Poemas de Gênios

Cerca de 2489 poemas de Gênios

Jesus, o Galileu bronzeado da Judeia, que ensinou com Autoridade retumbante e Humildade inigualável.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠⁠O que se faz tarde, perde-se, desperdiça-se, ou se faz melhor por esperar o tempo que pode ser o certo. Não sabemos que tempo é esse, a única certeza que temos é que ele passa, e passa depressa...

Inserida por Kleberabdul

Estudar é conquistar a arte de Picasso, a filosofia e a matemática de Platão, a lógica de Aristóteles, a crítica de Kant, a liberdade de Locke, a física de Newton e a educação de Foucault, a audácia de Beethoven na 3ª sinfonia. É conquistar os sonhos como Walt Disney.

Estou naquela fase azul, mas não me julgue porque até Picasso teve uma fase azul.Vinte e poucos anos blues. Pertenço aquele clã de mulheres em pleno desassossego. Quero o máximo das coisas. Quero a palavra certa no momento certo. Nada de dúvidas. Nada a ver com trivialidades. Poupe-me do convencional e do politicamente correto por favor! Quero o avesso. Quero alguém que me faça parar. E ainda assim fazer tudo rodar. Quero o caos e a cura. Poupe-me de tudo que me deixe no chão. Não quero paz, quero revolução. Porque só revoluções fazem histórias.

Talvez o meu destino seja de um Pablo Picasso.
esculpindo com sucesso os traços do meu fracasso.

Inserida por ratho_zl

A nostalgia quando chega, transforma-se em Picasso e traz-nos as melhores obras do passado.

Inserida por NUNOPITBULL9

Como afirmou o mestre Pablo Picasso: "Para mim só há duas espécies de mulheres: as deusas e as capachos." As capachos jamais serão amadas nem pelo homem amado. Já as deusas serão eternas.

Inserida por TiagoAmaral

Fatos são viés da vida que falam por si só, são como pinturas imutáveis como quadros de Picasso, Da Vinci, Di Cavalcanti, Michelangelo...

Inserida por LeniltonJS

"Não sou artista e nem o Picasso, seja tudo na minha vida, menos o fracasso".

Inserida por RuanSilvaLima

⁠Ás vezes, me culpo por não ter nascido um Fernando Pessoa, um Pablo Picasso, uma Frida Kahlo, uma arte, uma luz; mas não. Eu nasci uma poeira, um corte, uma sombra, um ato, um barro. E percebo que não tenho molde, sou original. Talvez, essa seja a melhor parte de mim.

Inserida por Gabxy

O villain, villain, smiling, damned villain!
My tables! — Meet it is I set it down
That one may smile, and smile, and be a villain.
At least I’m sure it may be so in Denmark.

Inserida por asmotelicos

Bom seria se todos soubessem amar, com o mesmo dom que Michelangelo pintava, Beethoven compunha e Shakespeare escrevia.

São os que sofrem que produzem a beleza, para parar de sofrer. Esses são os artistas. Beethoven – como é possível que um homem completamente surdo, no fim da vida, tenha produzido uma obra que canta a alegria? Van Gogh, Cecília Meireles, Fernando Pessoa…

Rubem Alves
Ostra feliz não faz pérola. São Paulo: Planeta, 2021.

Estou feliz, realizado,e suspirando notas sinfônicas de Beethoven na cor púrpura.

Dedico-me à tempestade de Beethoven. À vibração das cores de Bach. A Chopin que me amolece os ossos.

Clarice Lispector
A hora da estrela. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Completamente surdo, Beethoven escreveu pouco, mas produziu algumas obras magistrais...
sfj,caracteres⁠

Beethoven era um estudante voltado para tudo o que era grande e sublime...
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Assim como as lindas sonatas de Beethoven, que ao serem dedilhadas no piano choroso derramam lamentos que se tornam luz, cada acorde abre uma fresta onde cabe a saudade e é por essas frestas que deixo entrar a verdade dos meus pensamentos.

Se existe uma composição preferida na música clássica? Tenho muitas, de Beethoven, Rachmaninoff, mas a que mais me toca, a que realmente amo é um prelúdio, que foi Inspirado pelo inverno chuvoso de Maiorca e por um estado febril no isolamento de um mosteiro, Frédéric Chopin eternizou a melancolia da chuva constante na nota repetida de seu famoso Prelúdio "Raindrop" (Op. 28, No. 15).

Hoje, meu espírito é a Sonata nº 14 de Beethoven, primeiro movimento, não como música, mas como um luto que respira, um luto que anda comigo pelos corredores escuros da alma, onde sombras sem rosto vagam em silêncio, arrastando correntes invisíveis feitas de memórias que doem, de nomes que já não ouso pronunciar, de sonhos que apodreceram antes mesmo de aprender a nascer, e cada nota que ecoa dentro de mim não consola, apenas confirma que ainda estou aqui, inteiro por fora, em ruínas por dentro, como uma catedral abandonada onde o vento reza no lugar de Deus, e essas sombras passam por mim como se me reconhecessem, como se soubessem que pertenço ao mesmo lugar que elas, um território onde a esperança é uma palavra estrangeira e a saudade é idioma oficial, e eu caminho nesse adágio eterno com os pés feridos, carregando um coração pesado demais para ser chamado de vivo, leve demais para ser chamado de morto, apenas existindo, apenas suportando, enquanto o mundo lá fora insiste em girar como se nada estivesse quebrado, e aqui dentro tudo é escombro, tudo é noite, tudo é um piano tocado por mãos que sangram.