Poemas de Menina Linda
A menina com nome de Santa
Faz muito tempo, eu era um adolescente tímido e ela, a menina mais bonita do meu bairro.
Ela se destacava das outras meninas.
Não sei se pelo sorriso, ou pelos cabelos loiros e curtinhos, ou pelos olhos claros amendoados, ou pela voz pausada e descansada, ou pelo corpo escultural metido em shorts jeans, ou pelas pulseirinhas de pedrinhas nos braços e tornozelo...
Ou seria aquele jeito de não estar nem aí pra ninguém?
Não sei!
Ela era diferente!
Ela era interessante!
E eu era gamadinho nela!
-Mas coragem pra me declarar eu nunca tive.
E o tempo passou, minha família mudou de cidadee eu nunca mais a vi e nunca a esqueci!
-Essa menina com nome de Santa marcou a minha vida!
Haredita Angel
24.10.15
Lute!
Lute sempre!
Lute como uma Mulher
que não deixou o seu lado Menina
endurecer nas lutas dessa vida
que por um lado ou por outro
é dura.
Quando menina eu pressentia
que tinha nascido com a solidão e a saudade
atracadas em mim ...
Hoje sei
que quando eu ainda nem falava
minha premonição já se dizia realizada.
IMAGINAÇÃO PUERIL...
Hoje despertou em mim a menina que brincava
de casinha de bonecas e comecei a imaginar…
E brincou?
- Tanto… Que até queria esquecer de voltar…
Quem me perguntou?
- A minha realidade…
MORADA DA MENINA...
Sou tua menina de cabelos cacheados da cor da noite, meus
olhos são expressivos como duas estrelinhas brilhantes e meu semblante ficou desenhado no firmamento e infante estarei sempre a te olhar, saiba que morte é apenas a transição para outra dimensão onde a alma toma a forma de coração, minha morada agora é a lua minguante que sorri pra ti nesse instante...
SINFONIA DA TRANSIÇÃO
(Quando o tombo da menina revela a força da mulher)
Sorridente, ela corre pelo campo verdejante. Seu balão branco contrasta com o céu azul-anil e com as borboletas coloridas que dançam a sinfonia dos anjos. Mas a menina tropeça e cai. Eis que um anjo desce do céu e entrega-lhe um lencinho para enxugar as lágrimas dos olhinhos brilhantes. Nesse instante, sua alma retorna e acopla-se num corpo de mulher que, mais uma vez, desperta para a vida... E o balão? Continua flutuante em seus sonhos infantes.
Lu Lena / 2026
Castelo de Sonhos
A menina até hoje brinca com a boneca de pano, e com seu sorriso indulgente desabrocha no Jardim da vida pétalas
em flor...
Em seu castelo pueril observa agora atentamente suas mãos enrugadas e as marcas de expressão em seu rosto que ficou...
Mas ela continua sonhando e acha que o tempo não passou...
❝ ...Amo seu toque, sua vós, seu
cheiro. Sua essência transborda
ternura, olhar de menina, corpo
de mulher. Sorriso de anjo, garras
de loba. Meu lobo anjo, meu anjo
lobo. Minha doce menina, deixe me
te proteger, te amparar em meus braços.
Mesmo forte se faz frágil. Quero cuidar
de você. Permita me aproximar de sua
alma, permita te amar por toda a vida....❞
(...) Dizem que sou Impulsiva, garota mimada,
as vezes Felina, as vezes mulher, as vezes menina.
Mas dentro deste coração selvagem existe uma
garota apaixonada pela vida, em um corpo de mulher.
Que ama, sofre e chora, mais tem a certeza de que la fora tem um lindo dia esperando por ela.
---------------------------Eliana Angel Wolf
Ele só espera pelo teu sim.
❝ ... Ei menina, o Amor existe, ele gosta de ouvir sua vós,
De te fazer sorrir, ele faz de tudo para você não chorar
Ele gosta de cuidar de você, e se importa muito. Mesmo
Quando você faz dramas ou fica com minhocas na cabeça.
Você sempre foi prioridade na vida dele, ele sempre esta
Ali quando você precisa. Pessoas assim são raras, trazem
Pureza no olhar, são apaixonadamente românticos e ele só
Espera pelo teu sim...❞
-------------- Poetisa: Eliana Angel Wolf
Ela é luz que brilha ao entardecer
Ela é menina que brinca de ser mulher.
Ela é encanto que te seduz, sem você perceber.
Ela é tudo isso em um único ser.
Saudade
Doce saudade da minha mocidade e da menina que fui um dia.
Doce saudade dos amores na frente do portão.
Doce saudade da alegria do primeiro beijo e dos encantos do primeiro amor.
Doce saudade de tantas coisas que o tempo levou...
Perdendo o juízo
O querer é uma loucura sem freios,
A imaginação é a menina dos olhos,
A paixão é uma incógnita,
A culpa é de ninguém,
O juízo é uma urgência.
Mãe-do-mato,
Caamanha minha,
Nasci e sou a sua
selvagem menina,
Me ensina por onde
andar na trilha da vida.
LUZ DAS ESTRELAS
Certa feita estive numa aldeia.
Lá me deparei com uma menina,
Sua fome me olhava atentamente.
Tinha o nome de luz das estrelas.
