Poemas D um Homem Perdidamente Apaixonado

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Você
Emiliano Lima de Araujo
Procuro longe sobre o que falar
não queria que meus poemas sinonimassem a: “Amo você.”
Mas meu amor, quão rico sou, se no meu alfabeto
só existem as letras do seu nome.
Posso falar do brilho das estrelas, de toda imensidão do universo
Posso falar do brotar de uma simples semente, ou da divisão de um célula,
mas meu bem, poesia só existe em você.
Não quero me limitar, falar só sobre amor,
Mas devo concordar e agradecer, seu amor que
Me poetizou.
E à você dedico, toda beleza que existe, e tudo que um dia vá inspirar,
fazendo de você hoje, a dona de toda a poesia que existe.

Inserida por EmilianoAraujo

Revolução

Ora ora ora, se não é aquela
Com a mais formosa beleza
No existir de poemas não lidos
Versos inacabados
Sentimentos encarcerados
Reprimidos?
Eu não sei

Das confusões e perdições
Dores, intermitentes
Feitas de chuvas e tempestades
Sem fim
Aquela, em que se espera o toque mais dócil, gentil e complicado?
Nunca se sabe, o que vem dela

Mas de uma coisa sei, é a flor
Que surge em dias nublados e renasce
Como quem não quer nada, apenas
Um aconchego, em seu coração
Mal resolvido e destruído

Dores, intermitentes.

Ora ora ora, lá vem ela
Com sua revolução, em mãos
De amores indefinidos e autodestrutivos
Que faz perder o chão e a cabeça
Até não restar, mais nada de si.

Inserida por thaysicess

Nao escrevo poemas eu faço rabiscos da vida em forma de arte.
O que é arte? Expressão de sentimentos e pensamentos.
A vida é um livro, você é o autor da sua própria história , escreve e apaga quantas vezes sentir vontade, terà a liberdade de se mostrar.
Ninguém pode escrever em seu lugar.
A vida é o livro suas histórias , suas memórias.

Inserida por grazi_miranda

⁠Feitos de mim

Meus poemas
São feitos de histórias
De derrotas
De vitórias
De tantas coisas vividas
Lembradas
E esquecidas
Abandonadas
Ou remoídas
Meus poemas
São feitos de mim
Ou de você!
Quem vai saber?
Quem lê!

Inserida por RicardoM80

Poesia Infantil | Poemas Para Crianças

NA JANTA

Na Janta
Minha mãe gosta de pato
temperado com alho
E um suco de toranja.

Mas no meu prato
Eu não gosto de pato
E alho para mim é um
Espantalho…

Na Janta
Eu gosto mesmo é de Canja
de Galinha, uma batatinha
Com um refri de latinha
Laranjinha =P


www.jessicaiancoski.com

Inserida por JessicaIancoski

Os poemas

Os poemas são cantigas que soam
As sinapses da inspiração
Que vem como pássaros que voam
Em busca de alimentação.
Eles são filhos do espírito
Que quando no livro grifados
Pousam a alma no infinito
E as mãos nos estros alados.
Saibas que ao leres um...
No encantado mundo da poesia
Dar-se-a nele tudo, real e fantasia.

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

requinte

as rosas, com certeza...
são poemas lindos da natureza
sua poética, elegância e beleza
poetam o olhar com odor da pureza

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

Somente poemas

Somente poemas eu quero aqui,
poemas e mais poemas, apenas;
poemas aqui, poemas por aí,aí,
aí poemas, perto de ti poemas,

perto de mim muitos poemas,
traga poemas de todos os tipos,
que seja seus próprios poemas,
poemas belos e bem bonitos...

-Bonitos? De alguma forma bonito!
Os poemas são canções, músicas.
Em poemas e canções eu acredito,

acredito, acredito e acredito, é isso,
é isso, isso, é isso mesmo repito!
Poemas apenas, nada mais além disso!

Inserida por marialu_t_snishimura

POEMAS SEM NOMES

Não sei que nome daria,
ao meu último poema de amor.
Talvez daria o seu apelido...
Ou seu nome distorcido?
Quem sabe usaria um pseudônimo?
Nomes de trás para frente seria um mimo;
Se fosse o teu nome, e usaria como apelido, Sineos!

