo me é comum
Assim quero
No inteiro
Assim espero
Preciso de volta
A visão sobre tudo
Dos olhares
Da chuva
Do barulho.
Caia em si
Simples homem
As flores são belas
Mas não tão fortes
Quantos teus nortes
Simples homem
Quero-me
Não quero-te
Queira assim
Mundo sem fim
Coração
Que de mim sai
Pelas ruas se esvai
Mas volta aqui
Ta foda desse jeito
Não me tenho
Nem um eito
Não te tenho
Nem um eito
Ri de mim
Peito
Calma
Simples homem
A vida dá voltas
Nessas voltas
Eu não quero voltar
Nessas idas
Não quero as feridas
Quero curar
Quero vida
A minha
Que foi perdida
Na linha
De uma
Simples mulher.
Quando a inspiração cessa
Eu não cesso
Mas tudo mais
Dentro e fora
De mim
Cessa
Tente imaginar a solidão...
Você transpira
Mas nada inspira
Bom dia
Cultivando corretamente
Já viu alguma coisa crescer de fora para dentro? Difícil não é? Lembre-se tudo para crescer perfeita e corretamente tem que vir de dentro para fora não existe outra saída, algum defeito aparecerá durante sua caminhada e estagnará seu crescimento é o mesmo que todos que procuram um melhor modo de vida estar seguindo uma direção e você estiver indo ao sentido contrário, vai ter que voltar todo o caminho que já fez de volta erradamente. Portanto mesmo que o processo seja lento e doloroso, melhor é colher uma grande quantidade de frutos sadios lentamente de um pé bem cultivado, há colher vários frutos podres de uma grande plantação.
Liberdade
Abra o portão saia da sua casa agora
Grite liberdade do lado de fora
Mobilize a multidão
Organize um mutirão
Espalhe cartazes pela cidade
Saia com spray na mão
Escreva nos muros sem autorização
És livre! Isso é liberdade de expressão
Sem algema, grade ou prisão
Sem opressor, sem opressão
É você quem assina sua própria carta de alforria
Mal contém tanta euforia
É o povo no controle com a chave na mão
Autonomia!
Diria que só preciso do que quero precisar
E por um segundo posso imaginar um lugar
Uma conquista maior, por um mundo melhor
É como dar linha na pipa, deixar ela voar
Descobrir que pra ser livre é preciso libertar
Livre como um poema
Leve como uma pena
Leve consigo apenas o necessário pra missão
Assim começa a revolução
Penso e dispenso o indispensável
Pois sempre penso no impensável
E acredito no inconcebível
Escrevo poesia com tinta indelével
Utilizo as ferramentas disponíveis
Voo livre, passeio por diferentes níveis
Absorvendo conhecimento as grades tornam-se solúveis
E as descobertas incontáveis
O mundo fica pequeno
E os passos largos em qualquer terreno
Conhecer sua história e prosseguir fazendo história
Dou asas a imaginação
Libertário por culpa da situação
Nada me segura com essa gama de cores na mão
Livre como um poema
Leve como uma pena
Leve consigo apenas o necessário pra missão
Assim começa a revolução
Peremptório Adeus
Tu foste para mim como a fé fora para os desencorajados
Como chá de maracujá para nervos enfadados
Como a verdade em meio a situações pérfidas, enfim
Tu foste o tudo para mim e foste para longe de mim
Ir para longe possibilita um conceito ambíguo em momentos
Pode positivar-se por dois aspectos: físico ou espiritual
Tu em sua sublime ardileza optaste por todos
Deixando-me submergida em um oceano de dúvidas desigual
Meu desditoso coração ermo apenas anseia o repouso
Repouso de ser enganado pelo seu cerne obtuso
Tu criaste um zigurate de endrôminas traiçoeiras
E agora, afastar-me será o desenlace de todos os males
Dizem que no início o caminho é mais dificultoso
Mas com isso não me preocupo
Decidida estou a culminar a nirvana
Minha alma agora tornara-se mundana
Onde um dia o amor enalteceu com profundidade
Hoje atribui-se por um grande espaço inóspito
Onde proibido está quaisquer convescotes de paixões
Só permanecerá amor indelével, enquanto o volátil jamais será ínclito
Amor, não sinta-se obstinado por meu sentimento
A decisão tornara-se peremptória, pode sair
O criado subterfúgio convencional não possui mais relevância
De tanto que te amo, ou já amei, estou deixando-te livre para ir
Vida em Morte
O galho corta o tronco forte.
Passos de vida que se encaixam fora da vida.
Esperança num porvir que não se faz cumprir.
Cuspindo respingo de ar em sacos...
E lá se vai um pouco de ti.
Os gestos lentos titubeiam
E param no nada.
Quebra-se a fé, entra-se a dor.
E se vai de pouco, aos poucos,
Sem mais direito por aqui ficar. Ali.
Ou quem sabe aonde irá?
Tua alma em prantos,
Escuta o vazio cruel,
Do teu pedido clemente,
Do teu desejo veemente,
De mais uma chance,
De Deus, puder a ti, perdoar.
E o tempo segue sem respostas.
Cessa o corpo, adormece-se em vida.
Grita num silêncio de uma voz retida,
Que atalha a brisa,
Descolorindo o pôr do sol.
E lá se vai numa lenta despedida,
Ainda dentro da vida em morte,
De lágrimas sinceras caídas,
Sem voltas, em olhar adiante,
De um céu aberto,
Da terra flutuante,
De amores que se deixa,
Da paz que se espreita,
Do tempo que se partiu em ti.
