Poemas de Casa

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Certa vez em uma viagem vi um lindo jarro para decorar, minha casa, como o dinheiro não era suficiente agradeci,mas o simples dono do estabelecimento praticamente me convenceu a çevar o objeto,e eu pagaria depois, mas como se eu não sei se ainda volto a essa cidade?E se eu não te pagar o senhor irá perder, mas o homem falou eu perderei caso não me pagues depois, mas você perderá muito mais pois sua consciência não o deixará em paz.

Hoje eu saí de casa tão feliz, que nem me lembrei que em algumas horas a tristeza bate, me sacode e me faz sentir dores que eu não imaginava que continuavam ali.

Ando pelas ruas e vejo tanta felicidade nas pessoas... gostaria que em casa também fosse assim, mas ninguém consegue fingir o tempo todo.

Quem se casa está bem, quem não se casa está melhor". (Agostinho de Hipona)

Eu amo a natureza. Me sinto em casa, me sinto em paz quando estou com ela, quando estou nela. Me sinto parte dela. A verdade é que todos nós, todos os seres vivos, somos parte dela.

Uma mulher tem que se olhar no espelho antes de sair de casa, nem que seja somente para sorrir e acreditar que o dia será bom.

Se Lar e Casa fossem iguais não teriam nomes diferentes. A maioria vive a vida na busca de uma Casa e esquece de edificar um Lar.

‎"Não visite o passado com tanta frequência. Lembre-se que você tem casa e ela fica no presente."

E por isso eu queria ter um animal de estimação, um cachorrinho solto pela casa. Porque quando você ama um cão, ele te ama também. E eu queria algo onde pudesse pôr o meu amor.

“Naquela noite, quando retornei pra casa e agarrei meu travesseiro, senti saudades. Foi estranho.”

Se é possível obter água cavando o chão, se é possível enfeitar a casa, se é possível crer desta ou daquela forma, se é possível nos defender do frio ou do calor, se é possível desviar leitos de rios, fazer barragens, se é possível mudar o mundo que não fizemos, o da natureza, por que não mudar o mundo que fazemos, o da cultura, o da história, o da política?

Paulo Freire
Pedagogia da indignação: cartas pedagógicas e outros escritos. São Paulo: Unesp, 2000.

Tô loco de faceiro tchê! Me convidaram pra ir a casa do Patrão Celestial.
Salmos 122:1

Cheiro de café moído na hora. Logo sinto saudades da casa da vovó, das histórias que contava, me ensinou a nunca esquecer o meu sertão.

Sou uma pessoa à moda antiga, que gosta de almoço de domingo com a casa cheia de criança correndo de um lado para o outro, que gosta de tomar banho de chuva, raspar a panela de canjica da vovó, andar de pés no chão, assistir filme comendo brigadeiro e pipoca, enfim gosto de tudo que tenha sabor de infância, pois esta é uma fase em nossas vidas que passa tão rápido e muitas vezes nem aproveitamos tanto quanto deveríamos.

Tenho saudade até das pequenas coisinhas. De ir dormir na sua casa e passar a madrugada conversando (…). De falar sobre nossos medos - que eram tão diferentes e tão parecidos - com conselhos e compreensões, com brigadeiro, hambúrguer, bacon ou qualquer outra coisa indigesta demais para as quatro da manhã. De você inventando histórias sobre como eu conheceria o homem da minha vida (e eu sempre te interrompia, porque você gostava de histórias em que eu era atropelada). De não ter que ir embora correndo no dia seguinte. Saudades de ficar na piscina e de você tirando mil fotos (…) Faz falta demais. Não só porque o tempo passou e nossas agendas parecem cheias demais pra se encaixar um prazer, mas porque nós mudamos muito. Aquelas duas meninas já não existem. Elas não têm espaço nesse mundo sujo, só cabem na lembrança colorida e leve, nas brincadeiras que inventavamos outro dia pelas ruas da minha casa.

"Se você está construindo uma casa e um prego quebra, você deixa de construir, ou você muda o prego?"

Nós dois com o mesmo sobrenome, com a mesma casa, com o mesmo amor. Aguarda, tudo dará certo.”

Que a alegria do Natal invada sua casa e faça morada por todos os dias do novo ano. Feliz Natal e Feliz Ano-Novo!

Ontem, quando cheguei no portão de casa, olhei para trás e vi um cara esquisito, com uma expressão cansada, parecia que carregava o mundo nas costas. Era eu, quase não reconheci.

É perigoso abrir certas portas. Às vezes, o vento intruso que entra, impregna a casa de saudades.