Poemas da Pátria

Cerca de 12585 poemas da Pátria

... no
Brasil às avessas,
Leis outrora respaldadas
no bom senso - na aplicação
e proteção do que seja o justo,
conciliador - foram reduzidas
a artigos de uso
pessoal!

... vive
o Brasil a sua fase
mais 'kafkiana', em que
o poder não é fundamentado
na retidão e equilíbrio dos
moderados, mas sim na
inépcia e deformidade
dos abusivos!

... o cenário
de terra arrasada que
tomou conta do poder no Brasil,
nos remete à frase do saudoso jornalista
Paulo Francis: "Godzilla sempre morre
no fim, mas causa um estrago
dos diabos"!

No Brasil às avessas, a verdade — somente
a verdade enada mais do quea verdade — é acusadade arbitrária, distorcida e,
sobretudo, desprovida de
qualquerescrúpulo!

Educação "ultra-passada"


O modelo educacional adotado no Brasil nas últimas décadas pode ser considerado ultrapassado, pois já não atende aos anseios de uma juventude imersa na era digital. Essa desconexão é agravada por metodologias obsoletas, nas quais muitos profissionais, por falta de formação continuada, ainda replicam o tradicional modelo de memorização passiva. Soma-se a isso a escassez de infraestrutura tecnológica nas escolas públicas, que acentua o abismo entre a realidade escolar e o dinamismo do século XXI, transformando a sala de aula em um ambiente desestimulante. Essa engrenagem falha se retroalimenta na base: o magistério perdeu prestígio e, lamentavelmente, passou a recrutar justamente os estudantes com menor desempenho no ensino médio. Sem salários competitivos ou um plano de carreira que garanta a ascensão profissional, a docência deixa de ser uma escolha de excelência, comprometendo a renovação intelectual de que o sistema tanto necessita.

É perigoso o resto do mundo acabar e sobrar só o Brasil… Para cada maluco aparece um maluco e meio.


E talvez o mais inquietante não seja a quantidade de “malucos”, mas a naturalidade com que nos acostumamos a eles.


Aqui, o absurdo já não pede licença — ele entra, se espalha pelo chão ou senta no sofá, opina sobre tudo e ainda ganha plateia.


O exagero vira folclore, o delírio vira narrativa, e, quando percebemos, já estamos rindo do que antes deveria causar silêncio.


O Brasil tem essa estranha capacidade de transformar tensão em piada, crise em meme, tragédia em comentário espirituoso.


É um mecanismo de defesa, sem dúvida — mas também pode ser uma anestesia muito perigosa.


Porque quando tudo parece ridículo demais para ser levado a sério, a gente corre o risco de não levar mais nada a sério.


E nesse terreno fértil, onde o improvável brota fácil, cada voz dissonante encontra eco.


Não importa o quão desconectada da realidade ela seja — sempre haverá alguém disposto a amplificá-la, a reinventá-la, a levá-la um passo além.


Um maluco nunca anda só; ele é sempre o início de uma pequena multidão ainda em formação.


Talvez o verdadeiro risco não seja “sobrar só o Brasil”, mas sobrar um Brasil que já não estranha mais o que deveria estranhar.


Um país onde o espanto foi substituído pela ironia permanente, e a crítica deu lugar ao entretenimento.


Porque, no fim, quando tudo vira espetáculo, até o caos encontra aplauso.


E aí, o problema já não é quantos “malucos” existem — é quantos de nós ainda conseguem reconhecer que algo saiu do lugar.⁠

⁠Às vezes, a Justiça resolve dar o ar da graça no Brasil só para o povo insistir em acreditar que ela ainda existe.


E, quando isso acontece, vira quase um evento.


Um alívio coletivo, uma fagulha de esperança em meio a um cotidiano marcado por descrédito, morosidade e seletividade.


A sensação é de que algo finalmente funcionou — não como exceção deveria ser, mas como regra que raramente se cumpre.


O problema é que a Justiça não deveria surpreender.


Não deveria soar como milagre, nem como concessão ocasional de um sistema que parece escolher quando agir e, principalmente, contra quem agir.


Quando o básico vira motivo de espanto, é sinal de que o alicerce já não sustenta com a firmeza que deveria.


Essa aparição esporádica da Justiça cumpre um papel curioso: alimenta a esperança ao mesmo tempo em que mascara a falha estrutural.


