Poemas de Morte

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Se os fantasmas das pessoas podem assombrar uma casa, por quê os fantasmas das criaturas rotineiramente não retornam a onde moravam?

Acredito que a aparição dos fantasmas revelam mais de nós mesmos do que deles em sí, isso em todos os sentidos.

Inserida por Ancassuerd

Odor de velas
Em ambiente perfumado
Ao sabor das mazelas
Jazia um defunto velado

Abandonado à própria sorte
Condenado ao esquecimento
Esquecera-se de sua morte
E do seu tamanho sofrimento

Que lhe fora curta a vida
Não pode mais trabalhar
Desse mundo fez sua despedida
Não mais irá voltar

Assim caminha nobre humanidade
Na sua cruel zombaria
Vivendo na insanidade
Jogando suas memórias na estrebaria!

Inserida por SamuelRanner

MORTE É MORTE (BARTOLOMEU ASSIS SOUZA)

Não importa o tipo da morte.
Morte é morte.
A morte não é a perda maior.
O que realmente perdemos na morte
é o que morre lá dentro de cada um,
enquanto vivemos.

Inserida por bmdfbas

Não importa o tempo, a distância, nem o espaço de uma dimensão a outra. O que Importa é que o amor existe e nada o impede de ser expressado quando se ama de verdade.
Almas que se encontram jamais se esquecem ou se separam.
Estas se buscam entre a saudade e a esperança.
Cada uma cumprindo seu papel nesta vida ilusória.
Aprender e re-aprender.
Para enfim viver aquilo que é eterno e imortal.
Não existe morte onde á vida.
Não existe morte onde há Deus.
(Kasolares Karvallo)

Inserida por SementinhaDeLuz

Aqueles que amamos jamais nos deixam verdadeiramente, harry. Existem coisas que a morte não pode tocar pintura... e lembrança..... e amor.
- Dumbledore em Harry Potter e a criança amaldiçoada-

"Eu desaprovo o que você diz, mas defenderei até a morte seu direito de dizê-lo", era a sua atitude agora.

Evelyn Beatrice Hall
The Friends of Voltaire. Londres: Smith, 1906

Nota: Trecho da biografia que a autora escreveu sobre Voltaire, referindo-se à atitude deste, fazendo uma paráfrase de um trecho de "Essay on Tolerance" de Voltaire.

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Enquanto eu tiver um desejo, terei uma razão para viver. A satisfação é a morte.

George Bernard Shaw
Overruled (1916)

A linguagem simbólica da crucificação é a morte do velho paradigma; ressurreição é um salto para toda uma nova maneira de pensar.

Até para ser flor precisa de sorte. Umas nasceram para enfeitar a vida, outras a morte.

A morte tem dessas coisas: desperta o sentimental que há em nós. Diante de um túmulo vemos apenas o bom, ou o que queremos ver.

Minha avó disse que a morte não existe. Ela acreditava que só morremos quando os outros nos esquecem.

Independentemente do que tenhamos feito como preparação para a morte, ela nos encontra despreparados.

A morte é simples mudança de veste, somos o que somos. Depois do sepulcro, não encontramos senão o paraíso ou o inferno criados por nós mesmos.

A morte, ninguém pode experimentá-la em si mesma (pois experimentar é da alçada da vida), só é possível percebê-la nos outros.

O fim de um relacionamento dói como a morte de uma pessoa que na verdade, ainda está viva.

Aqueles que abandonaram a esperança e não querem mais lutar só os resta esperar a morte.

Cuidado ao maltratar um ente querido, ele pode estar se despedindo de você antes da morte.

A morte não chega com a velhice
Ela chega no momento em que você deixa de sorrir!!!

Não há vida sem morte, como não há morte sem vida, mas há também uma “morte em vida”. E a “morte em vida” é exatamente a vida proibida de ser vida.

Não existe absolutamente nada mais devastador do que a morte. Ninguém acostuma, ninguém conforma nunca. A gente simplesmente segue a vida porque não tem o que fazer.