Ao invés de amor, eu escreveria roma;
Trocaria meu, por uem;
De eu, redigiria ue.
Meu último poema...
Que pena, não rima!
Pois, um nome não teria.

Amo-te em segredo...
De te perder tenho medo;
Por isso, não importa o tema;
Não importa a rima...
Amar-te é o que queria para sempre.

Quem pensa que quero saber:
A data de escrever...
E que nome daria ao meu poema sem nome,
do meu último poema ,se engana!
O que quero mesmo é usar a pena todos os dias;
Escrever muitos poemas:
Poemas sem nomes, poemas de amor.

Inserida por REGISLMEIRELES

Sei que nunca verá meus poemas
Sei que nunca ouvirá minha voz
A dizer lhe por mim mesmo
"Eu te amo"

Inserida por CastelhanoWolf

legado

os poemas sempre ficam
são guardamos na emoção
quem escreve os ratificam
na imaginação da inspiração
quem os lê se transformam
e viram parte da narração...

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

POEMAS & POESIAS

Vou lavrando meus poemas,
Nas horas sombrias e calmas,
Buscando as inspirações apenas,
Nas fontes da minha Alma.

São frases soltas ao vento,
As vezes de abstração,
Que voam do pensamento,
E pousam no coração.

Frases musas dos meus sonhos,
São meus sonhos e fantasias,
Em metáforas eu vou compondo,
Meus poemas e poesias.

O poeta é um sonhador,
Sempre finge a dor que tem,
Verseja suas histórias de amor,
Sempre vividas por alguém.

Mas no fundo num auto confesso,
Mesmo sem compreender a razão,
O poeta compõe seus versos,
Às vezes com alguém no coração.

E as ideias e abstratas utopias,
De metáforas, sonhos e ilusão,
As modestas e amantes poesias,
Tornam-se musa de real amor e paixão.

Nas frases que o amor acena,
Surgem, a inspiração e a alegria,
Transforma os versos em poemas,
E a musa amada em poesia.

Inserida por marsouza42

poemas são ofertamentos

poemas são como relacionamentos
não acontece sem ter sensação
pois são misturas de sentimentos
união e estro na sua composição...
Poemas são feitiços em ofertamentos

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
Abril, 2016 – Rio de Janeiro, RJ

Inserida por LucianoSpagnol

A SANIDADE DO AMOR
São poemas...
Nossas juras de amor,
feitas no silêncio pelo olhar...
São dilemas!
As páginas ternas e eternas,
marcados de um livro milenar.
São poemas!
A pena que desliza no papel,
tentando compreender a saudade
que paira no teu céu quando procuras
nas estrelas, o meu olhar.
São poemas...
Essa insanidade das noites de insônias
buscando a sanidade do amor.

Inserida por joanaoviedo

ESCREVI-LHE POEMAS

Escrevi-lhe poemas de amor
E eram como recém-colhida flor a te oferecer...
Mas sem cuidado para reviver,
Murchou ao sol por.
Também, aos ventos,
Rasgou-se a fina folha de papel
onde todo meu sentimento escrevi,
E assim, esses olhos, à noite, cerrou-se
sob um véu de tristeza coberto,
tal qual o rosto de quem findou-se.
Meu poema foi tudo que te dei:
A pérola que recriei: Essência da alma
que a ti guardava, ofereci-te nas palavras
toda minha pena com tinta dourada!
Mas tal qual a flor e o amor,
os poemas também fenecem
na telúrica raiz das pétalas recém colhidas.

