Poemas de Amor de Fernando Verissimo
Colibri vem provar meu pólen mel, exposto a te esperar, no sol e no luar, ousada flor implora amor debaixo do céu
Estávamos nas nuvens e para nós as estrelas piscavam ritmadas ao nosso amor. Foi você me levou às nuvens, me fez amar astronomia, mas você era apenas visitante desses espaços, você descia sempre, enquanto eu explorava e avançava. Até que um dia você desceu tanto que não pôde mais voltar. Te espero na mesma dimensão, anseio ouvi sua voz rouca de noite a dizer palavras maior que todo esse caos que você criou, quero gestos mais lindos que as minhas descobertas. Vem! sobe outra vez, vamos viver aquela história que nós nunca demos um NOME.
E se o amanhã chegar, que eu me envergonhe desse amor choxo de hoje e possa amar com um amor mais solidificado.
Guardei os segredos da manhã, a musa inoscente á revelá-se. O amor chega em nau longínqua, arrasta tarde adentro sentimentos fugitivos que des culpado procura a escuridão da noite fecha os olhos a neutralizá-se.
O respeito á natureza é patriarca, é carro chefe, é amor singular que protagoniza a vida. Sem ele não não existe outros respeitos.
A caça:
Eu leoa sem alcatéia, sem estratégia, mirei-te na emboscada, neste amor campestre, embrenha-me em ti, a quilômetros de mim.
Quando verdadeiramente é amor, não conseguimos descrever em palavras o quanto se ama; não é possível transmitir, somente sentir.
... E quando encontramos o amor, não existe nada que te faça mais feliz do que viver momentos inesquecíveis com quem sempre estará ao seu lado para lembrá-los.
"O amor quando e abundante, tem que saber distribuir aos poucos, pois uma grande dose de ingratidão pode até matar."
"O dinheiro nunca vai mentir pra você, e o amor nunca vai pagar suas contas. Então foque em dinheiro que jamais lhe faltará mulheres, foque em mulheres que sempre faltará dinheiro."
O amor é necessidade, estado de aparência, estética social. Amor é falta de segurança, é dependência, vácuo de si. Amor não é sentimento, talvez uma busca da satisfação das diversas carências do organismo e de suas peculiaridades. O amor é uma busca intensa da compreensão e do prazer, visto como aparências e necessidades, como rituais que exigem esforço recíproco entre dois e repetição contínua. A busca do amor ao outrem é uma exigência de prova, que não busca em si mesmo, “logo o amor não existe”. Buscar o amor próprio no alheio parece imprudência com as próprias certezas, não passando de umas fantasias, conto de fadas. Parece mais: o amor é uma falta de amadurecimento das emoções. Assim não existe prova de amor, apenas uma manipulação, poder de convencimento, e, quanto mais o: “eu te amo”. Muito mais o: “eu te preciso”. O: “você para as minhas necessidades”. O amor é um sinal de posse, poder egoísta, é um sentimento acima do senso de justiça. Assim foram criados por um meio: o amar. Sendo o mesmo meio: o Fim. (A. VALIM).
O amor não é suficiente para felicidade, devido a uma dependência das circunstâncias harmonizáveis entre o bem e o mal. O bem e o mal são estabelecidos por Deus entre a serpente e a mulher, entre o homem e a maçã; entre o céu e o inferno. Para tudo Deus e o Diabo são os personagens da vida. Como explica a maldade divina: Gênesis 3;15: " Porei ódio entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a dele.
O amor está entre o céu e o inferno, situado entre os poderes de Deus criador da fortaleza e da ruína, uma fraqueza da pequenez humana, ao mesmo tempo em que não existe céu ou inferno, o amor é capaz de sobrepô-los.
Todo saber, toda a verdade é opinável, tão mal quanto o vício, ódio, amor e fanatismo, são produtos capaz de torna-los os homens imorais.
O poeta precisa de um desajuste, um amor indigente, um desejo nunca saciado e por fim mal correspondido.
Entre todos os poderes enaltece-se o amor, visto como sintoma da fraqueza, da dependência e da insegurança. A proteção divina é invisível, mas é dada pelo amor incondicional a Deus onipotente.
