Poemas de Mudança
Muitas pessoas pensam que a consciência de si mesmas é algo estanque, mas não é. Pode ser alterada muito rapidamente, e isso é muito intrigante.
A dor faz parte da vida. Às vezes, é uma grande parte, e às vezes não, mas de qualquer forma, é parte do grande quebra-cabeça, da música profunda, do ótimo jogo. A dor faz duas coisas: ensina, mostra que você está vivo. Então ela passa e deixa você mudar. Deixa você mais sábio, às vezes. Às vezes, deixa você mais forte.
Acreditávamos que podíamos fazer a diferença. Que, quando crescêssemos, iríamos ter mais importância. Iríamos mudar as coisas. Ter vidas importantes e relevantes. Era o nosso propósito. Fazer a diferença.
Desculpa é o reforço da culpa, pois mais importante que demonstrações sociais, é fundamental o comprometimento genuíno com a mudança. Isso requer esforço contínuo, autodisciplina e responsabilidade.
Quem está preocupado é porque tem culpa no cartório ou no cartão. Mas pior são os débitos espirituais, que nem a reza parcela. Diante disso, vale mais a atitude sincera de mudança do que recorrer a orações vazias de coração.
Se não conseguir aplicar a regra de ouro, "Trata os demais como gostarias de ser tratado", então tente a regra de prata: "Não faça aos outros o que não gostaria que fizessem a você". E se por fim, nem mesmo essa conseguir aplicar, talvez seja hora de mudar de planeta. Afinal, um pouco de mudança pode ser a chave para melhorar sua convivência. Apenas sendo honesto!
Tem um poema de Kaváfis… O título é "A Cidade". Fala de viajar, de mudar de lugar. Como se a mudança ajudasse a resolver os problemas. Mas não adianta, porque os problemas estão dentro de nós e eles nos acompanham.
Nossos pais nos constroem. Essa é a verdade. A gente pode gostar de onde veio, ou ter ressentimento por nossas origens. Mas não podemos mudá-las. Podemos aceitar ou dar as costas para elas.
Estava morando sozinha em um estúdio em Mineápolis, separada do meu marido e trabalhando como garçonete, tão deprimida e confusa quanto jamais estive na vida. Todo dia me sentia como se estivesse no fundo do poço olhando para cima. Mas foi a partir daquele poço que comecei a me tornar uma aventureira solitária. E por que não? Já fui tantas coisas.
Anos antes de arremessar a bota no penhasco daquela montanha, eu mesma estive à beira do abismo. Havia caminhado, perambulado e viajado de trem, de Minnesota a Nova York, ao Oregon e por todo o Oeste, até, enfim, acabar descalça, no verão de 1995, tão solta no mundo quanto presa a ele.
Vejam o que está acontecendo com a saúde do nosso povo e de todo o planeta. Um aumento alarmante das doenças crônico-degenerativas assolando a todos os nossos familiares, amigos, pacientes, e isso inclui a classe médica. Eu me pergunto: o que estamos fazendo para mudar esse cenário?
O arrependimento é a desistência de algo feito ou pensado e uma passagem para o poder pelo arrependimento.
O tempo passou e eu mudei. Não sou mais aquela que ouve tudo sem falar nada, que concorda com tudo para não ser chata. A vida me ensinou que eu devo me impor, sim, quando for necessário. Cansei de ser menosprezada.
O tempo passou e eu mudei. Conheci pessoas novas, visitei lugares novos, experimentei comidas novas. Até me permiti experimentar novos amores também, por que não?
Você reclamou que eu mudei. Bem, o tempo passou. Se eu mudei, tive meus motivos. Se o meu novo jeito não te agrada, isso só confirma que tomei a melhor atitude.
O tempo passou e eu mudei. Ainda bem. Já pensou como seria passar pela vida sendo sempre a mesma pessoa, com os mesmos pensamentos, os mesmos hábitos e as mesmas ações?
