Poemas de Janela
Gostar te faz querer, amar te torna incansável, precisar te faz forte e a união de todos abre janelas onde havia apenas portas.
E hoje eu estava olhando a lua pela janela do carro e me perguntando: é ela que vai comigo ou sou eu que vou com ela?
A luz entrou pela janela logo cedo. Pequenos raios iluminavam seu rosto, fazendo esses olhos pequenos se abrirem. E eu consegui ver melhor a luz através dos olhos teus.
Ah, menino! E tu fostes mais uma vez, deu-me um beijo na testa e partiu. Partiu sem dizer se voltava deixando-me a espera, nessa ânsia que me consome por mais uma chegada tua, de tua alma, porque teu corpo, este sempre vem.
Antes de dormir abra a janela do quarto, contemple as estrelas, procure a, mais bonita entre todas. Essa serei eu lá de cima velando todos os dias por você! Ao acordar e sentir o raiar do sol em seu corpo, serei eu lá de cima aquecendo você, para sempre…
Eu vi um pássaro; cantava a minha janela, no bico tinha rosas e cores, nas asas desenhos da lua e mar. Cantava a música de nós, trazia lembranças no canto ! Eu vi um pássaro; falava em versos, declamava poemas, sonhava. Tinha teus olhos e tua boca, brincava de amar...tinha poesias escritas nas penas, saudade no olhar !
É que a morte é a janela da vida e a reflexão do agora, cuide do seu agora então terá a vida na morte.
Cada vez que vejo uma foto sua nas minhas páginas, é como acordar pela manhã e ver pela janela a luz do sol que encanta os meus olhos.
Abra a janela e sinta o vento soprando levemente, permita que o amor entre e faça morada no seu coração, regue os sentimentos bons e deixe florir seu jardim interior!
Não sei se abro uma janela no meu coração ou a porta de um hospício. Talvez eu esteja louco de amor ou apenas alucinado de LSD.
Deus tem uma janela para sua vida, ainda que tudo esteja fechado, no tempo certo ele abrirá a janela. E te proporcionará uma nova vista de esperança ao seu coração.
...e o sorriso nada mais é que o coração abrindo a janela pra espiar quem lhe fez dar uns pulinhos à mais!
Acordei assustada: batia insistentemente na janela, metálica, insólita. 3 da manhã. Abri a cortina e descobri um cavalo de grande proporções castanho e brilhante, melhor: luminoso. Percebi lá fora uma luminosidade de luz fria, azulada como a que ilumina o interior dos supermecados, e que de algum modo amanava do cavalo. Fiquei parada, apenas olhando, buscando algum sentido, e o animal procurava acomodar o corpanzil na estreita borda da janela, e olhava bem dentro dos meus olhos, como se pedisse para entrar. Antes fosse uma mariposa, não teria hesitado, não tenho aflições, mas aquilo era muito pra mim. Começou a se arrastar para trás, impaciente, apoiando no vidro. Não sei como não caiu aqui dentro, movia-se lentamente, algo indeciso, e acabou perdendo o equilíbrio. Quando deu conta que era inevitável, pulou mesmo, abri a vidraça e percebi no rosto um sopro do gélito ar azul, temperatura incomum, e o cavalo ia planando já dois andares abaixo, em espirais, um vôo leve como de uma gaivota, e foi descendo e planando em rumo ao playground. Um minuto ou meia hora depois, pousou lentamente sobre as águas paradas da piscina, foi afundando e iluminando tudo por ali, até que afundou completamente. Então a estranha luz se foi, e o céu escuro e poluído da cidade grande tinha poucas estrelas e uma lua cheia, e o ar voltou a ser pesado e quente. Na piscina, apenas reflexos brancos sobre uma águas agitadas.
Vejo a beleza de um ser ausente, de uma janela aberta, de um cigarro pela metade, o whiskey suado, de um carnaval sem musica, de um amanhecer sem um sorriso.
Nas noites quando as estrelas iluminam meu quarto, pela janela aberta, que sopra o vento frio e calmo da noite escura, me sinto sozinho falando com a lua, tento chegar até você na esperança de que você esteja no outro lado falando comigo também. E de repente você se torna o motivo mais sincero dos meus sorrisos!!!
