Poemas de estrelas
Algumas estrelas não nasceram para brilhar e sim para mostrar que não presisamos de brilho para mostrar nosso valor
Você nunca será importante enquanto estiver indo ver as estrelas, más sim quando deixar a oportunidade delas vir te ver
Mto bom deitada seja onde for com todas luzes apagadas.....só focando nas estrelas..a viagem é transcedental!
Se um dia olhar para as estrelas e não tiver as vistas ofuscadas, não ache estranho, é que nenhuma delas tem o seu brilho intenso.
Eu observo as estrelas para tenta achar sentido nas coisas como elas são - E imaginar o que poderia ser.
É raro encontrar alguém que vê além das nuvens, que se senta no meio do nada pra caçar estrelas e trocar ideias com a lua. Há pouco azul na cidade, ninguém dá mais bola para o firmamento, estão todos vivendo sem perceber os prédios se erguendo na volta e engolindo nossa capacidade de reparar nos detalhes.
Deus fez o ceu e fez a terra também , fez as estrelas e a lua fez os animais e o homem e a mulher ele fez tudo para que tivesse vida eterna mas por causa da inveja soberba do diabo o homem se tornou pecador, mas nem tudo está perdido Jesus está no ceu e Deus também se acreditarmos nele nossa vida sera eterna e a morte física da carne é um nada quando o espirito está com Cristo muito mas feliz do aqui na terra .
Mesmo que o sol deixe de tocar o mar e junto com as estrelas a lua pare de brilhar, o meu coração não vai parar de bater por você!
Querido Papai do Céu, preciso de um amor - urgente - que queira contar estrelas no céu da minha boca!
O que seria dos homens se não existissem as estrelas,o sol e a lua, o que seria dos poetas se não existisse a melancolia de seus dias, o que seria do amor, se não existisse o ódio, o que seria da vida se existisse a esperança, o que seria de nós se não existisse Deus.
As estrelas brilham como se fosse o último dia delas brilharem, a lua chama atenção de quem olha, o céu é lindo, perfeito, ele é exuberante.
(Status no Face)se sentindo: tão grande que posso não só tocar, como pegar as estrelas e enfeitar os cabelos da menina com quem sonhei!
Nem que um dia por ventura do destino as estrelas do céu deixem de brilhar, nem que sequem-se as gotas do mar ou que se percam todos os grãos de areia das praias o meu amor se esgotará.
Aqui sozinho admirando este céu infinito com bilhões de estrelas penso que se cada estrela representasse uma paixão então você seria a Lua, linda, imponente, charmosa, serena, majestosa, simplesmente divina. E assim se repete por todas as noites, meu coração sempre a procura da minha Lua.
Você me disse que os dias tem sido difíceis, por mais que você tenha o céu e as estrelas, e a lua, você tem a saudade. Contínua. Continua aqui do meu lado, mesmo longe, mesmo sem um porquê definido, mesmo com a dor, mesmo com a saudade. Pensa. Repensa nos meus porquês, nos meus meios e intrasições. Repensa o amor, repensa nós. Para e não deixa o sonho acabar. Não acorda agora que você iria me abraçar e sussurar, e dizer, e olhar...
Das luzes emersas das estrelas aprendemos sobre a história do Universo conhecido. E, talvez os satélites naturais, nossa lua como exemplo mais próximo, representem uma transição que converge a nós: A lua é um corpo iluminado e, assim sendo, apenas pode dizer de si mesma quando recebe alguma luz de alhures, de um ente inatamente brilhante... Em paralelo: Recebemos as ondas luminosas e aprendemos. Esse aprendizado visual é muito anterior ao auditivo, pois o som, para nascer, precisou se tecer às ligaduras do ventre da atmosfera, tão jovem esta, se comparada à idade do primo brilho mor. Além deste ar que respiramos e cujo oxigênio rareia nas alturas, podemos supor que as nossas lágrimas e os nossos sorrisos serão observados e registrados opticamente nos abstratos livros da história real, de modo indireto, nos confins onde os “nossos” fótons cheguem, ainda que não lhos saibamos e nem meçamos. Choramos, sorrimos e o Universo nos vê. Todavia, e até prova em contrário, nossas alegrias e tristezas são quase mudas ao vácuo surdo: As ondas sonoras que emitimos não encontram acolhida nos confins do nada material. E a música, como alguns podem achar, não é um bálsamo para a prisão; é uma consequência das causas que o ocaso nos ilude, sensitivamente, de não poder manipular.
Perdi um tempo enorme olhando para cima, pulando e tentando alcançar as estrelas, então um dia olhei para baixo e em uma simples poça d’água consegui alcançá-las…
