Poemas sobre chuva para transformar dias cinzentos em versos
O Sol sempre estará lá
A Lua também
O vento e a chuva, serão sempre os mesmos
O ar que você respira
As folhas das árvores
Tudo será a mesma coisa
Não importa em que país você esteja
Você terá Jet Lag, é essa é a única mudança que ira perceber
Despidos,
pobres bichos!
E a chuva a lhes umedecer.
Outros cantam!
Tais felicidades às avessas
parecem sorrir
risos saciados
sem sede
sem medos.
Em que reside a alegria?
Na água e milho
- Dirão eles!
E eu sem respostas
Sem cantos
Sem risos
Sisudo
cara amarrada,
Vestido!
Melancólicas gotas
Em dias de chuva, posso ser o” eu melancólico”
que mergulha na doce e profunda amargura de viver.
Em dias de chuva, meus versos são mais belos,
perpetuam sentimentos que nos dias de sol, não atravessam a alma da escritora que escreve.
O sentir nos dias de chuva é saudoso,
saúda a dor, a felicidade, o passado, o que nem existe, e o que está por vir.
Nos dias de chuva dá vontade de sair
sem nem saber onde ir, e perder-se de si.
Deixar de ser, e como gota de chuva
escorrer sem rumo e de repente como súplica,
rebentar-me na porta da tua morada.
E rebentando-me em paixão, saudar-ti-ei
com gotas Que percorrem o teu rosto,como choro que foi chorado nas noites de chuva, com o coração amontoado de sentimentos pelo amado.
Como amantes, que se amam às escondidas protegidos da chuva que cai lá fora.
A chuva acolhe o nosso mar de sentimentos, mar de
lágrimas, mar de saudade, mar de vontade, da vontade louca de escrever, sentimentos de chuva e de céu nublado no final da tarde.
Sentimento de vontade louca de percorrer pela tua boca,como a tua amante louca faz.
A minha mãe rezava,
malemal me lembro
O vento forte
Temporal
Frio
Chuva
Folhas perdidas...
A madeira da casa gemia
tremia em nós o anseio,
mamãe rezava;
Tenho certeza!
Raios luminosos
Insegurança escura
Mamãe tinha fé:
- Santidade,
no altar da minha saudade!
Chuva boa, inspira poesia!
Ernesto Henriques da Silva, que dizia
Em sua vida fadigada
nas noites chuvosas de trovas.
Chuva cai
chuva cai
águas de São Pedro
Trazendo as nuvens
vem regando
no agreste do meu sertão
De tão seco
de tão seco
morreu de solidão!
Lágrimas
Em um dia chuvoso derramo minhas lágrimas diante da chuva,e lá no fundo vejo o por do sol com seu mínimo brilho por causa das nuvens;
Em quanto em meus pensamentos só se passa uma coisa,quando virei novamente? Más o tempo frio é capaz de acalma meu psicólogico,mais ainda caiem lágrimas de meu rosto;
Nessa jornada meus pensamentos são confusos,e meu caminho é composto de saudade e uma grande dor em meu peito,quando olho para as antigas fotos em minha parede, me relembrando meu passado;
Más isso são tempo que vieram para me deixa forte,ou não.
encontrar
Olho para a chuva que não quer parar ,penso no meu Amor que não sei onde está ,ainda não o conheço, mas sei que
vou encontrar.
A chuva
essa chuva incessante quer nao quer parar, me faz pensar que sao lagrimas das nuvens que estão a rolar..
Amores e dores perdidas
Cativada seria a alma do viajante
Por as nuvens de chuva
Raios de sol
E brilho da lua
Pensaste que a paisagem
Daria lugar ao acaso
E que ao ouvir um sabiá
Lá estará (de contramão)
Em meu corpo não há lugar
Pra tamanha desventura
A flama de uma paixão
Que de sol se torna lua
E que coberto pelas nuvens
De repente, se vão.
Lista indecifrável e são pichados os muros,
são vastos ao oriundo desprezado.
Colher da mão, chuva,
dor e aplausos,
o teatro do desordeiro;
pálpebras inchadas e o berreiro,
arco-íris, céu azul,
no horizonte a nuvem vacila à cilada do poste,
a luz, a reunião,
pé descalço; canção.
Só mais essa,
"somente uma frase a mais que caiba bem.".
Sob o céu cinzento, a chuva cai incessante,
Um enredo sombrio se desenrola adiante.
O destino cruel tece sua trama trágica,
Onde armas e lágrimas marcam essa epopeia triste e dramática.
