Poemas de Casa
O construtor sábio põe o alicerce da sua casa na Rocha, porque na areia só da trincas, infiltrações e avarias.
volta pra casa esquenta a cama e o meu lugar. Diz que me ama esse orgulho faz me maltrarar. Vem pros meus braços, entre eles tem um coração, pois o futuro, não depende de ser ilusão. Volta de novo,nessa cama pra eu te beijar, diz que me ama, e que nunca mais vai me deixar....(canção)
Acompanhe de perto a vida de uma dona-de-casa: nem ela sabe se é dona de sua vida, quando só cuida da sua casa.
A Casa de Deus nunca foi um clube social, onde a maioria frequenta por interesses pessoais, ignorando em grande parte, quando estão fora, a sua identidade espiritual.
Em sua casa deve haver paz, alegria, atitudes positivas e conversas amigas em torno da Palavra de Deus, onde a praticidade doméstica e o relacionamento sadio e a mútua cooperação promovem o bem-estar, o crescimento e a edificação espiritual de todos.
Um dia a casa cai; se não cair, precisa de reforma; se não reformou, quem mora nela vai junto: assim é a vida sem a presença de Deus.
Toda casa tem um réu e uma vítima, bastando olhar para o primeiro que abriu a boca para proferir maldições, convidando espiritualmente a entrada de demônios.
O cartão de visita da sua casa pode ser a sala bem arrumada. melhor ainda se o seu coração estiver santo e limpo todos os dias para receber a visita de Deus.
Qualquer sociedade e comunidade livre que não respeita a ultima morada de seu mortos, é fadada a barbárie, a incivilidade e a destruição justa e merecida entre os vivos.
As jóias de crioula, adornos confeccionados em ouro e prata, presentes na comunidade afro descendente escrava e liberta brasileira dos séculos XVIII e XIX, se subdividem em três ramos. O primeiro das jóias, confeccionadas pelos senhores escravocratas que adornavam as escravas que serviam como empregadas domesticas a residência colonial, como símbolo de opulência e poder. O segundo, das jóias de axé, confeccionadas por razoes devocionais as matriarcas das casas de santo, da cultura das religiosidades afro brasileiras. O terceiro, as jóias confeccionadas pelos escravos de ganho, auxiliares dos oficiais de ourives, para adorno das ex - escravas alforriadas como símbolo de afirmação de liberdade na sociedade, por prestigio e poder. Usadas abundantemente durante as festas dentro da comunidade da época.
Teve momentos que a única coisa que eu queria era voltar para casa (a casa dos meus pais, minha infância, seus cuidados).
Em tempos de reclusão, a palavra vale mais que a fotografia. É das palavras de afeto que realmente sentimos falta; da boca do interlocutor que é a moldura dessa saudade.
