Poemas da Pátria

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O Brasil tem 2,3 milhões de professores tentando ensinar e 3,8 milhões de influenciadores ensinando... qual será o futuro do nosso aprendizado?


Benê Morais

Coração do Brasil


Se o Brasil fosse um corpo, misturando chão e fé
Teria cabeça e tronco, braço, perna, mão e pé
Mas escute o que eu lhe digo, veja bem como é que é:
O Nordeste é o peito inteiro, do lado do coração
Que irriga esse país com a força do baião!




Bate, bate, coração! Puxa o fole, sanfoneiro!
O Nordeste é o peito vivo desse corpo brasileiro!
Bate, bate, coração! Puxa o fole, sanfoneiro!
O Nordeste é o peito vivo desse corpo brasileiro!




É um peito aberto pro mar, calejado pelo sol
Que acolhe todo mundo sob a luz do mesmo sol
Tem a mente lá no Norte, no Sudeste a produção
Mas o sangue da cultura corre aqui no meu sertão!
Nossa força é poesia, nossa arma é o sorriso
Esse peito nordestino é o calor que o corpo precisa!




Bate, bate, coração! Puxa o fole, sanfoneiro!
O Nordeste é o peito vivo desse corpo brasileiro!
Bate, bate, coração! Puxa o fole, sanfoneiro!
O Nordeste é o peito vivo desse corpo brasileiro!




Sem o Nordeste no peito, o Brasil perde a postura
Perde o prumo, perde o passo, perde a alma e a cultura
Eita coração valente!

O Congresso está cheio de ratos.
O Brasil cheio de patos.
Quá, quá, quá!!!!

O Etnocídio Silencioso através das IA's


O Brasil e os países da América do Sul precisam ficar atentos ao perigo do "softpower" das inteligências artificiais para que não venha acontecer a destruição da cultura e do modo de vida dos nossos povos, ou seja, todos nós estamos sob o risco de um silencioso etnocídio.


Se não houver olhares atentos sobre a falta de treinamento das IA's no tocante as nossas culturas, modos de vida, fauna e flora, tudo o quê é nosso estará sob o risco de desaparecimento daqui a alguns anos.


Uma forma de verificar o quê estou falando é pedir imagens para as IA's de qualquer elemento das nossas culturas, flora e fauna, que vocês verão a imprecisão grotesca das imagens.

Da onde a minha ancestralidade
veio e por onde teve que caminhar,
não troco o meu Brasil Brasileiro
serenamente nenhum outro lugar.


Parte de mim também é indígena
e convicta sob a Timbaúba florida
tenho razões para me inspirar
seja na terra, na água ou no ar.


Não adianta insistir porque
a minha mente não vai mudar,
e o seu tempo comigo irá gastar.


Sei que tudo e todos passam,
e escolhi não deixar me perturbar
porque tudo e todos vão passar.

A Muirajuba que floresce
também no meu Brasil,
traz a conexão profunda
com a América do Sul,
em dias alegres ou tristes,
Faz lembrar que no coração
floresce sob o céu perenal
com apego e total devoção
a nossa chama austral.


A herança do Sul do Sul;
o olhar de romance
que continua invicto
com um quê de lirismo,
mesmo diante de tudo
isso o quê se passa lá fora.


Tipo pinha plantada
pela Gralha-Azul na terra
assim sigo porque tenho
poesia que não se encerra
sem clamar por plateia.


História viva nas veias,
amor e ternura na memória,
quero crer que se perpetua
forte ti mais do que nunca.

Você não sabe
e tampouco viu,
A minha poesia
tem asas
capaz de voar
pelo Brasil
onde a noite caiu:

Por ousadia ser
a memória
de milhões de caídos,
A memória
dos desaparecidos,
E ser a voz dos
que não tem voz
na América Latina.

Caiu a noite aqui
em Santa Catarina,
Onde as estrelas
estão próximas,
A pressa é mais
do que urgente
e a Lua sempre
deslumbra
os campos do Sul.

É exatamente lá
no km 36, na BR-470,
em plena Gaspar,
Não preciso nome
e sobrenome
mencionar,
Todos conhecem
quem são muito bem:
Eles querem a todo
o Jequitibá-Rosa
e outras jóias raras
a todo custo derrubar.

Conheço o meu Brasil Brasileiro,


na palma da mão e por inteiro,


Do Maranhão ao Rio Grande do Sul


o meu oceano é o Atlântico Sul.






Seja na terra, na água ou no ar,


o coração por ele bate intocado,


Nutro o romântico e apaixonado,


e não há que seja capaz de desviar.






Se amar é questão de acertar,


nem mesmo a tempestade será


capaz do amor na vida dispersar.






Sempre que quando todos se vão,


a permanência integra ao chão


não me permite jamais a evasão.

Ah! Sinto forte e bem daqui,
do meu Brasil Brasileiro
que estas oitavas de final
nos trazem à tona e com tudo
a lembrança sentimental:
de que a América Latina
deve seguir inabalável, unida,
consistente, igual para igual,
e de maneira transcendental.


Elevo, com a máxima ternura,
a minha América do Sul,
na altura do Hemisfério Austral,
desejando o mais monumental
com o amor que é fundamental.


