Poemas da Pátria
HINO NORDESTINO DO BRASIL
Ô meu Brasil de sol queimando
De mandacaru florescendo
Do vaqueiro forte lutando
E do povo nunca se rendendo.
Terra de fé e de coragem
De sanfona, verso e oração
Que transforma a dor da viagem
Em esperança no coração.
Do sertão ao verde da mata
Do agreste ao mar de anil
Cada canto dessa pátria
É um pedaço do Brasil.
Respeite esse chão sagrado
Que tanto filho já criou
Com suor foi cultivado
Com amor se levantou.
Se a seca castiga a terra
A coragem faz resistir
Nordestino não se encerra
Nasceu mesmo pra seguir.
Brasil amado, companheiro
Nosso orgulho sem igual
Do Oiapoque ao Juazeiro
És gigante e fraternal.
Salve o povo brasileiro
Salve a força do sertão
Que carrega o mundo inteiro
Dentro do seu coração.
No Brasil ou fora dele,
te penso como quem respira,
sem pedir, sem saber,
só acontece.
Te penso entre o som da rua
e o eco do meu riso cansado,
num café que esfria sozinho,
num céu que insiste em ser nublado.
Te penso no idioma do vento,
que sopra teu nome nas esquinas.
E mesmo quando o mundo é imenso,
meu pensamento ainda te acha.
"O Brasil tem três grandes problemas:
A Pobreza, O Governo e a Burrice.
A pobreza se corrige com trabalho, o ´problema é driblar os outros dois, pois quando o trabalho derruba um, o outro vem e o ajuda a levantar."
FREDERICO FIGNER.
Trouxe para o Brasil o fonógrafo, o gramofone e o disco. Criou a primeira gravadora de música nacional, a Odeon.
A ação industrial de Frederico Figner, carinhosamente chamado de Fred, em um período no qual o rádio ainda não existia, possui o valor de um verdadeiro apostolado patriótico. Sua visão transcendia o comércio e alcançava a preservação cultural de uma nação em formação. Com admirável idealismo, preocupou-se em registrar, conservar e distribuir por todo o território brasileiro o patrimônio artístico genuinamente nacional, permitindo que vozes, ritmos e tradições atravessassem o tempo e alcançassem incontáveis gerações.
Seu legado não pertence apenas à história da tecnologia sonora, mas também à memória espiritual e cultural do Brasil. Enquanto muitos enxergavam apenas máquinas, Figner compreendia a força afetiva da música e a necessidade de perpetuar a identidade de um povo através do som.
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Às vezes, a Justiça resolve dar o ar da graça no Brasil só para o povo insistir em acreditar que ela ainda existe.
E, quando isso acontece, vira quase um evento.
Um alívio coletivo, uma fagulha de esperança em meio a um cotidiano marcado por descrédito, morosidade e seletividade.
A sensação é de que algo finalmente funcionou — não como exceção deveria ser, mas como regra que raramente se cumpre.
O problema é que a Justiça não deveria surpreender.
Não deveria soar como milagre, nem como concessão ocasional de um sistema que parece escolher quando agir e, principalmente, contra quem agir.
Quando o básico vira motivo de espanto, é sinal de que o alicerce já não sustenta com a firmeza que deveria.
Essa aparição esporádica da Justiça cumpre um papel curioso: alimenta a esperança ao mesmo tempo em que mascara a falha estrutural.
Porque basta um caso emblemático, uma decisão firme, para reacender no imaginário coletivo a crença de que “agora vai”.
Mas o “agora” quase nunca se sustenta no depois.
E assim o povo segue — oscilando entre o fio da navalha da descrença e da necessidade de acreditar.
Porque desacreditar completamente é admitir um vazio perigoso demais.
A fé na Justiça, ainda que ferida, funciona como último fio que impede a normalização total do absurdo.
No fundo, não é que a Justiça não exista…
É que, muitas vezes, ela parece muito distante, intermitente — quase como uma visita muito mal-educada, daquelas que chega sem aviso, resolve algo muito pontual e vai embora antes de explicar por que demorou tanto.
E enquanto ela aparece apenas “às vezes”, o que se consolida no restante do tempo não é a ordem, mas a dúvida.
E um país que duvida constantemente da sua própria Justiça — aprende, aos poucos, a conviver com aquilo que jamais deveria aceitar.
