Poemas de Mudança
Se nada é feito mediante ao problema, ele se multiplicará junto com as pessoas, até que não restará espaço no mundo para o suspiro da mudança.
Me esforço como poucas pessoas que conheço, mas não posso ignorar que tive muitas oportunidades que outros não tiveram, também por ser branca. Nunca caí nesse mito de “quem quer consegue”. Tenho consciência da desigualdade, sei que tenho sorte, sou privilegiada. E, quando falo da minha realidade e da vontade de mudá-la, as pessoas acreditam em mim e na minha proposta.
"De acordo com sua energia e suas escolhas, você pode estabelecer tendências, mas basta uma escolha diferente, para que tudo mude de direção! Mantenha sua energia positiva e faça suas escolhas com base nos seus objetivos e isso vai minimizar os seus erros ou desvios de sua meta!"
Para que a resiliência se apresente é necessário a dificuldade. Já a mutabilidade se apresenta antes que ela chegue.
Muitas pessoas pensam que a consciência de si mesmas é algo estanque, mas não é. Pode ser alterada muito rapidamente, e isso é muito intrigante.
A dor faz parte da vida. Às vezes, é uma grande parte, e às vezes não, mas de qualquer forma, é parte do grande quebra-cabeça, da música profunda, do ótimo jogo. A dor faz duas coisas: ensina, mostra que você está vivo. Então ela passa e deixa você mudar. Deixa você mais sábio, às vezes. Às vezes, deixa você mais forte.
Acreditávamos que podíamos fazer a diferença. Que, quando crescêssemos, iríamos ter mais importância. Iríamos mudar as coisas. Ter vidas importantes e relevantes. Era o nosso propósito. Fazer a diferença.
Desculpa é o reforço da culpa, pois mais importante que demonstrações sociais, é fundamental o comprometimento genuíno com a mudança. Isso requer esforço contínuo, autodisciplina e responsabilidade.
Acredite sempre nas mudanças que você pode fazer na sua vida, porque, neste território você é o chefe.
Quem está preocupado é porque tem culpa no cartório ou no cartão. Mas pior são os débitos espirituais, que nem a reza parcela. Diante disso, vale mais a atitude sincera de mudança do que recorrer a orações vazias de coração.
Se não conseguir aplicar a regra de ouro, "Trata os demais como gostarias de ser tratado", então tente a regra de prata: "Não faça aos outros o que não gostaria que fizessem a você". E se por fim, nem mesmo essa conseguir aplicar, talvez seja hora de mudar de planeta. Afinal, um pouco de mudança pode ser a chave para melhorar sua convivência. Apenas sendo honesto!
Tem um poema de Kaváfis… O título é "A Cidade". Fala de viajar, de mudar de lugar. Como se a mudança ajudasse a resolver os problemas. Mas não adianta, porque os problemas estão dentro de nós e eles nos acompanham.
Nossos pais nos constroem. Essa é a verdade. A gente pode gostar de onde veio, ou ter ressentimento por nossas origens. Mas não podemos mudá-las. Podemos aceitar ou dar as costas para elas.
Estava morando sozinha em um estúdio em Mineápolis, separada do meu marido e trabalhando como garçonete, tão deprimida e confusa quanto jamais estive na vida. Todo dia me sentia como se estivesse no fundo do poço olhando para cima. Mas foi a partir daquele poço que comecei a me tornar uma aventureira solitária. E por que não? Já fui tantas coisas.
Anos antes de arremessar a bota no penhasco daquela montanha, eu mesma estive à beira do abismo. Havia caminhado, perambulado e viajado de trem, de Minnesota a Nova York, ao Oregon e por todo o Oeste, até, enfim, acabar descalça, no verão de 1995, tão solta no mundo quanto presa a ele.
Vejam o que está acontecendo com a saúde do nosso povo e de todo o planeta. Um aumento alarmante das doenças crônico-degenerativas assolando a todos os nossos familiares, amigos, pacientes, e isso inclui a classe médica. Eu me pergunto: o que estamos fazendo para mudar esse cenário?
