Poemas de Compreensão
Todo esse meu comportamento estranho e sem compreensão
De todos que fazem parte da minha vida nesse momento obscuro que me encontro
É só o reflexo do medo de ser entendido como alguém que já não sou
Mas dentro de mim ainda vive um ser esperançoso que ainda acredita que irei vencer
Mesmo que todos duvidem, mas ainda assim tenho fé.
Me identifico literalmente com os seus poemas e pensamentos.
28 anos
Dividir a vida requer duas estratégias: companheirismo e compreensão. A primeira é entender que somos dois, e, portanto, precisamos "enxergar" o outro, mesmo que, por vezes, queiramos estar num processo de solitude, de interiorização. A outra é entender a liberdade da alma, do coração, é saber-se diferente e, ao mesmo tempo, sentir seu sangue correr no corpo alheio....acho que é isso. Talvez eu não esteja tão certo quanto o que acabo de escrever, mas são 28 anos de convivência...isso depõe a meu favor!
Como diria o tal Nietzsche:
"Não é falta de amor, mas falta de amizade que faz casamentos infelizes."
Além da compreensão
Esse apito que escuto na minha cabeça
Não me permite, ver com clareza
Causando a sensação de muita incerteza
Perco até mimha destreza
Esse barulho que ninguém mais escuta
Está confundindo minha "cuca".
Será que já estou ficando "biruta"?
Esse som prepotente
Sabe ser persistente
Se tornando cada vez mais resistente
Deixando meu cérebro várias vezes impotente!
[A CIDADE COMO TEXTO]
Entre as diversas metáforas operacionais que favorecem a compreensão da cidade a partir de novos ângulos, uma imagem que permitiu uma renovação radical nos estudos dos fenômenos urbanos foi a da “cidade como texto”. Esta imagem ergue-se sobre a contribuição dos estudos semióticos para a compreensão do fenômeno urbano, sobretudo a partir do século XX. Segundo esta perspectiva, a cidade pode ser também encarada como um ‘texto’, e o seu leitor privilegiado seria o habitante (ou o visitante) que se desloca através da cidade - seja nas suas atividades cotidianas para o caso do habitante já estabelecido, seja nas atividades excepcionais, para o caso dos turistas e também do habitante que se desloca para um espaço que lhe é pouco habitual no interior de sua própria cidade. Em seu deslocamento, e em sua assimilação da paisagem urbana através de um olhar específico, este citadino estaria permanentemente sintonizado com um gesto de decifrar a cidade, como um leitor que decifra um texto ou uma escrita.
[trecho extraído de BARROS, José D'Assunção. Cidade e História. Petrópolis: Editora Vozes, 2007, p.40].
Compreensão por Saik
Me tornei réu sem confissão
Então rasguei o véu da ilusão
Foi difícil ouvir meu coração
Mas acho que aprendi minha lição
Que Osíris pese meu coração com uma pena
Cro Maat seja sempre meu lema
Que eu tenha força e nunca tema
E seja sempre guiado por Thelema
Pois estou vestido com as roupas e as armas de Jorge
Que eu continue sempre sendo forte
Que minhas atitudes consigam mudar minha sorte
E que eu continue vivendo sem medo da morte
Que minha compreensão seja sempre elevada
Que minha vibe melhore com minha alma lavada
Existência confusa, gloriosa, alucinada
Que a verdade me dê tudo, por que pra mentira eu não dou nada
E que os mentirosos sejam afastados
Longe de mim os que se fazem de coitados
Isso vale tanto para os terrenos quanto para os alados
E que tenham forças pra voltar a ativa os meus irmãos que estão parados
Ilusão de um Poeta
Escrevendo,
Ainda irei decifrar o amor , a gratidão , a compreensão , a luz , as trevas e muito mais.
Mas como sou pequenino demais,
Não sei se sou tão capaz.
Mas tentar é meu dever.
Por vezes choro sem saber porque estou chorando.
Por vezes, minha alma se alegra.
Por vezes, nem sei o que estou escrevendo.
Começo a pensar e fico meditando.
E pensando não consigo fluir em minhas escritas.
Eu preciso estar totalmente fora de mim para uma poesia escrever.
Certas situações me adormecem,
É como se eu estivesse num coma profundo.
E quando eu volto, já terminei o que nem sei o que comecei.
Estranho é tudo isso.
Só espero nunca sair de mim e escrever algo que comprometa a mim e outras pessoas.
Certo dia me perguntaram o meu nome,
Como eu não soube responder com precisão,
Apenas enfatizei:
-Sou um poema que ainda não começou;
Sou uma ilusão incacaba;
Sou um passarinho solto no ar;
Esse sou eu.
Quem quiser saber mais sobre mim,
Terá que aguardar um pouco,
Pois,
Quem sabe na próxima inspiração
Posso eu dizer,
Quem eu sou.......