É perigoso o resto do mundo acabar e sobrar só o Brasil… Para cada maluco aparece um maluco e meio.
E talvez o mais inquietante não seja a quantidade de “malucos”, mas a naturalidade com que nos acostumamos a eles.
Aqui, o absurdo já não pede licença — ele entra, se espalha pelo chão ou senta no sofá, opina sobre tudo e ainda ganha plateia.
O exagero vira folclore, o delírio vira narrativa, e, quando percebemos, já estamos rindo do que antes deveria causar silêncio.
O Brasil tem essa estranha capacidade de transformar tensão em piada, crise em meme, tragédia em comentário espirituoso.
É um mecanismo de defesa, sem dúvida — mas também pode ser uma anestesia muito perigosa.
Porque quando tudo parece ridículo demais para ser levado a sério, a gente corre o risco de não levar mais nada a sério.
E nesse terreno fértil, onde o improvável brota fácil, cada voz dissonante encontra eco.
Não importa o quão desconectada da realidade ela seja — sempre haverá alguém disposto a amplificá-la, a reinventá-la, a levá-la um passo além.
Um maluco nunca anda só; ele é sempre o início de uma pequena multidão ainda em formação.
Talvez o verdadeiro risco não seja “sobrar só o Brasil”, mas sobrar um Brasil que já não estranha mais o que deveria estranhar.
Um país onde o espanto foi substituído pela ironia permanente, e a crítica deu lugar ao entretenimento.
Porque, no fim, quando tudo vira espetáculo, até o caos encontra aplauso.
E aí, o problema já não é quantos “malucos” existem — é quantos de nós ainda conseguem reconhecer que algo saiu do lugar.
⚠️ O BRASIL TROPEÇA ATÉ EM JOGOS DE BOLINHA DE GUDE ⚠️
Se Deus CALOU o canto do noivo e da noiva em Israel
por causa da sua PROSTITUIÇÃO…
🔥 Por que pouparia um esposo e uma esposa
numa terra CHEIA DE ÍDOLOS como o Brasil? 🔥
Jeremias 16:9
O diabo sabe que do Brasil se levanta um dos clamores mais intensos da Terra. Por isso, ele não ataca apenas de frente; prefere se infiltrar silenciosamente.
Levanta falsos mestres, promove a imoralidade, a perversão e a vaidade. Seu objetivo é abrir brechas na Igreja, esfriar o amor pela verdade e neutralizar a força do povo de Deus.
Você não sabe
e tampouco viu,
A minha poesia
tem asas
capaz de voar
pelo Brasil
onde a noite caiu:
Por ousadia ser
a memória
de milhões de caídos,
A memória
dos desaparecidos,
E ser a voz dos
que não tem voz
na América Latina.
Caiu a noite aqui
em Santa Catarina,
Onde as estrelas
estão próximas,
A pressa é mais
do que urgente
e a Lua sempre
deslumbra
os campos do Sul.
É exatamente lá
no km 36, na BR-470,
em plena Gaspar,
Não preciso nome
e sobrenome
mencionar,
Todos conhecem
quem são muito bem:
Eles querem a todo
o Jequitibá-Rosa
e outras jóias raras
a todo custo derrubar.
O Brasil vai viver ainda dias de muita glória, porque
os evangélicos vão predominar na mídia por apresentarem
a verdade.
Ah! Sinto forte e bem daqui,
do meu Brasil Brasileiro
que estas oitavas de final
nos trazem à tona e com tudo
a lembrança sentimental:
de que a América Latina
deve seguir inabalável, unida,
consistente, igual para igual,
e de maneira transcendental.
Elevo, com a máxima ternura,
a minha América do Sul,
na altura do Hemisfério Austral,
desejando o mais monumental
com o amor que é fundamental.
No coração, as inabaláveis,
Argentina e a Colômbia,
ocupam o espaço sobrenatural
do desejo que surpreendam
o mundo com o mais fenomenal.
Aprecio a dança das flores
do Sabugueiro-do-brasil
enfeitando o caminho,
Destino tal que por aqui
ainda não nos encontrou.
O mundo não me mudou,
nunca me esqueci
do que sempre encantou.
Continuo a mesma
arraigada ao que é do chão,
Coração singelo que é
também canteiro de flor,
rende culto ao amor.
