Poemas da Amazônia
Se eles são tão experts em florestas
Cadê a Amazônia deles?
Se a Amazônia é o pulmão do mundo,
Cadê as outras parte?
Ou mundo vive apenas com o pulmão?
Ou é somente isso que resta de tudo o que já foi destruído por eles?
Eis a questão!
As profecias
As romarias
Nesse momento
Nada disso mais cabia.
(Trecho do Migração na Amazônia, Autora Maria da Silva).
05 de Setembro: Dia da Amazônia.
Minha querida Amazônia,
Terra linda e amada por muitos.
Pena que é tão judiada pelos gananciosos,
Mas também tem aqueles que é amorosos
e tenta ajudar e preservar.
Como é linda a Amazônia!
Uma paisagem linda sem igual.
Com fauna e flora cheia de riqueza,
com a diversidade da natureza.
Cuide, Ame, Preserve!
Liddy Viana ✍.
Brasil:
No berço apenas a burguesia desfruta dessa mãe gentil,
"A amazônia é nossa" mas pobre desfruta-la nunca
se viu,
"o petróleo é nosso" mas para o nosso bolso é
incabível,
somos servos dos filhos amados dessa mãe
gentil,
eles acham que isso é guerra entre patrão e proletariado,
mas é guerra dos sem teto e latifundiários,
por que ontem passei fome e ele hoje comprou um novo carro?
Se somos filhos da mesma pátria por quê apenas eles esse solo tem
herdado ?
A maior dificuldade talvez seja reconhecer,
Que eles dizem ser seu para as grades você não
romper
e ir atrás de algo que foi construído por
você
Filha do norte
Sou o meu próprio Norte!
Filha da Amazônia
e cria das lendas...
Cresci ouvindo muitas histórias:
De Jurupari à Cobra Grande
Artifício dos antigos, talvez...
Freio para as crianças
e asas para imaginação.
Minha rede, minha nave,
Meu parque de diversão!
Que sempre me levou para longe...
Onde os pés não tocam o chão.
Sou viajante sem rumo
Que avistou um Belo Horizonte
E quis pousar...
Minha força vem da entranha da mãe:
Natureza,
Amazonas,
Caboclas ribeirinhas...
Nas minhas veias corre o
sangue das guerreiras,
que como uma aranha em sua teia,
Não se cansa de trabalhar.
Talvez, vivendo o dia a dia...
Vencendo os obstáculos,
ou simplesmente tecendo sonhos.
Seguimos desmatando, ignorando a Amazônia,
Qual é o ponto que almejamos nessa insensatez tamanha?
Sob um calor extremo, sofremos, os ricos, sem a menor preocupação.
Frutos do eurocentrismo, visão distorcida,
Descartamos a teoria de nossa origem na terra,
Mas sem ela, como manteremos a chama da vida?
Evoluímos, mas à natureza tratamos com desdém, corroendo a alma,
Por que destruir o único fio que nos conecta?
Fio que atravessa gerações, e ainda assim, jogamos a sujeira no chão.
Encerro este poema com um pedido de desculpas, pois no fim,
Também sou filho desse fruto que destrói.
A queimada no Brasil
Matou planta e animal
Lesionou a Amazônia
Maltratou o Pantanal
A tristeza foi saber
Que o fogo de arder
Foi ação intencional
Não há dinheiro no mundo que apague incêndios,
custaria muito menos proteger a Amazônia...
...nascente dos rios voadores
Teus olhos era como chamas mulher.
Teus cabelos era como a "Floresta da Amazônia.
Teu sorriso deslumbrante quanto as ""Estrelas mulher.
Teu corpo é esculpido em "Violoncelo mulher.
Teus lábios, meu Deus que lábios...
Teus olhares de predadora capturaram a mim
E eu nunca desejei tanto ser capturado."
passarinho da Amazônia, eu conto ou tu conta?
Na moda da cidade você não existe, morra na queimada.
De longe não vejo o indio, nem a sua cenzala.
Amazônia
A luz da lua cheia
Ilumina o caminho da floresta,
Mas sem pressa, sigo atento,
Perdido em pensamentos —
Atento aos ensinamentos d’Ele.
Ele, o Único, o Maravilhoso,
O Amoroso, Amigo e Conselheiro,
O Farol, o que é tudo —
Tudo que eu posso imaginar.