No coração, as inabaláveis,
Argentina e a Colômbia,
ocupam o espaço sobrenatural
do desejo que surpreendam
o mundo com o mais fenomenal.

Aprecio a dança das flores


do Sabugueiro-do-brasil


enfeitando o caminho,


Destino tal que por aqui


ainda não nos encontrou.






O mundo não me mudou,


nunca me esqueci


do que sempre encantou.






Continuo a mesma


arraigada ao que é do chão,


Coração singelo que é


também canteiro de flor,


rende culto ao amor.






Tive infância de tosse


curada por xarope de mel


com assa-peixe porque


cresci no meio do nada,


Ali, a poesia de hoje,


convicta já acompanhava.






Conheço a Mata Atlântica


que é Pátria da minha Pátria,


fazendo-a sempre relembrada.






Com inspiração emocionada,


mostro flores e frutos de tudo


o que foi, é e entre nós será,


Porque todos os dias nasce


uma razão que nos apaixonará.

... no
Brasil às avessas,
Leis outrora respaldadas
no bom senso - na aplicação
e proteção do que seja o justo,
conciliador - foram reduzidas
a artigos de uso
pessoal!

... vive
o Brasil a sua fase
mais 'kafkiana', em que
o poder não é fundamentado
na retidão e equilíbrio dos
moderados, mas sim na
inépcia e deformidade
dos abusivos!

... o cenário
de terra arrasada que
tomou conta do poder no Brasil,
nos remete à frase do saudoso jornalista
Paulo Francis: "Godzilla sempre morre
no fim, mas causa um estrago
dos diabos"!

E mesmo em cinzas, o Brasil respira.
Porque nenhuma chama vence quem aprende com a dor.
Da bandeira que arde nasce um silêncio gritante:


ou mudamos a terra,
ou queimamos com ela,
em desamor.

Joga com ginga ( Brasil )


Azul e amarelo riscam o céu,
Na rua o batuque escreve no papel,
No peito um país que aprende e insiste, Cai, levanta, apanha…
mas não desiste.


Tem fé na voz rouca da multidão,
No pé descalço virando canção,
Cada esquina guarda um sonho inteiro,
De um povo teimoso, bonito e guerreiro.




Brasil, Brasil,
coração na palma da mão,
Entre o suor e o sorriso,
é só emoção,
Brasil, Brasil, quando a bola vem,
Até o mundo aprende a sambar também.


Brasa, fogo no coração,
joga com ginga
— é arte em ação.




E quando a bola rolar,
É mais que jogar…
É rua, é raiz, é lembrar
De onde a gente vem.




Brasa, deixa o fogo levantar,
Joga com ginga, o mundo vai parar”
É nossa hora de conquistar,
Mais uma estrela pra eternizar.

Brasil, tu és braseiro


Brasil, tu és braseiro,
terra onde o calor se
mistura à esperança.
Teus rios correm como lava silenciosa, eas matas respiram fumaça e perfume, guardando segredos que só o vento entende.


No teu ventre, sementes queimam e germinam, raízes firmes entre brasas e pedras, e o povo, feito labareda, sobe em canções e lutas,
acendendo o mundo com o próprio ritmo.


Brasil, tu és braseiro,
mas não deixas que
o fogo consuma tudo.
Entre chamas,
brilhas em cores vivas,
mostrando que até a ardência
pode se tornar calor que abraça.

Aqui o Brasil não é mapa —
é corpo em brasa.
A pele da terra rasga em fogo,
e a fumaça sobe como um grito antigo
que ninguém quis ouvir.


No peito, a bandeira ainda pulsa,
cercada por cinzas e promessas queimadas.
O verde virou carvão,
o azul resiste como céu ferido,
o amarelo tenta lembrar que já foi sol.


Cada labareda é uma história interrompida,
um rio que pede socorro,
uma floresta que reza sem língua.
O país arde, não por acaso,
mas por descuido,
ganância e silêncio.


Mesmo em chamas, há algo que não morre: a esperança teimosa que brota na rachadura.
Do fogo pode nascer semente —
se o povo acordar,
e decidir ser chuva.

Se o Brasil fosse um corpo, com cabeça, tronco e pé, O Nordeste seria o peito, pulsando a força da fé.
Fica ali do lado direito, onde o sentimento é bem feito, dizendo o que o país é.


É o coração desse mapa, que bombeia a tradição, irriga a nossa cultura com o ritmo do baião.


Um peito aberto pro mar, sempre pronto pra acolher, Com um abraço de irmão. Coração que o sol esquenta, mas o pranto não consome, calejado na poeira, mas que nunca passa fome de poesia e de arte, pois em qualquer outra parte o Nordeste impõe seu nome.


Se o Brasil se põe de pé e caminha com altivez, é porque esse coração bate forte a cada mês.
Sem o Nordeste no peito, o corpo perde o trejeito e a alma perde a vez!

“Patriotismo, para alguns, é apenas Futebol na Copa do Mundo. Mesmo assim, só se o Brasil ganhar!”
Frase Minha 0009, Criada no Ano 2006

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Já que no Brasil, para Alguns, jogo é 'game'; animal de estimação é 'pet'; criança é 'kid'... Por que papagaio não é logo chamado de 'parrot' e papagaiada, de 'parroted'?"

Frase Minha 0022, Criada no Ano 2006
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com