Autor : Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
A grande dádiva
o amor, a bondade e a compreensão nem sempre está ao alcance de todos, em geral são poucos os dotados dessas dádivas.
O alvorecer é para ti felicidade
Compreensão com olhar de humildade
Mãos firmes que não prazem euforias
Olhar profundo de quem não se anuvias
Coração como um mundo fascinante
O léxico inebriante e preconcebido
Gentileza com o tom sempre constante
E o Amor que contagia indefinido
O ofício que se faz imprescindível
O fazer que não precisa ser insensível
De amar, de amar, de amar...
Tu és amável, mas alimentas sutil pudor
Quando sempre, de primazia, então agir
Não permitas que o cansaço do teu labor
se transforme em rancor dentro de ti
Pois amor é o que se vê em teu olhar
De tão voraz solta batidas caloroso
Mas é singelo e nobre silencioso
O silêncio ancoradouro de mais amar
(PIRES, F. A. Primor. In: GONDIM, Kélisson (Org.). Vozes Perdidas no tempo. Brodowski: Palavra é Arte, 2020. p. 18).
Ainda que me falte o chão,
Ainda te falte o chão,
Ainda que nos falte a compreensão,
Pra entender toda nossa incompreensão.
Que jamais nos falte o Amor!
... e que nosso coração esteja em comunhão.
Quando há falta de ❤️Amor
A falta de visão.
A falta de compreensão.
Quando há falta de amor, à falta de tudo.
Ora bolas !! O que pode acontecer se chegarmos ao ápice da compreensão , fraternidade , amor e alegria ao próximo , sim , é possível , sendo assim encontraremos um fruto muito gostoso de degustarmos num ambiente próximo ao paraíso de DEUS .
Num mundo onde o conhecimento é a semente da compreensão, a fertilidade do solo reside na partilha de ideias. Quando guardamos o saber para nós mesmos, enterramos as possibilidades de crescimento mútuo, pois é na disseminação do conhecimento que florescem os frutos da evolução coletiva. O ato de compartilhar não apenas enriquece os outros, mas também nutre o terreno onde germina a sabedoria.
#Aniz #OdeioFilosofia
Num suspiro, a desculpa se desenha,
Uma súplica por abraço, compreensão,
Dentro de nós, desmorona a resistência,
E a tristeza abraça, sombria emoção.
Momentos melancólicos, sombrios,
A nostalgia nos envolve, nos laços da memória,
Somos astronautas, passageiros,
Espectadores na órbita da história.
Imersos no sentir, visualizar, chorar,
Nas horas obscuras, a melancolia nos abraça,
Lembramos o que vivemos, a caminhar,
Somos efêmeros, como estrelas em fuga.
Em cada despedida, uma nova trilha,
Caminho alterado, como galáxias dançantes,
Aprendemos a lidar com o oi tímido,
E o adeus, como notas musicais vibrantes.
Transformamos a dor em poesia,
O passado é um eco, um suspiro no vento,
Somos versos vivos, em constante despedida,
A vida, uma dança cósmica, um eterno movimento.
“A minha compreensão sobre um conceito torna-se disruptiva quando minha cosmovisão amplia a interpretação e compreensão do ambiente e do contexto em que estou inserido. Essa visão de mundo permite identificar e explorar oportunidades ao reconhecer lacunas ou necessidades existentes. Em outras palavras, uma cosmovisão clara ajuda a criar soluções inovadoras ao revelar como preencher esses vazios e atender às necessidades específicas.”
Rafael Serradura, 2024
"Todo planejamento estrutural exige uma compreensão clara do propósito do design e da usabilidade. Todas as estratégias devem estar centradas nas fundações, pois é a base que garantirá a segurança necessária para a escalabilidade e expansão. Esse crescimento deve ser conduzido não com medo ou receio, mas com firmeza, ousadia e visão disruptiva."
Rafael Serradura, 2024
Sintonia com a natureza, minha essência.
Compaixão e compreensão aprendi a ter.
Contentamento é o que sinto em minha existência.
Na serenidade encontrei a felicidade.
Empatia, amor e compreensão
Tendo uma visão de que nem tudo o que vemos e percebemos é a realidade total. Que muitas coisas ficam fora da nossa percepção. E assim é para todos. Por isso, temos que aceitar essa nossa limitação para poder entender o outro, que também caminha conosco nessa mesma evolução.
O desamparo.
Dentro de inúmeros fracassos e acertos, erros e glórias, o aumento pela compreensão da insistência ha cada dia, a de ficar mais significativo, e tende a moldar a insignificante insuficiência de ser humano, de enfaixar e empatizar assim tão perdida aoutrora...Essa é o desamparo da simplicidade das percepções humanas.