Dois amantes, outrora unidos pelo amor,
Agora envoltos em ódio e dor.
Gotas de chuva caem como lágrimas do céu,
Testemunhas silenciosas desse desfecho cruel.
Palavras afiadas como lâminas, cortam o ar,
O amor outrora intenso agora é dilacerado, sem reparar.
Em um turbilhão de emoções violentas,
As armas são erguidas, lançando sombras macilentas.
No momento fatídico, o tempo se congela,
A chuva, testemunha muda, não revela.
O som do disparo rasga a atmosfera úmida,
A tragédia culmina, a vida é subtraída.
As armas caem, impotentes e inertes,
Enquanto a chuva persiste, testemunha destruída e inerte.
Dois corações que uma vez bateram em uníssono,
Agora silenciam, abraçados pelo destino desumano.
E assim, o enredo trágico se conclui,
A chuva continua a cair, como uma melodia de adeus.
Nas páginas deste poema sombrio e triste,
Uma história de amor e dor que jamais será esquecida.
Que essa tragédia nos lembre da fragilidade da vida,
E das consequências de escolhas impensadas e perdidas.
Que a chuva lave nossas almas, trazendo redenção,
Para que jamais repitamos essa triste canção.
Não reclame do dia chuvoso, agradeça!
A chuva vem para hidratar, nutrir, o solo, as plantas, os animais e as pessoas.
Vejamos o quanto de água temos e não conseguimos sobreviver sem ela.
A chuva é a graça que contempla todos nós seres viventes.
Existia uma semente;
A água lhe trouxe vida;
Tempos de sol e de chuva;
Fizeram criar raízes;
O desejo do sol todos os dias;
Alegrava meu coração;
O mesmo coração que não entendia a razão da chuva nesta situação;
Hoje se faz bela, porque entende que foi a chuva que fez crescer e sol florescer.
Chuva interior
Sinto as folhas dobrarem com o carinho da chuva.
Fico encolhido como os pássaros.
O vento fica mais frio.
Sinto a brisa que entra pela janela.
Fecho os meus olhos e ela está dentro do meu ser.
Chorando não sei por quê?
Chove no meu interior!
A água transborda pelos meus olhos
Fico cego de dor!
Saudades de um grande amor
Talvez a vida tenha me deixado com muita dor.
Receio não ter mais dias alegres.
Minha alma está cinzenta como este dia
Iluminado apenas por raios perigosos.
Trovões e relâmpagos sacodem meu coração;
São registros de amores que se foram
E do amor que está por vir.
Ou simplesmente é uma chuva dizendo
Que o meu tempo já passou
E que é hora de partir...
Bons Momentos:
Chuva intensa lá fora, eu saboreando um café bem quentinho, que aquece o corpo; inspiração inesgotável para escrever, devanear, aquecer a alma. Uma gatinha e uma gatinho, ambos enroscados nas minhas pernas, bem perto de mim. Instantes plenos, tão aconchegantes. Gratidão, meu Deus, eu te louvo, e te agradeço pelas bênçãos derramadas nas nossas vidas.
Plurais
O tempo nublou
e a chuva virá
ao anoitecer.
Falta humanidade
e botes Salva-vidas.
Discursos plurais,
razões singulares.
Pobre gente!
Em mãos que metem a mão
o poder apodrece.
E o mal floresce.
...Eu preciso de você agora aqui. Como o guarda chuva na fina precipitação da natureza.
Eu até aceitei as decisões, que não chove por mim, mesmo que eu seja a própria sorte dela.
Iminente
Meu amor por você é tão, tão iminente!
Quente como a chuva que brota das nuvens
E desperta lá dentro arco-íris tão bonitos.
É infinito prazer esse seu oceano
dentro da minha lagoa estou de boa
Coração em paz e a alma jamais atoa..
É assim que fica o pensamento
serena luz eterno por você.
Esse querer mais do que bem querer
saber como você está.
tudo sempre lilás silenciosa como tu gostas.
O sol estalado no céu de um abraço seu
calor do teu corpo no meu.
E dentro de um segundo lindos sussurros
Eu borboleta a beija a flor dos seus olhos.
E num estante o desperta dos mundos e é tão profundo!
Quando o coração te sente sentimentos quentes.
Não é prudente acordar agora desse sonho.
Eu te proponho se a vida algum dia ter a audácia te ferir...
Permita eu chegar com calma e cuidar da sua alma.
Eu só desejo te ver sorrir para mim nada é mais divino.
Que ouvir o sino do seu coração tocando para mim. Amém amor!
