Poemas de Amor de Fernando Verissimo
Boa tarde amigos, olhar pra frente é essencialmente importante, pois atrás nada tem que se possa aproveitar, se algo ruim aconteceu, resta a dor; Se algo bom aconteceu, resta a saudade, não quero sofrer de dor e nem de nostalgia, prefiro olhar pra frente e viver o que a vida me apresentar, não sofrer pelo que a vida já me apresentou!!!
A amizade é um bem precioso, a confiança acompanha a amizade lado a lado, uma vez perdida a confiança, a amizade certamente se desfez!!!
Quantas vezes eu tive que dizer adeus, não foram poucas, fui nômade dos tempos modernos, e hoje sou escravo da saudade de tudo que deixei no passado.
O que é nosso nunca se vai, por mais que queira, sempre estará presente. Se for, na hora certa voltará, e se não voltar, é porque não era nosso. Melhor assim. Doer, dói, mas somente uma vez. E nada melhor que o tempo para mostrarmos o melhor caminho. E isso não é frieza, é maturidade. Nada dura para sempre, nem as dores, nem as alegrias. Tudo na vida é um aprendizado, tudo na vida se supera.
por mais que a vida esteja apertada nunca pare de buscar a Deus pois é ele o unico que pode te ajudar!
Sonho a cada segundo em tem uma oportunidade divina de lhe conhecer, pois você invade meus pensamentos, meu sono e até meu desejo!
Eis uma grande diferença entre o tolo e o sábio:
O tolo, com sua tolice se recusa a aprender, achando que sabe tudo; Já o sábio, nunca se cansa de aprender, entendendo que nada sabe!!!
Nós estaremos sempre nos surpreendendo com alguém ou alguma coisa, seja positivamente ou não... e acredite, ambos nos fará crescer!
Em volta há ruídos de pandeiros com fitas coloridas, assobios de flautas, violas e tambores. O vinho corre, os cigarros passam de mão em mão. Nos olhamos dentro dos olhos esverdeados de mar, nos achamos ciganos, suspiramos fundo e damos graças por este ano que se vai e nos encontra vivos e livres e belos e ainda (não sabemos como) fora das grades de um presídio ou de um hospício.
O mundo a minha volta está caindo, desmoronando. As pessoas choram, gritam, se odeiam e se matam. E eu no meio de toda essa confusão com um sorriso no rosto. Um tolo sorriso apaixonado.
As pessoas me diziam pra acreditar, pra sorrir, pra amar e pra lutar enquanto eu ainda era capaz. Me diziam pra fingir também, pra fingir ser feliz.
As pessoas dizem: Eu sinto muito. Mas no fundo elas sentem tédio. Ninguém é bom o bastante para nos poupar da mentira, olhas a dor e ignorá-la, todos tem que sentir muito por algo que na verdade nem os interessa.
Sei que a culpa foi minha, por isso que corri atras do perdão e me agarrei a ele como a última esperança inócua da minha existência, e me ajoelhei aos pés da sua piedade para que tivesse pena do meu amor. Do NOSSO amor.
Com você é diferente, com você eu posso sorrir sem ter medo de chorar, e chorar sabendo que depois irei sorrir. Com você eu posso amar, amar e amar e me cansar e depois amar novamente. Com você eu posso brigar e fazer as pazes sabendo que terei pleno perdão. Porque você é o meu refúgio, meu alento, meu tudo. Você é alguém que nunca esquecerei e alguém por quem nunca desejo ser esquecido.
Mas como ignorar que as atividades exploratórias de um país sobre os recursos naturais de seu território refletem nos outros Estados soberanos? Como justificar a incidência dos danos ambientais que não respeitam linhas demarcatórias? Enquanto o Direito Comunitário, exemplificado pela União Europeia, se desenvolveu pela livre iniciativa dos países em transferir parcela de sua soberania para um ente supranacional, o Direito Ambiental acaba por ser um direito transnacional de fato, que em razão de sua matéria, limita a soberania estatal em prol da existência de uma melhor qualidade da vida humana.
Não vale a pena falar sobre meus problemas – são muito meus, você não poderia me ajudar. Também não vale a pena fingir um equilíbrio que não tenho. A gente tem que descobrir maneiras – sejam quais forem – de ficarmos fortes.
E ficamos nessa de vai e não volta, nessa indecisão de uma certeza, na negação de uma vontade. Eu te amo e você me ama, mas o nosso amor não é o suficiente para nos unir. Precisamos de algo que ainda não temos.
Descobri — numa carta de Clarice Lispector para Lucio Cardoso — que polisipo, em grego, significa “pausa na dor”. Têm sido, estes dias, polisipos.
