Poemas de Interesses
Um diplomata defende os interesses de quem o credenciou. Se somos embaixadores de Cristo, como afirma a Escritura, devemos defender os interesses do Seu Reino, que se resume numa palavra: JUSTIÇA.
Os sindicatos são organizações de representação dos interesses dos trabalhadores, criadas para compensar o poder dos empregadores na relação contratual, sempre desigual e reconhecidamente conflituosa, entre capital e trabalho. Nascem na primeira metade do século XIX como reação às precárias condições de trabalho e remuneração a que estão submetidos os trabalhadores no capitalismo. Ao final do século XIX, os sindicatos obtiveram reconhecimento institucional nos principais países industrializados. Desde então, têm exercido papel fundamental na organização da classe trabalhadora para a luta por uma sociedade justa e democrática, pressionando pela ampliação dos limites dos direitos individuais e coletivos ainda hoje estreitos em muitos países, entre os quais o Brasil.
Rede social não é vitrine da alma, é porta retrato de interesses onde o jogo é evidenciar parte do que somos, nunca nossa totalidade.
Quem usa os outros em proveito próprio, apenas para satisfazer as suas sensações, e interesses, indiferente ao sofrimento que possa estar provocando ao seu semelhante, está mostrando a necessidade de passar pelo mesmo processo para aprender.
Quando se fala em voluntariado e solidariedade, quando o ego e os interesses pessoais passam a prevalecer, a essência deixa de existir!
Os políticos brasileiros não representam os interesses do povo, mas são uma fiel representação dele, oportunista, individualista, indiferente e hipócrita.
“Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no meu santo dia; se chamares ao sábado deleitoso e santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua prórpia vontade, nem falando palavras vãs, então, te deleitarás no Senhor. Eu te farei cavalgar sobre os altos da terra e te sustentarei com a herança de Jacó, teu pai, porque a boca do Senhor o disse.”
Isaías 58:13,14.
'O "Progresso" direcionado à interesses apenas de alguns, acompanhando de Crimes contra a Humanidade, genocídios, etnocídios e ecocídios, na verdade trata-se de um grande Retrocesso'.
"Os poderosos pregam a moral da ordem e da obediência, que atende bem aos interesses de uma hierarquia, levando os dominados a sentirem a culpa do desacato. Os dominados pregam a moral da esmola, da chantagem emocional e da tentativa de fazer o poderosos sentirem culpa pelo poder. Seus medos se tornam os gritos revolucionários, as teorias de conspiração, os castigos eternos e seus vícios. Seu heroísmo e valentia não passam de tentativas de assalto; a exaltação do crime, da rebeldia e da fraqueza como virtude. Uma forma de dizer ao dominador: 'posso me sacrificar por algo, pois nada tenho'".
"Se os fatos caminham normalmente à frente do Direito, conforme os interesses a serem preservados, o legislador deverá antecipar-se aos fatos"
Numa sociedade extremamente movida por interesses as pessoas acabam se tornando "invisíveis" com o passar dos anos.
"A bondade do homem e da mulher é baseada no estoque de seus interesses, porém a de Deus é infinita e sem fins lucrativos."
A pequena burguesia como classe de transição onde os interesses das suas classes simultaneamente se ocultam passa a sentir-se acimada oposição das classes em geral. Em consequência de que procuras os meios não de suprimir os dois extremos, salário e capital, mas de atenuar sua oposição e transformá-la em harmonia.
O problema é que há sempre, por detrás desses interesses, um boneco ou símbolo para representar seu funcionamento, como talvez Gorbachev e a Perestroika foram. É aquilo que os meios reforçam como desejo popular.
E chegou uma época que todo o povo brasileiro passou a falar de politica as doutrinas e interesses de partidos, comentam sobre medidas jurídicas, medidas cautelares, uma verborragia insana e achista desqualificada sem nunca terem lido se quer a Constituição Federal do lugar que vivem, não percebem que se afastam das prioridades da própria existência comum e incentivam uma crescente atmosfera de desesperados. Afinal cada qual sobrevive sem qualquer controle, sem qualquer voto, sem qualquer aprovação. Julgam se importantes e conscientes mas não passam de peões mau assentados sobre o tabuleiro do jogo do poder que só mexem e movem as peças os poderosos aos seus bel prazeres.
Temos que enxergar que, neste processo de tecnologia avançada da comunicação, se os interesses públicos chegarem ao fim
ocorrerá também o fim da cidadania, da historia e da memória.
A economia de nenhum lugar livre sobrevive por muito tempo amordaçada como mero refém dos interesses perversos de ganancia de alguns poucos grupos financeiros.
A burguesia defender seus próprios interesses é justificável. O que não é justificável é o operário, com sua benevolência, defender este monstruoso sistema que se chama capitalismo.