[Pré-Refrão]
Me constrange perceber
Que o Senhor é tudo,
E eu nada sou,
Nada mereço
Desse amor.
[Refrão]
Peço ao Senhor:
Ilumina os meus caminhos
E guia os meus passos.
Faz-me ver, Senhor...
Faz-me ver, Senhor...
[Verso 2]
Foi então que Ele me tocou,
Me amassou e me refez.
Me moldou, me aqueceu e criou:
Fez de mim Seu servo,
Fez de mim Seu amigo,
Seu maior adorador.
Fez-me ver os meus pecados,
Fez-me cair —
Mas me levantou com Sua graça e amor!
Brilhou a luz,
Pela lua...
Fez de mim nova criatura!
[Refrão]
Peço ao Senhor:
Ilumina os meus caminhos
E guia os meus passos.
Faz-me ver, Senhor...
Faz-me ver, Senhor...
[Ponte]
Como no mar, envolto ao vento,
Sou eu no meio dos meus pensamentos.
O caminho do desalento
É desatento,
Detento dos próprios ensinamentos.
[Refrão final – instrumental crescente]
Peço ao Senhor:
Ilumina os meus caminhos
E guia os meus passos.
Faz-me ver, Senhor...
Faz-me ver, Senhor...
(Ilumina... guia... faz-me ver, Senhor...)
Amazonas da Amazônia, paraíso tropical do Brasil!
O encontro das águas!
Neste encontro destes dois majestosos Rios, há muita paz e luz, com um silêncio que fortalece o espírito.
Onde a água através dos rios, lagos e igarapés predominam com sua beleza natural.
O verde de uma exuberante floresta mostra a pujança e a alegria de quem vive neste paraíso tropical.
Aqui o Sol faz um espelho na água a refletir um esplendoroso encontro.
Um fenômeno que acontece na confluência entre o rio Negro e Solimões, de água barrenta, onde as águas dos dois rios correm lado a lado sem se misturar.
Fazendo o nascer e o pôr do Sol no Amazonas ser um lugar encantado.
Poema: O que há em Belém?
Amo-te, Belém!
Como te quero bem.
Seus rios, suas paisagens, sua floresta.
Fazem-me perceber como não posso ficar Tanto tempo assim longe de você.
Suas mangueiras são como adorno nos cabelos de uma bela moça.
Os rios que te envolvem são tão majestosos quanto a mais bela roupa.
Amo-Te Belém!
Como te quero bem.
As vezes, tantos carros por algum tempo me fazem esquecer.
Quanto verde há em você, mas na verdade quem é você?
Você é Belém!
Cidade das mangueiras,
Metrópole da Amazônia,
Capital do meu Pará,
E quem te visita sempre deseja voltar.
Belém, Capital do meu Pará!
Amo-Te, Belém!
Como te quero bem.
Quatrocentos anos de História.
Quatrocentos anos de beleza.
Quatrocentos de encanto e amor!
Parabéns, Belém que esses quatrocentos e quatro anos te façam tão bem
Quanto você tem feito a todos nós!
Diga-me quantas correntezas terei que ver para que eu seja outro, ou para que o mundo não seja mais o mesmo? Ou que pelo menos os rios estejam limpos...
Se eu for banhar, que eu não espelhe o ego, se eu mergulhar, que eu não afogue o ar.
Revoltados ordenamos que respeitem nossa terra, pois não cansaremos de lutar.
A natureza nos abraça, se á ela não decaptar.
Tica aqui tica de lá
Tica que é bom
Tica na feira
Linda cidade da floresta
Mercado neuvoir teatro e jazz
Encontro de todas as raças
Cidade dos igarapés
Do norte tu és a paisagem
Cidade equatorial
Acolhes a todos que chegam
Grandeza do povo daqui
Borracha seringa da floresta
No coração da Amazônia
Café regional na estrada
Beleza a morena tropical
Mulheres da tua linhagem
Na dança dos teus festivais
Que belas são tuas paragens
Pacata e bom de viver
Temperos que tu oferece
Sabores da tua cultura
Histórias do povo caboclo
Do barco atracado no cais
Das feiras alegres das ruas
Do gosto sabores daqui
Manaus do caboclo do norte
Orgulho do povo daqui
Cabanos
Através da madrugada
Fez-se heróica jornada
Em cada comunidade
Pela comum liberdade.
