Poemas de Lembrança
Hoje chove aqui em Rio Grande, e a chuva me traz uma lembrança de alguém que amei muito,...
E fico pensando como pode acabar um grande amor como o nosso,...
Até quando a empregada estava de folga eu fazia tudo,...
Seu almoço, sua janta seus cafezinhos,...
E mais alguns mimos e desejos seus,...
Um amor de cumplicidade mútua,...
De desejos completos,...
De aventuras realizadas,...
Por cinco anos,...
E de repente o fim,.
Dentro de uma lembrança que vivo,
uma noite mal dormida de fantasias,
nasceste do meu segredo, do meu sonho,
meu medo, meu verso, refúgio, regresso,
vida, amor, lembrança, esperança.
Você um sonho lindo ao amanhecer,
momento eterno, você razão do meu viver.
A namorada que sonhei...
Sapé não é apenas cidade
é lembrança acesa.
É chão que guarda passos,
vozes, e feridas que ensinaram a resistir.
Entre engenhos e rios,
o tempo moldou o rosto do povo.
De mãos calejadas, eles escreveram história
com enxadas, com sonhos, com sangue.
Aqui tombou João Pedro Teixeira,
não como quem cai,
mas como quem planta.
Sua morte fez nascer o que o medo não podia deter.
Elizabeth, firme como a terra após a chuva,
carregou o nome, a causa,
e o peso de uma nação nas costas.
Ela não fugiu, floresceu na coragem.
E entre as ruas antigas,
ecoam versos de Augusto dos Anjos,
poeta que fez da dor sua morada,
e da palavra, uma cicatriz eterna.
Sapé é também vitória e renascimento.
No grito do torcedor do Confiança,
há algo do mesmo povo das ligas:
orgulho, suor, pertencimento.
Cem anos depois,
Sapé segue de pé.
Não como lembrança morta,
mas como coração pulsando
entre a fé, a luta e o futuro.
Porque Sapé é isso:
um nome que resiste,
um povo que não esquece,
uma história que sempre respira.
Minha eterna Carla,
Nova Friburgo...Que lugar mágico, onde cada esquina guarda uma lembrança do nosso amor. Lembro-me com carinho daquela mesinha que encontramos, agora um símbolo do nosso lar, adornada com as plantinhas que colhemos à beira do Lago Javary, em Miguel Pereira.
Mas vamos mergulhar nas memórias daquela viagem inesquecível. O teleférico, palco de momentos de amor que desafiaram a gravidade, nos presenteou com paisagens que nos deixaram sem fôlego. A boneca Eva, com seu charme peculiar, nos fez sorrir como crianças. As comidas maravilhosas, um deleite para o paladar, intensificaram o prazer da nossa companhia.
A casa abandonada, com seus mistérios e histórias, despertou nossa curiosidade e imaginação. A primeira noite no hotel de beira de estrada, com seu céu estrelado a nos abençoar, foi um prelúdio para a magia que estava por vir.
E então, o hotel que fomos depois, um oásis de luxo e conforto, nos acolheu com um café da manhã digno de reis e rainhas. A piscina, com suas águas cristalinas, aquele quarto maravilhoso foi palco de momentos de relaxamento e intimidade.
Nova Friburgo, com sua beleza natural, seu charme peculiar e seus momentos inesquecíveis, será para sempre um capítulo especial em nosso livro de memórias. Cada detalhe, cada sorriso, cada olhar, tudo se entrelaça em um mosaico de amor que guardarei para sempre em meu coração.
Você é o pôr do sol que colore minha vida, transformando cada instante numa lembrança querida.
DeBrunoParaCarla
Itaipuaçu guarda memórias entre a areia e o mar, e em cada lembrança bonita há um motivo para te amar.
DeBrunoParaCarla
"" O que pode durar para sempre
apenas a lembrança da luz
luz que um dia guiou
e por herança do tempo
apagou
deixando a certeza que cumpriu a missão
até entender que o fim é inevitável
mesmo que haja um pouco de luz...