Seu pai não se sabia e sua mãe não vinha.
Perguntei-lhe se sonhava. Disse-me que não.
Mas que quando deixasse de ser miúda,
iria ser médica para cuidar das pessoas e dos que vão nascer.
Você sabe o que é poesia?
Não, não a conheço, interpelou-me rapidamente.
Poesia é feita pra gente?
Passei a visitá-la.
Numa manhã que chovia, nova indagação.
Do que você gosta? Prontamente me disse:
Gosto de comida, de escola e de brincar de casinha quando faz frio.
E vou lhe confessar algo.
- Também brinco de agarrar nuvens com as mãos
Carlos Daniel Dojja
Para Luz das Estrelas, em Angola.
A menina que dançava
Falaram-me de uma menina,
Que enquanto descobria seu ritmo,
Pensava-se menos leve,
Que o ar que a circundava.
Seu corpo feitio de brisa,
Se deslizando compenetrado,
Já mostrava que havia canto,
Mesmo quando não escutavam.
Parece-me que seu cabelo,
Poderia ser azul esverdeado,
Como se fosse coreografia de raios,
Se estendendo em sua face.
Como a desconheço, dar-lhe-ei o nome Eduarda,
Aquela que guardou nos pés,
A dança como abrigo,
E se foi envolvendo de ritmos,
Pungidos de existência.
Assim lhe surgiram os duetos,
Com seus deleites sonoros,
E também o estrondar de tambores,
Sucedendo sinfonias.
A esperança lhe chegou,
Como um bale compassado,
Mantendo firmes os braços,
Olhando para o alto, a seguir na direção.
As vezes até parece,
Que nem sequer percebia,
Que viver também se aprende de dança,
Que o tempo faz emergir.
Dança-se no silêncio da alegria.
Na tristeza acalentada.
Descobrem-se em distintos momentos,
Cenários convertidos de linguagens.
Na há movimento sem emoção,
Pulsar alheio, sem sonoridade.
Se dança com pó no rosto,
Com o brilho de enfeites costurados.
Mal sabe essa menina, que um dia lhe contarão,
Que estava a dançar com dor e graça,
Feita melodia de passos,
A poesia dançante da vida.
Carlos Daniel Dojja
In Poema para Crianças Crescidas
A Menina e o Varal Colorido
Todos os dias Belinha juntava os lixos recicláveis com a tua mãe e o pai , eles eram uma família bem humilde, e mesmo assim eram felizes.
Belinha tinha 5 anos de idade, e juntava algumas coisas lá do lixão.
Um dia ela disse que iria fazer um varal para a tua coleção.
Moravam em uma casa humilde, mal tinha um sofá ou televisão, isto não impediam de viverem unidos.
Belinha estava montando o seu varal,
seus pais se orgulhavam de sua criatividade e destreza.
Pendurou cada objeto achado e limpo com muito esmero.
E Belinha pendurava cada item e o sorriso era de satisfação.
Quando ela terminou de fazer o seu varal ela disse:
-Este é o meu Varal Colorido.
Assim deixo esta reflexão dos dias de hoje e como serão os de amanhã.
Mesmo que Belinha fosse uma menina de poucas coisas ela fazia com que tudo fosse importante.
Realmente, tudo foi importante para ela!
Written by: @dri_rezendee
Ser invisível não é tão ruim
Havia uma menina muito sabichona, alegre e proativa.
Muitas vezes ela brincava sozinha, mas isto nâo a impedia de ser independente de afetos ou companhias.
Ao longo do tempo foi crescendo e fazia amizade facilmente.
Mas, certa vez começou a perceber que todas as vezes que começava a falar com as pessoas as mesmas nâo ouviam ou ignorava.
Aos poucos foi achando que era invisìvel, pois, ela falava e ninguèm ouvia ou deixava ela falando sozinha.
Isto para ela era o de menos, assim pensava todas as vezes que alguém ignorava suas conversas.
O tempo foi se passando e nada mudou, e mesmo assim a menina que agora é uma Senhora já superou o fato de ser invisível.
Se isola todas as vezes que necessário, mas, jamais perdeu a sua essência sobre tudo e todos.
Quem me dera ser
repentista nordestina,
- só para cantar
os repentes de menina,
Quem me dar ser
o doce Rio Jacumã,
- só para me encontrar
com o seu mar,
Quem me dera ser
a carinhosa duna,
- só para apreciar
esse calmo desaguar,
Quem me dera ser
o amoroso Sol,
- só para brindar
esse espetáculo de amar,
Descrevendo o amor
e a nossa mística,
- até em dias sem
romance e sem luar,
Escolhi a Paraíba
para descrever e eternizar.
Quem me dera ser
o tempo e ser o vento,
- só para semear corretamente
o sentimento,
Quem me dera ter
nos lábios o sabor de romã,
- só para entretê-lo além da hora
Quem me dera ser
o canteiro de estrelas,
- só para brilhar à beira mar
Quem me dera ser
a água do Rio Jacumã,
- só para com amor
o nosso sentimento regar,
Quem me dera ocupar
a tua vida,
- só para ser o rio
ocupando o teu mar,
E fazer você encontrar
um sentido mais doce,
todas às vezes que me encontrares
para me amar.
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