Inserida por joanaoviedo

A borboleta Azul

Ela tem tantos poemas...
Que nunca pensei...
Muitos já a viram...
Não foi só eu...
Li vários significados
Não sei se são todos verdades...
Alguns gostaria que sim...
Outros, talvez....
O que sei é que...
Foi uma sensação maravilhosa...
Algo mágico...
E não sei se mereço...
O direito de presenciar
Um milagre assim...
E isso me assusta...
E penso: "Quem sou eu?"
"Para vivenciar todo esse encanto..."
"Um pequeno grão de areia..."
E que é, incrivelmente, real...
E nesse momento de reflexão,
compaixão e humildade...
Ela pousa em mim...
O meu coração se renova...
E enche de uma alegria inexplicável...
Me sinto completa...
Me sinto num mundo de fantasia...
De faz de conta...
Ela levanta vôo...
Dança feliz...
E em nenhum momento
Pensei em possuí la...
Porque a maravilha...
É a vida...
E está em ser livre...
Penso que talvez
Seja um sonho...
Do qual nunca quero acordar...
Não vi só beleza...
Vi magia...
Abaixo a cabeça novamente...
E, humildemente, agradeço...
"Obrigada, meu Deus!¡!"
"Obrigada, Borboleta Azul..."

Inserida por EdineuraiSaMarSi

Poemas

A perguntar-me assim:
- O que é poema enfim?
Respondi então pra mim
Poema é assim:
- Meio louco,
- Meio pouco muito,
- Meio com gosto,
Ou sem gosto,
Por fim:
- Amargo
- Doce
- Ácido
-Salgado.
De repente tudo isso,
Tudo junto e misturado!
Fica de sabor diferente,
Porém, tem a marca da gente!

Laranja, melão, abacate, melancia,
Carambola, maçã, manga, lichia

Outras vezes;

Lua, estrelas, astros, raízes!
Menino, menina, amigo, amiga, guri.

Bola, boneca, caminhão, bem te vi
Pipoca, cinema, televisão.

Sonhos encantos, ilusão
Manos, manas, irmãos.

Então...

Pula - pula, pula corda, violão
Moda de viola, doce de algodão!
Sonatas, sonetos, de rimas e concertos
De gestos, gostos e pensamentos.

Enfim, tudo claro pra mim
Que poema é assim!
E, fim!

Inserida por marialu_t_snishimura

Cara Amiga,

Pensei em escrever poemas, cartas, qualquer coisa que representasse como eu me vejo triste com sua infelicidade, porém achei melhor expor estes pensamentos aqui, para que ficasse eternizado.

Sei que você se sente insegura, a morte é algo triste, parece que a luz no fim do túnel foi tapada por uma rocha, e que nunca voltará. Eu contrario isso, a morte pode ser agonizante, dolorida, ou simplesmente calma como uma brisa de verão, e mostrarei á seguir minha visão sobre a Vida, e a Morte.

Imagine uma onda, ela é bonita, você pode medi-la, ver como a luz refrata nela, toca-la, porém não pode impedir seu triste e esperado fim, ela se dispersa e volta para o mar... a água é separada e seu destino fica á critério do mar e do destino, essas mesmas moléculas que um dia estiveram juntas numa onda vão vagar com outras gotas, outras colorações de água, vão participar de outras ondas, e até ir para o fundo do mar ou evaporar numa nuvem, congelar em uma geleira, porém ela nunca mais vai se encontrar com aquela outra gota que esteve junta dela, isso é a morte, isso é a separação, isso é a vida que tanto desprezamos.

Parece triste, mas pense comigo, a gota voltará para o mar, voltará para onde deveria estar, e viver em paz...

Enfim, foi isso.
Um abraço caloroso, lhe desejo melhoras.

Atenciosamente...
[...]

Inserida por TheDolphin

Faço poemas
em versos negros
e versos brancos
para que todo poema
seja livre.

Inserida por RemissonAniceto

As vezes me pego pensando naquilo que eu não disse. Nos poemas inacabados e nos pequenos pensamentos que viraram linhas rabiscadas em meus cadernos escolares; daqueles tipos que nunca tardam a serem amassados e jogados fora, mas que formam raízes difíceis de se retirar e que acabam por voltar à ponta do lápis de quando em quando.
Acho que as palavras tem vontade própria. As vezes parece que simplesmente não é a hora de escrevê-las. Nesses momentos, penso que elas estão se resguardando para a frase perfeita, esperando para tornarem-se aquelas palavras que, quando lidas no momento certo, estremecem a alma e transbordam o coração.
Não seriam dessas raízes que surgem as melhores poesias ?
Aquelas que conquistam o desejo dos olhos e se instalam no coração, mas escolhem o momento certo de perpetuarem-se no papel.

Inserida por Heitor_Nogueira