Está chovendo lá fora...
Apenas uma garoa fininha...
Mas estamos protegidos,
aqui dentro de nosso ninho.
Você vem chegando de mansinho
Com seus toques suaves
por todo meu corpo
Me pega pela cintura
e dá um beijo ardente.
Minhas pernas já tremem
Com vontade de ter você.
Eu lhe beijo com paixão
O desejo aquece o ambiente
Você despe minhas vestes
Me agarro em seus braços
Num louco e apertado abraço.
Nossos corpos já sem roupa
Se entregam um ao outro
Num encaixe perfeito
ouço melodias no ar
As gotas de chuva
cantam para nós.
Nosso desejo é pleno
Tudo em nós transpira amor.
Nossa felicidade é visível
Todos percebem em nosso olhar.
Que somos um só
e que nascemos
para nos amar.
E não suportando
ficar lá "dentro",
eles foram lá fora.
Observaram as estrelas
e com elas, juntos,
abriram o coração...
mel - ((*_*))
Sou horrível por dentro e por fora
Inimigo da minha própria memória
Vivendo o que eu não sei o que é
Sendo o que for que vier
Chuva em dia de sol eu sou
Posso ser a poeira das estrelas
Uma ponte sobre o abismo
Posso ser também
Posso ser o "quem sou eu?"
Quem sou eu?
Caos de mim eu sou
Dias sem belos dias eu sou
Tentando transformar o tédio em vinho
Visando-me fico
Flutuo como o nada sobre o nada
Sendo o que sou, sou o "me pertenço"
Também sou aquele tal de "desconhecido"
Estrela brilhando na madrugada
Posso ser ou não ser
Porque de ser em ser eu vou sendo
Sendo aquilo que não sei
Sou em meu ser
Sem querer ser outro ser
Porque à mim me tenho
E serei isso até o fim...
Que fim?
Fim de ser o único pilar de mim
Sendo o que sou, vou ser sempre...
E exageradamente o que não sei quem sou...
Me afogando na alma do meu inferno vazio
Nasçendo serei nada
Vivendo serei o ser de mim
Morrendo eternamente
Vou me transformar
Em fim
Horário de verão
Roubada hora
E o tempo não para
Adentra o dia, à noite a fora
Nesta roda vida, que mascara
A madrugada mais cedo
O entardecer que não chora
Embora,
O Relógio já não marque as horas!
"Peixe fora dágua"!
O problema é que peixe não vive fora dágua, e já pensou você ser este peixe. Está em um lugar contrário a sua forma de vida é ser um peixe fora dágua.
É preciso está aonde tem vida, é preciso está aonde Deus nos colocou, ao contrário vamos está como " peixe fora dágua".
09 de Janeiro
Te conheci em uma fase
De recomeço em minha vida
Eu tava tão perdida
Fora de pose, longe da linha
E de repente surgiu.
O inesperado mais gostoso de viver
E a princesa dos meus sonhos
Boto fé que é você.
E foi tão louco o jeito
Que a gente se conheceu
Invés de shopping e cinema
Passei as melhores horas
Teclando com você.
Não me dava conta
Que o tempo iria passar
Hoje faz um ano e cinco meses
Que te digo "eu te amo" sem parar
E parando pra pensar
Quem era eu de falar em amar?
Hoje é tão difícil delas acreditar
Me vê com uma aliança pra lá e pra cá.
Mas não dou mole,sigo em frente
Rezando pela gente,acreditando
Em dias diferentes quem sabe melhores?.
Apesar de tudo a gente
Sempre se resolve.
E sei,que parece uma loucura
Um dia ta maior fofura
No outro ta pra termina
Eu sei bem,as vezes meu jeito
De ser não te deixa acreditar
Mas eu te amo tá?
Mas eu te amo tá?
Mas eu te amo ta?
Olhe não vivo sem você,
Você só tem que entender
(Más eu te amo tá?)
Confesso que eu
Fugia desse tal amor
Mas ai você chegou
Fazendo tudo que era importante
Deixando de ser.
Um dia eu nem sonhava em te amar
Hoje eu não vivo sem você
Lágrima de poeta
O poeta chora...
Seu espírito olha de dentro para fora
Rimando as tramas ilusórias da poesia
Em versos de dor ou de alegria
Expelidas das lavas da inspiração
Do profundo sentimento
Da sua solitária emoção
E povoado argumento
De sonhos, de imaginação
O poeta chora...
Diz querer mas não vai embora
Insiste nos soluços da memória
No amarelado da saudade
E o colorido da felicidade
Pintando as páginas da vida
Em pinceladas de chegada e partida
Com palavras livres de alma aberta
Caídas da verdade fingida da lágrima de poeta
DA PORTA PRA FORA
Antes de viver a dois
Tenho que ter a certeza do seu amor por mim
Pois me sinto envaidecido
Com seu amor no meu coração
Trago comigo as marcas do seu amor
Feito tatuagem em meu coração
Que tenta te odiar
Mas só sabe te amar
Nada me aquece mais que a chama do amor
Que vem do fundo do teu coração
E incendeia minha alma de felicidade
Da porta pra fora.
...e então ela acorda e agradece
porque lá fora a natureza já está em prece...
sempre tão divinamente perfeita...
Ao contemplá-la se deleita
e respira fundo satisfeita...
Bom dia amigos! Feliz sábado!!!
mel - ((*_*))
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