Porque basta um caso emblemático, uma decisão firme, para reacender no imaginário coletivo a crença de que “agora vai”.


Mas o “agora” quase nunca se sustenta no depois.


E assim o povo segue — oscilando entre o fio da navalha da descrença e da necessidade de acreditar.


Porque desacreditar completamente é admitir um vazio perigoso demais.


A fé na Justiça, ainda que ferida, funciona como último fio que impede a normalização total do absurdo.


No fundo, não é que a Justiça não exista…


É que, muitas vezes, ela parece muito distante, intermitente — quase como uma visita muito mal-educada, daquelas que chega sem aviso, resolve algo muito pontual e vai embora antes de explicar por que demorou tanto.


E enquanto ela aparece apenas “às vezes”, o que se consolida no restante do tempo não é a ordem, mas a dúvida.


E um país que duvida constantemente da sua própria Justiça — aprende, aos poucos, a conviver com aquilo que jamais deveria aceitar.

12/10 🇧🇷 Dia de Nossa Senhora Aparecida
e Dia das Crianças


BRASIL!
És uma Nação abençoada por Deus, pela natureza e por suas riquezas.
Um solo enriquecido pelo imenso patrimônio da miscigenação de povos, suas culturas e suas lutas.


É preciso ter fé!
Fé na força do nosso povo trabalhador, para que nunca percamos o ânimo de acreditar no progresso e na coexistência pacífica entre as nossas diferenças.


É preciso ter fé para que possamos legar um bom exemplo e um futuro promissor às nossas crianças e jovens.


Que a nossa fé, expressa em caminhos tão distintos, se una em prol de um bem maior
para a nossa amada Nação.


Que Nossa Senhora Aparecida
(Padroeira do Brasil) ,
sincretizada na Umbanda como a doçura de Mamãe Oxum, lave a alma da nossa Pátria.
Que suas águas sagradas purifiquem o país de todo o mal, trazendo resiliência e coragem ao povo brasileiro, especialmente à juventude.


Salve as crianças!
Nelas reside o amanhã.
Em nós, a responsabilidade pelo presente
que construímos para elas.


Que a nossa jornada seja costurada com os fios da bondade e da sabedoria, pelo bem maior da nossa Pátria.
✍@MiriamDaCosta

Você não sabe
e tampouco viu,
A minha poesia
tem asas
capaz de voar
pelo Brasil
onde a noite caiu:

Por ousadia ser
a memória
de milhões de caídos,
A memória
dos desaparecidos,
E ser a voz dos
que não tem voz
na América Latina.

Caiu a noite aqui
em Santa Catarina,
Onde as estrelas
estão próximas,
A pressa é mais
do que urgente
e a Lua sempre
deslumbra
os campos do Sul.

É exatamente lá
no km 36, na BR-470,
em plena Gaspar,
Não preciso nome
e sobrenome
mencionar,
Todos conhecem
quem são muito bem:
Eles querem a todo
o Jequitibá-Rosa
e outras jóias raras
a todo custo derrubar.

O Etnocídio Silencioso através das IA's


O Brasil e os países da América do Sul precisam ficar atentos ao perigo do "softpower" das inteligências artificiais para que não venha acontecer a destruição da cultura e do modo de vida dos nossos povos, ou seja, todos nós estamos sob o risco de um silencioso etnocídio.


Se não houver olhares atentos sobre a falta de treinamento das IA's no tocante as nossas culturas, modos de vida, fauna e flora, tudo o quê é nosso estará sob o risco de desaparecimento daqui a alguns anos.


Uma forma de verificar o quê estou falando é pedir imagens para as IA's de qualquer elemento das nossas culturas, flora e fauna, que vocês verão a imprecisão grotesca das imagens.

Da onde a minha ancestralidade
veio e por onde teve que caminhar,
não troco o meu Brasil Brasileiro
serenamente nenhum outro lugar.


Parte de mim também é indígena
e convicta sob a Timbaúba florida
tenho razões para me inspirar
seja na terra, na água ou no ar.


Não adianta insistir porque
a minha mente não vai mudar,
e o seu tempo comigo irá gastar.


Sei que tudo e todos passam,
e escolhi não deixar me perturbar
porque tudo e todos vão passar.