Através desta vastidão
Onde tudo é imensidão
Ergueu-se cada oprimido
Em cada canto esquecido
Na Amazônia lutou
Povo que um dia ousou
Calar sem medo o algoz
Todos em uma só voz!
Banzeiro
Poesia Amazônica
Parece prece
que enverdesse
Flertes da palavra mata
Onde as ruas são rios
Desse banzeiro
que me envolvo.
Sobre o Coronavírus...
Do meu mundo encantado de Alice, eu me atrevo a fazer uma análise deste momento histórico em que o próprio homem (sem querer, querendo) com o aval do Deus Eterno (NADA acontece sem a permissão Dele) permitiram que o planeta passasse.
Sim! Enquanto estamos de quarentena o planeta pode descansar de nós...
Enquanto o vírus chamado homem se recolhe em sua insignificância, a semente germina sem medo, a flor desabrocha em um mundo menos poluído.
Enquanto o homem se esconde porque percebeu sua pequenez no universo, os rios, os córregos, os mares, as fontes seguem ligeiras se purificando.
Enquanto estamos confinados, trancafiados do alto do trono, assentado sobre o globo da Terra (Isaías 40:22) Deus provavelmente assiste ao maior espetáculo da Terra: as geleiras se solidificando, o ar se purificando, às flores sorrindo, a vida marinha bioluminescente reluzindo, a Amazônia renascendo, os dedos de gelo se formando, arco íris lunares surgindo, animais não estão fugindo, seres humanos se voltando para Ele!!🙌🙌🙌
Foi preciso algo microscópico, para derrubar nosso ego gigante!
Foi preciso um inimigo invisível, para nos fazer enxergar...
Foi preciso um vírus miúdo virar o mundo de cabeça pra baixo para entendermos que somos todos iguais.
Foi preciso um vírus minúsculo nos ensinar o quanto a linha da vida é tênue e frágil, e o quanto podemos ser grandiosos e fortes se caminharmos juntos na mesma direção!
Por isso quanto tudo isso passar, não economize beijos, não guarde abraços, não estoque rancor!!
Porque se um vírus tão infame foi capaz de fazer tudo isso...
Imagine quando o mundo inteiro compreender e viralizar o amor...
O Que há em Belém?
Tem vatapá
Tem tacacá.
Tem açaí.
Tem pato no tucupí.
Tem peixe frito.
Tem caldeirada.
Tem mexilhão.
Também não falta o camarão.
Tem taperebá.
Tem cupuaçu.
Não se pode esquecer o bacuri,
Com seu sabor singular.
Não há quem deixe de apreciar.
Uma riqueza sem fim, vinda do seu interior.
E isso é apenas uma amostra
Do posso encontrar
Na capital do meu Pará!
Vila Bela
Quem nasce aqui,
Pode se considerar um abençoado!
Quem aqui faz morada,
Pode se considerar um privilegiado!
E quem precisa partir,
Jamais se esquece de ti.
Ah, Vila Bela, rodeada de belezas naturais...
O amor que o teus filhos sentem,
Ninguém pode explicar,
Pois só quem nasce aqui,
Traz consigo, enraizado,
Esse sentimento de te amar.
Os teus filhos, sempre retornam!
Pois a saudade, ela é grande demais...
Alguns vêm e vão todos os anos,
Outros, sonham em virem para ficar.
Da igreja da praça, o sino soa,
Avisando a todos, que a missa vai começar!
Enquanto nossa Senhora nos abençoa,
São Sebastião nos reúnem,
É assim, todo mês de janeiro...
Janeiro é tempo de cheia:
De água,
De gente,
E de alegria...
É tempo de casa barulhenta,
Sinal, de família reunida.
De dia, a reunião acontece nas tuas lindas praias... ou sob alguma sombra nos quintais,
Onde se bota a conversa em dia,
Lembrando de tantos outros festivais.
À noite, a festa é na sede São Sabá,
Que ninguém perde por nada!
Pois todo ano, há sempre uma novidade...
Na festa mais aguardada,
Da vila mais bela,
Dentre todas as comunidades!
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