Poemas D um Homem Perdidamente Apaixonado
Homem diz o que deve fazer...
Meus medos são reais.
O poder é dinheiro.
Tudo está acontecendo..
Tudo está caro demais...
Somos tão cegos...
Controlam suas mentes...
Assim a vida continua inspirar...
Olhem para situação...
Vivemos a como nos anos oitenta greves são reais.
Só os ricos podem viver...
Vivemos para eles tenham conforto.
Me digam porque ainda somos tão cegos.
Te enganam simples assim aplausos.
Continuamos a seguir nossas vidas ceifadas.
Seria verdade
O homem sofre da verdade.
Do desejo sádico,
que não consegue conter.
Da raiva que causa que causa culpa.
Do medo de sentir a raiva.
Porque sentira raiva, não é cômodo.
E assim, esconde-se a raiva.
Passando a sentir medo.
Medo da raiva.
E não saber administrar esses sentimentos.
Por medo de Criador, do homem, das etiquetas.
Dos erros que são inevitáveis. Quem nunca.
Dessa forma , cria-se um mundo de projeções.
E divide, polariza.
E atira a culpa em algo, alguém, em situação.
Sendo que a única coisa que se pode doar ,
E a si mesmo.
Todo o resto é transportar coisas de um lado para outro.
E ai , o desafio. A única ação de doação do ser.
E o chamado amor desapegado.
Projetado na vida..
Mas não e culpa de ninguém.
Antes. De todos. Original.
E base da existência nessa terra.
O medo como cautela para se preservar.
E a raiva, para suportar a culpa.
Enquanto se constroem para fora.
Para dominar o planeta.
Dorme , sabendo que a verdade,
Poderia ser outra.
Pela impermanência de tudo.
E que, se alguma coisa, se
Destaca pela sua exuberância.
Foi apenas por capricho daquele,
Que a realizou. E; que irá passar. Também.
Carregando raiva, medo, culpa. Projetando
Nos objetos do mundo. Daquilo que o coração
Está cheio. O ser vive buscando. Um momento.
Que poderá realizar um pouco mais.
Da onde se encontra.
E; enquanto isso, Sonha.
Nesse imenso carnaval.
Marcos FereS
Cada dia vai mudando
O homem só fica olhando
Finge não ouvir e nem ver
Todo mal que ele pode fazer...
São florestas derrubadas
A mãe natureza assassinada
A terra continua chorando
O meio ambiente implorando...
O que resta vive sufocado
O povo continua calado
Rios morrendo pela poluição
Em todo lado a degradação.
O planeta terra pede socorro
O homem egoísta sem explicação
Mata floresta e nascentes
Vai devastando o nosso chão.
o temperamento do homem:
Pensa ... mas não faz;
Age mas não resolve.....
Qual é a verdade divina.?
É preciso usar tudo que temos.
Força...? Hum! A força será? - Atrapalha...!?
Humildade? - Será ?- Quando? - hum! acho que na carência, humildade não dá.
Melhor é mais um.tantinho de atitude!!!!?
Nojo, então ? - Não, nojo não!
Acho que pode usar a brabeza e a altivez- Acho bom!
Arrogância para se elevar ao nível do outro.
Ah a altivez.!!!
As vezes uma fala baixinho de amor. e mansidão... depende?.-Isso pode não ajudar...
depende... melhor pensar antes.
As vezes uma bronca de raiva resolve tudo.
Vamos conseguir entender.
Deus vai nos ajudar
A compreender está questão.
Temos sim!
Muita condição.
Vamos dar um basta na escravidão...
Surpreender, palavra única que remete desde a criação do homem a até ato de pensar, anologia a René que disse, “Penso, logo existo”.
Surpreender, como um magico faz ao tirar um coelho da cartola. Surpreender como dar uma flor a quem nunca recebeu com tanto amor, Surpreender com um beijo inesperado quem nunca esperou receber,
Surpreender motivando coragem quem almeja crescer.
Surpreender com chuva, quem passa calor logo no amanhecer.
Surpreender dizendo o quanto gosto de você.
E se logo sei disso, queria muito te surpreender, que ultimamente só penso em você, e se logo existo, só quero você!
Na praia de areias alvas
Vejo passar o desbravador
Vendendo suas castanhas
Feliz.
Ahh! Que homem trabalhador,
Semblante simples e meigo,
É um batalhador.
Sempre usa uma viseira,
Cobrindo a testa de ferro
Pois carrega de lembrança
O sinal na sombrancelha.
Um certo cabra da peste,
Deve ser parente de lampião,
Separou uma em duas,
A marca de uma senda.
Gosto de me inspirar no peão,
Neste momento fico rindo
Em cima do muro de nossa casa,
__ha algo encrespado e encaracolado,
Diz ze-borracheiro
Que o desgarrado vendedor,
Já morou por aqui.
.
Deus toca o homem
O homem toca a palheta
A palheta toca o violão
O violão da harmonia para a letra
O resultado dessa junção
Toca os membros da igreja
E assim Deus é tocado
Pelo louvor da sua igreja.
A mentira tem perna curta
E tem uma língua cumprida.
A sua arma contra o homem
É sua mente chantagista.
Ele não exige resgate
Quer te prender por toda vida.
Mas o homem só é refém da chantagem
Se ele for cúmplice da mentira.
O velho sábio
O velho sábio me disse uma vez, que para o homem obter o conhecimento de todas as coisas, ele precisa conhecer o seu próprio mundo ou seja, sua mente. O ser-humano que não conhece o seu mundo, é apenas uma estrutura de pele e osso, mas o ser que é sensato sobre suas dificuldades e atitudes, este sim é o verdadeiro sábio!