Em minha confusão vivo o meu sentimento tentando desabrochar o meu eu;
Minha vida é uma lembrança de uma cena de um filme ou uma novela tentando adivinhar o meu futuro por qual quer razão;
Respiro o meu próprio filme procurando acertar os meus pecados que nem sempre foram meus;
Se me tivesse a chance de deixar-lhe alguma lembrança minha...
Deixaria um pedacinho da minha vida!
Com amor e carinho de respostas às perguntas que fizesse algum sentido...
Procuraria os segredos que me faltasse, deixaria o que pudesse o que fosse encontrado.
Mas o que fosse indispensável, além do acaso não privaria os teus desejos...
Lhe deixaria o meu amor para lhe confortar o tempo inteiro!
San Telmo
Tenho saudade de San Telmo
não como lembrança bonita,
mas como falta física.
Daquelas que apertam o peito sem pedir licença.
Saudade das ruas gastas,
do chão que já ouviu passos demais
e ainda assim sustenta quem passa.
Ali, o tempo não corre. Ele observa.
Sinto falta do cheiro antigo das casas,
do tango escapando pelas esquinas
como quem não quer ser esquecido.
Em San Telmo, até o silêncio tem memória.
Ali eu era parte do cenário,
não visita.
O bairro me reconhecia
antes mesmo de eu dizer meu nome.
Hoje carrego San Telmo dentro,
feito ferida que não infecciona,
mas também não fecha.
É casa que virou ausência.
Não dói por ser passado.
Dói porque ainda é meu.
À minha rainha eterna
Mesmo ausente, ainda és presença.
Não te vejo, mas em cada lembrança habitas inteira,
como se o tempo não ousasse apagar-te
da luz que deixaste em mim.
Em teu silêncio, aprendi que a ausência não é vazio,
mas um território sagrado onde o amor se expande.
Cada lágrima que surge é um espelho da beleza que foste,
cada suspiro é o eco da eternidade que habitas.
Tu és o meu instante mais verdadeiro,
a memória que me sustenta
quando o mundo pesa e as cores parecem desvanecer.
E mesmo que a saudade me arranque lágrimas,
sei que amar-te é tocar o infinito
sem jamais perder-te.
Minha rainha, minha luz, meu grande amor,
a tua essência não se mede em dias,
mas em cada batida, em cada pensamento que me habita.
Em ti, aprendi que o amor é resistência,
e que lembrar não é sofrer,
é reconhecer que o que é verdadeiro nunca morre.
De repente um olhar
A lembrança do sorriso
Precisou se afastar
Percebeu era amor
Tao forte como rio desagua no mar
A mente
Ficou perdida diante as lembranças
O abraço ja nao era sentido
O calor do corpo
Esvariu-se como as aguas entre os dedos
Sera que me pertence
Ainda que o vulcão entrasse em erupção
Não era quente como o nosso amor
Estou confuso
Restou a saudade
A solidão de um amor distante
Ja nao se encontra mais as rimas
As muitas letras se conflitam dentro de mim
Sera que é amor
Sem resposta
A saida é te encontrar de novo
Um recomeço de perdões
E um fim sem desacreditar em nos
Embora termina um a sos
Preciso desatar esse nó.
Hoje não é dia para sorrir.
A última lembrança que tenho de você
Ainda corta meu coração:
Você partindo,
Deixando um vazio
Repleto de memórias.
Momentos de alegria
Que agora eternizo
Em poesia.
Lembrança de amores perdidos
Os ventos sopram frios, trazem lembranças
de amores perdidos, sem nenhum traço de ínfima esperança.
Há beleza nessa fraqueza... há um brilho sutil,
há um canto suave, há um amor que é febril.
Embora o corpo claudique, a alma ainda suavemente folgueia, alegremente rodeia,
encontrando na dor a força, a esperança e a confiança.
A vida, com suas cores, desafia o tempo
e, em meio às tempestades, floresce o mais belo dos sentimentos.
No horizonte, o tempo lentamente se esvai...
Como areia entre os dedos frios da solidão.