Tive infância de tosse
curada por xarope de mel
com assa-peixe porque
cresci no meio do nada,
Ali, a poesia de hoje,
convicta já acompanhava.
Conheço a Mata Atlântica
que é Pátria da minha Pátria,
fazendo-a sempre relembrada.
Com inspiração emocionada,
mostro flores e frutos de tudo
o que foi, é e entre nós será,
Porque todos os dias nasce
uma razão que nos apaixonará.
O senhor pode abrir o portão,
no Brasil não quero invasão,
Se assim for, irão
sobrar cabeças batendo
no portão e ora no chão.
Vai ter bolinhas de gude de montão
sendo jogadas no chão
dia sim e no outro dia também,
vai ter muito escorregão.
Amém, amém e amém.
Não sou contra a cooperação com os EUA no combate ao crime. Cooperação com Brasil já existe há anos e pode vir a ser aprofundada.
Cooperação é diferente de intervenção, mas depois da última reunião que o Secretário da Guerra teve com o Escudo das Américas, ele pediu para que os países deixem o Tribunal Penal Internacional (TPI) que sei que não é perfeito e carece de muito aperfeiçoamento.
O TPI é um tribunal que não serve só para crimes de guerra, mas também crimes de genocídio que governos podem praticar contra os próprios cidadãos.
O que o Secretário da Guerra pediu pode custar muito caro para todos os povos das Américas.
Que os EUA não queiram continuar sem entrar é uma escolha que atende aos anseios da administração deles, e penso que cada um no seu quadrado.
Conheço o meu Brasil Brasileiro,
na palma da mão e por inteiro,
Do Maranhão ao Rio Grande do Sul
o meu oceano é o Atlântico Sul.
Seja na terra, na água ou no ar,
o coração por ele bate intocado,
Nutro o romântico e apaixonado,
e não há que seja capaz de desviar.
Se amar é questão de acertar,
nem mesmo a tempestade será
capaz do amor na vida dispersar.
Sempre que quando todos se vão,
a permanência integra ao chão
não me permite jamais a evasão.
O Etnocídio Silencioso através das IA's
O Brasil e os países da América do Sul precisam ficar atentos ao perigo do "softpower" das inteligências artificiais para que não venha acontecer a destruição da cultura e do modo de vida dos nossos povos, ou seja, todos nós estamos sob o risco de um silencioso etnocídio.
Se não houver olhares atentos sobre a falta de treinamento das IA's no tocante as nossas culturas, modos de vida, fauna e flora, tudo o quê é nosso estará sob o risco de desaparecimento daqui a alguns anos.
Uma forma de verificar o quê estou falando é pedir imagens para as IA's de qualquer elemento das nossas culturas, flora e fauna, que vocês verão a imprecisão grotesca das imagens.
Da onde a minha ancestralidade
veio e por onde teve que caminhar,
não troco o meu Brasil Brasileiro
serenamente nenhum outro lugar.
Parte de mim também é indígena
e convicta sob a Timbaúba florida
tenho razões para me inspirar
seja na terra, na água ou no ar.
Não adianta insistir porque
a minha mente não vai mudar,
e o seu tempo comigo irá gastar.
Sei que tudo e todos passam,
e escolhi não deixar me perturbar
porque tudo e todos vão passar.
A Muirajuba que floresce
também no meu Brasil,
traz a conexão profunda
com a América do Sul,
em dias alegres ou tristes,
Faz lembrar que no coração
floresce sob o céu perenal
com apego e total devoção
a nossa chama austral.
A herança do Sul do Sul;
o olhar de romance
que continua invicto
com um quê de lirismo,
mesmo diante de tudo
isso o quê se passa lá fora.
Tipo pinha plantada
pela Gralha-Azul na terra
assim sigo porque tenho
poesia que não se encerra
sem clamar por plateia.
História viva nas veias,
amor e ternura na memória,
quero crer que se perpetua
forte ti mais do que nunca.
Brasil: país da impunidade.
Não é de graça a dificuldade
de si pensar em clemência
para os envolvidos do 8 de
janeiro, por parte da mídia.
“Patriotismo, para alguns, é apenas Futebol na Copa do Mundo. Mesmo assim, só se o Brasil ganhar!”
Frase Minha 0009, Criada no Ano 2006
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
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