Poemas de Casa
Ei, psiuu…casa comigo? […] Vem para cá, vem pro meu lado, me namora, me cuida, me ama, me cheira, me beija, me abraça e por fim me pede para eu casar, eu vou dizer que vou pensar mas no fim vou aceitar, vou entrar na igreja toda de branco e você vai ta de terno, vai se o nosso show e quem tiver na igreja vai se emocionar quando lentamente eu entrar, eu vou ta nervosa e vou entrar e vou olhar diretamente em teus olhos, eles vão-me acalmar como sempre e eu vou sorrir e quando eu chegar na sua frente não vou-me conter e vou-te beijar antes mesmo do padre finalizar, eu vou dizer “sim” e você vai dizer “deixa eu pensar”, eu vou olhar para tua cara nervosa, você vai sorrir e vai dizer “claro que sim”, eu vou-me emocionar e você vai-me abraçar, a festa do nosso casório vai ser em uma praia, os convidados vão nos apreciar enquanto dançamos a nossa música, eu vou repousar minha cabeça já cansada no teu ombro e ai você irá saber que é a hora de você tomar para si a sua esposa, você vai-me olhar com carinho, irá me puxar sairemos escondidos, pegaremos o carro e em alta velocidade iremos para nossa casa, nosso canto, nosso ninho, não iremos esperar nem passar pela porta , você vai-me pegar no colo vai-me beijar na calçada mesmo vai-me levar para dentro de casa, vai-me colocar no chão e vai-me encostar na parede vai-me beijar, me abraçar, me ter, vai ser meu e eu vou ser tua, vamos deixar tudo cair no caminho até o quarto e lá, bom…ah lá, lá vai ser nosso ninho. Psiu…casa comigo para nós realizar, casa comigo para nos se amar, casa comigo para nos se estressar, para nos brigar, para nos não se falar, casa comigo para nos fazer as peses, ter uma casa e um cachorro, casa comigo para nos quem sabe ter um bebê para chamar de filho, casa comigo para nos ter uma família imperfeita.
Eu fico imaginando sua casa e seus amigos. Com quem você se deita, quem te dá abrigo. Eu me lembro que eu já contei com você
Um verão no exterior, mas, quando viajar para longe de casa, é sempre bom levar uma velha amiga consigo; Pedregulhos e Café de Flore. Serena interditou a margem oeste e tornou-se a nossa musa. Enquanto isso, Blair reina na margem leste, visitando lojas e lendo os clássicos e experimentando doces feito uma Maria Antonieta moderna. Ouvimos que as histórias de Serena são quentes, e as de Blair, estão mais para um fracasso. Ela fez compras em Saint Laurent e jantou no Drouant, mas o único homem que B. teve nesse verão, está em sua tiara.
Acho que sábado é a rosa da semana; sábado de tarde a casa é feita de cortinas ao vento, e alguém despeja um balde de água no terraço: sábado ao vento é a rosa da semana. Sábado de manhã é quintal, uma abelha esvoaça, e o vento: uma picada de abelha, o rosto inchado, sangue e mel, aguilhão em mim perdido: outras abelhas farejarão e no outro sábado de manhã vou ver se o quintal vai estar cheio de abelhas. Nos quintais da infância no sábado é que as formigas subiam em fila pela pedra. Foi num sábado que vi um homem sentado na sombra da calçada comendo de uma cuia carne-seca e pirão: era sábado de tarde e nós já tínhamos tomado banho. Às duas da tarde a campainha inaugurava ao vento a matinê de cinema: e ao vento sábado era a rosa de nossa insípida semana. Se chovia, só eu sabia que era sábado: uma rosa molhada, não? No Rio de Janeiro, quando se pensa que a semana exausta vai morrer, ela com grande esforço metálico se abre em rosa: na Avenida Atlântica o carro freia de súbito com estridência e, de súbito, antes do vento espantado poder recomeçar, sinto que é sábado de tarde. Tem sido sábado mas já não é o mesmo. Então eu não digo nada, aparentemente submissa: mas na verdade já peguei as minhas coisas e fui para domingo de manhã. Domingo de manhã também é a rosa da semana. Embora sábado seja muito mais. Nunca vou saber por quê.
Em minha casa, tudo tem sentido, tudo me traz referências. Gosto de comprar coisas e arrumá-las em torno de mim. Assim, quando me perco, a casa me situa.
Nossa família, nossa casa, nossa energia, nossa essência e os frutos de uma grande batalha que muitos não acreditaram, pois estamos tendo vitorias nas batalhas, mas sei que nunca haverá vitoria nessa guerra, pois os verdadeiros guerreiros sempre estão lutando, pois eles nunca desistem!
Podemos plantar uma casa. Podemos construir uma árvore. Eu não ligo mesmo. Podíamos fazer todos os três.
Ando triste esses dias. Sem vontade de fazer nada, sem vontade de sair de casa. Estou cansada; cansada das pessoas me julgarem por quem eu sou. Tô cansada de ouvir conselhos que não me agradam e não me ajudam em nada. Tô cansada de esperar por alguém que nunca chega. Esperar já não tem sido tão fácil. Estou cansada de tudo. Minha vida hoje, infelizmente não é como eu gostaria.
Bom dia!
Que o seu domingo seja aconchegante e tranquilo. Que a paz e o amor predominem em sua casa e em sua família. E que Deus cubra o seu dia de bençãos infinitas!
Minha mãe me ensinou a ter paciência. Ela sempre dizia: "espera teu pai chegar em casa e você vai ver só".
Eu não sou líder. Vim porque não tive escolha. Eu vim para salvar minha casa e as pessoas que eu amo.
(...) minha tese é de que tenho mais chances de ler um livro que esteja aqui em casa do que outro que ficou na livraria
No mundo, casa-se com a pessoa que se ama. Eu escolhi amar a pessoa com quem me casei! Este é o segredo de um casamento feliz!
Indepedência é muito mais do que comprar um carro e sair de casa. É não depender das opiniões das pessoas, não viver por ninguém, se desligar das tendências, mas principalmente crescer.
- Você não o precisa de nada para ser você mesmo!
Sou mulher para sair, para ficar em casa, para namorar, para ser solteira, para rebolar, para gritar, para calar, para lutar. Aliás, eu sou o que eu quiser!
"Vá para casa, tome conta do negócio de seu pai, cuide de seus pais na velhice deles. Case com a moça que está à sua espera, seja leal, seja simples, seja humilde. Esconda sua virtude, viva em silêncio."
Lá está ele, em uma casa solitária, com luzes acesas. Na estante, fotografias antigas, pessoas importantes, momentos que o fazem lembrar do que passou e se perguntando onde estão aquelas pessoas. Não há ninguém ao seu lado, com exceção de seu fiel animal que o olhava, deitado naquele chão, ele sempre ficava naquele canto da sala quando chegavam, ficava lá até o cair da noite, o qual acontecia minutos depois da chegada deles. Não vejo ninguém ir lá há tempos. Não consigo ver com nitidez o que ele está fazendo por conta da janela embaçada, devido aos pingos de chuva, a tarde estava escura, diferente de seus cabelos. Mas parece que estava sentado, na velha poltrona, de olhos fechados, com seu amigo, o qual recebia carinho. Com a outra mão segurava aquele retrato, como sempre fizera. Depois de alguns instantes, um barulho, seguido de um latido, semelhante a um uivo. -Finalmente as luzes foram apagadas. -
Sê atento sobre ti mesmo até em tua própria casa. Cuida de nada fazeres mesmo no lugar mais secreto, de que te possa enrubecer.