Nuvens negras flutuam nos céus, trazem ventania,
uivos do vento em profunda e deprimente canção.
O relógio toca, mas não marca a hora,
cada batida ecoa um vazio profundo.
A alma busca abrigo, a paz que implora,
Nos fragmentos de um sonho que se esconde num mundo que chora e chora.
E na tempestade que ruge sem fim,
caminho só... busco por mim.
esperando esperançosamente que as nuvens se dissipem e deixem brilhar a luz que espera, pronta que já está, a voltar e mude o meu triste fim.
O tempo veste o ferro de lembrança,
Mas não enferruja a esperança.
Teu nome mora em cada estação,
Como um segredo do meu coração.
Se a saudade tem voz, ela canta baixinho,
Faz da noite um longo caminho.
E mesmo sem tua mão na minha,
Meu peito ainda encontra poesia.
Velhice é como uma conta
Bancária só de lembrança
Que a gente depositou
Alegria e confiança,
Pra quando idoso estiver
Sacar tudo o que puder
Pro saldo da esperança.
O luto ,não é algo que passa .
Ele simplesmente, nos destroi cada ano,cada lembrança, a saudades.
As vezes entramos em uma depressão, ansiedade e tudo juntos.
Mais quem ligam.
Sejamos honesto, nesse mundo ninguém ligam prar sua dor.
Então não o compartilhe com ninguém, esse alguem um dia pode vira um inimigo e tentar ti destrói.
Va a um psicólogo, psiquiatra e lute prar ficar forte ,para aquentar a dor,mas jamais compartilhe informações.
Informações é poder .
Incógnitas
Em cada lembrança aberta, a profundidade do momento vivido é exposta,
O tempo não tem controle sobre os lugares, as pessoas e os sentimentos que moram no nosso passado, pois eles estão em outras dimensões, espaço/tempo,
2012, SENAI, Norvan Figueiredo, Mooca, SP.
Na pátio de convivência, sozinho e sentado nos bancos ao ar livre por volta das 21 horas, envolvido em pensamentos que mexeram com a minha saudade, voltei em 1995 no mesmo SENAI e no mesmo lugar para reviver um dia naquela tarde nublada e saudosa,
Revive as jogatinas com amigos daquela época no campeonato de pimbolim e depois fui até a quadra jogar aquela partida de futebol memorável aonde eu dei um show,
Voltando a sala de aula, passei novamente pela prova oral a respeito de detalhes matemáticos e funcionalidades de uma peça recém criada por mim, mas que apenas um tal de japonês da sala tinha pleno domínio sobre tal,
A chuva na saída, o busão lotado na ida e a chegada para jogar aquele vídeo game Nitendo de responsa antes do banho foram lembrados no detalhe,
É hora de voltar para 2012 e entender que nem tudo tem limites, ou respeita as leis da física atuais,
Beijos mãe, eu estive mais uma vez com você.
A lembrança mais antiga que eu tenho de mim mesma me faz entender que, durante toda a minha existência, eu já passei por muitos processos transformacionais. Olhando para trás, eu vejo que aprendi bem a mascarar a dor, a mascarar quem sou. Eu não sei se isso foi bom ou ruim. Enfim, olhando para a frente, estou aprendendo a ser quem sou, infinitamente, sempre querendo ser eu e mais ninguém.
Nildinha Freitas
Lembrança de um amor antigo
Guardo teu nome como
quem guarda uma carta
dobrada no bolso do tempo,
amarelada, mas intacta,
com cheiro de ontem e
promessas não ditas.
Teu riso ainda atravessa minhas noites, feito luz que insiste em janelas fechadas; foi pouco tempo, eu sei, mas alguns instantes
nascem eternos.
Aprendi teu corpo como quem aprende um caminho
sem mapa, só intuição e medo;
erramos muito, amamos torto,
e mesmo assim foi amor
— do mais verdadeiro.
Hoje sigo em frente, mas levo contigo uma saudade que não pede volta nem perdão; é só memória serena, lembrança viva de um amor antigo.