A Muirajuba que floresce
também no meu Brasil,
traz a conexão profunda
com a América do Sul,
em dias alegres ou tristes,
Faz lembrar que no coração
floresce sob o céu perenal
com apego e total devoção
a nossa chama austral.


A herança do Sul do Sul;
o olhar de romance
que continua invicto
com um quê de lirismo,
mesmo diante de tudo
isso o quê se passa lá fora.


Tipo pinha plantada
pela Gralha-Azul na terra
assim sigo porque tenho
poesia que não se encerra
sem clamar por plateia.


História viva nas veias,
amor e ternura na memória,
quero crer que se perpetua
forte ti mais do que nunca.

Conheço o meu Brasil Brasileiro,


na palma da mão e por inteiro,


Do Maranhão ao Rio Grande do Sul


o meu oceano é o Atlântico Sul.






Seja na terra, na água ou no ar,


o coração por ele bate intocado,


Nutro o romântico e apaixonado,


e não há que seja capaz de desviar.






Se amar é questão de acertar,


nem mesmo a tempestade será


capaz do amor na vida dispersar.






Sempre que quando todos se vão,


a permanência integra ao chão


não me permite jamais a evasão.

Ah! Sinto forte e bem daqui,
do meu Brasil Brasileiro
que estas oitavas de final
nos trazem à tona e com tudo
a lembrança sentimental:
de que a América Latina
deve seguir inabalável, unida,
consistente, igual para igual,
e de maneira transcendental.


Elevo, com a máxima ternura,
a minha América do Sul,
na altura do Hemisfério Austral,
desejando o mais monumental
com o amor que é fundamental.


No coração, as inabaláveis,
Argentina e a Colômbia,
ocupam o espaço sobrenatural
do desejo que surpreendam
o mundo com o mais fenomenal.

Aprecio a dança das flores


do Sabugueiro-do-brasil


enfeitando o caminho,


Destino tal que por aqui


ainda não nos encontrou.






O mundo não me mudou,


nunca me esqueci


do que sempre encantou.






Continuo a mesma


arraigada ao que é do chão,


Coração singelo que é


também canteiro de flor,


rende culto ao amor.






Tive infância de tosse


curada por xarope de mel


com assa-peixe porque


cresci no meio do nada,


Ali, a poesia de hoje,


convicta já acompanhava.






Conheço a Mata Atlântica


que é Pátria da minha Pátria,


fazendo-a sempre relembrada.






Com inspiração emocionada,


mostro flores e frutos de tudo


o que foi, é e entre nós será,


Porque todos os dias nasce


uma razão que nos apaixonará.

O senhor pode abrir o portão,
no Brasil não quero invasão,
Se assim for, irão
sobrar cabeças batendo
no portão e ora no chão.


Vai ter bolinhas de gude de montão
sendo jogadas no chão
dia sim e no outro dia também,
vai ter muito escorregão.


Amém, amém e amém.

Não sou contra a cooperação com os EUA no combate ao crime. Cooperação com Brasil já existe há anos e pode vir a ser aprofundada.


Cooperação é diferente de intervenção, mas depois da última reunião que o Secretário da Guerra teve com o Escudo das Américas, ele pediu para que os países deixem o Tribunal Penal Internacional (TPI) que sei que não é perfeito e carece de muito aperfeiçoamento.


O TPI é um tribunal que não serve só para crimes de guerra, mas também crimes de genocídio que governos podem praticar contra os próprios cidadãos.


O que o Secretário da Guerra pediu pode custar muito caro para todos os povos das Américas.


Que os EUA não queiram continuar sem entrar é uma escolha que atende aos anseios da administração deles, e penso que cada um no seu quadrado.

O Brasil sempre foi lugar de gente feliz mesmo com todas as dificuldades.


Faz um bom tempo que demonstrar bom humor e leveza incomoda alguns de forma que parece que a pessoa está cometendo um crime.


Normalizem novamente o sorriso, o bom humor e a gentileza.

“Patriotismo, para alguns, é apenas Futebol na Copa do Mundo. Mesmo assim, só se o Brasil ganhar!”
Frase Minha 0009, Criada no Ano 2006

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Já que no Brasil, para Alguns, jogo é 'game'; animal de estimação é 'pet'; criança é 'kid'... Por que papagaio não é logo chamado de 'parrot' e papagaiada, de 'parroted'?"

Frase Minha 0022, Criada no Ano 2006
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com