"Então lhe perguntou o homem que acompanhava sua passagem enquanto sentado à margem do caminho:
- Se não há mais como vencer, porque você não desiste?
Com um sorriso no rosto, o caminhante lhe respondeu:
- Porque a minha vitória é seguir."
Maldito o homem que retira uma rosa da mão do jardineiro fazendo lhe promessas de cuidá-la e protege-la, passados alguns dias a possui sem defesa.
Maldito o homem que faz promessas ao jardineiro de não ferir a rosa, não magoá-la, porém respeitá-la, até que a morte os separe, passados alguns meses, pisa como se pisa uva num lagar.
Maldito o homem que não rega sua rosa com carinho e amor, misericórdia e compreensão, porém aflige com palavras que destrói a alma.
Maldito o homem que despreza a sua rosa e vai em busca de outro jardim, para obter uma outra rosa, pois não foi capaz de cuida de sua própria rosa a qual lhe foi confiada.
Maldito o homem que fez promessas que cuidaria de sua rosa como cuidasse de sua própria vida, porém xinga, humilha, decepciona se achando possuidor da possuída.
Quantas rosas choram escondidas, sofrem a solidão, murcham a beleza exterior e interior, perdem a esperança.
Quanta que tentam juntar sua pétalas arrancadas pelo furor das agressões físicas e mentais e tentam se reerguer das decepções dos flagelos.
Rosas que choram, que se iludem fáceis, que riem choram, que amam odeiam, que confiam desconfiam, que têm esperança desesperançada.
Esperando um dia voltar a ser uma rosa coberta de cuidados e carinhos como antes. Marcas que ficam, cicatrizes que marcam a solidão de não serem ouvidas.
Sobre equívocos e êxitos:
O atleta "nômade" , homem ou mulher, herdou do "paleolítico" o gene do exercício físico compulsório.
Sinto a ilusão da manifestação do homem. Transvestida de verdades que me acorrentam ao tronco da aflição. Sou escravo do meu tempo, livre, iludido pela realidade efêmera que me empurra para minha prisão.
Vejo luzes que dão formas as correntes da escravidão.
Vejo pássaros como sombras de uma utopia libertária refletida na imaginação dos cegos.
Ouço gritos dos medrosos ecoando no vazio real, presos nos delírios de uma vida real.
Fujo das amarras da realidade. Saio da caverna criada pelo homem, adentro a prisão da libertação. Minha razão se funde a alma, na mais pura razão. Os sentidos fazem sentido, dentro dessa prisão. Longe das amarras, sou livre para enxergar a luz da libertação.
Biopoesia
O homem e o seu império
Seleção natural por aqui vigora
“Meu tempo é agora”
Me leve a sério
A dor que há lá fora alcança seu prédio
Comida na mesa, na boca da presa
Produtos na loja vêm da Natureza
E quanto custa o seu tédio?
Extinção, estes são retratos da interferência célebre
O animal bípede caminha em passos leves
Sob a terra cintilante onde a atmosfera ferve
Nunca será o homem nem a sua inteligência, seus estudos ou conhecimentos quem irá determinar a existência de Deus.
Por que é e sempre será Deus quem determinará a existência do homem.
Ricardo Baeta.
Distante de seus sentidos
Ignore o homem vivo
Ignore a arrogância do homem vivo
ignore sua prepotência
Mas não ignore a ignorância do homem vivo
Do homem-mentira
Do homem-dia
Fuja desse perigoso homem vivo,
Evite ouvir sua voz,
Caso o encontre, desça o véu sobre seu rosto e oculte seu corpo sob suas vestes lutuosas
E, se ele bater palmas em seu portão, limite-se a espreitá-lo através da cortina
Mantenha as luzes apagadas, as janelas e portas fechadas.
Espere-o partir,
Espere-o desaparecer
Espere-o morrer
Certifique-se de que foi encerrado em uma cova profunda,
Ou ele sangrará suas páginas espectrais
Silenciará suas elegias fúnebres
Não tema o eco das trovas abissais do homem morto.
O homem vivo é um devorador de demônios e agoniza por sua incapacidade de domá-los.
Mas o homem morto foi por eles vencido e dele nenhum mal advirá.
O homem é doptado de vários talentos, tocador de inúmeros instrumentos, mas, ainda não conhece profundamente a arte de tocar verdadeiramente um clitóris, e quando assim suceder haverá um marco importantíssimo na história
In, O amanhecer
Você faz a sua parte!
“Agora, homem mortal, eu estou pondo você como (atalaia, sentinela) vigia de toda a nação de Israel. Você dará a eles os avisos que eu lhe der” (Ez 33:7).
Deus faz a parte dele!
“Mas você, povo de Israel, diz que o que eu faço não está certo. Eu os julgarei por aquilo que fazem” (Ez 33:20).
O sentinela dá o aviso e o povo ouve, mas tem livre arbítrio para seguir ou não a instrução dada por Deus através do seu profeta.
No entanto, o povo deve estar consciente da sua responsabilidade sobre acatar ou não a palavra dada por Deus, pois, certamente, disso virá o juízo divino.

Deus nos dá uma missão a cumprir e devemos buscar cumpri-la fidedignamente. Porém, há coisas que só cabe a Deus fazer, como julgar alguém.
A verdade é que Deus sonda e conhece todos os corações e as suas intenções de modo que, mesmo que pensemos que alguém está agindo de forma errada ou inapropriada, somente Deus tem a plena capacidade de avaliar o comportamento de uma pessoa.
Cada um responde pelo que faz, pensa, sente… Se uma pessoa fere outra, Deus sabe. E, mais ainda, se uma pessoa fere o coração de Deus, Deus sabe — massacrar alguém que não merece apenas por capricho, injustiçando-o pessoal ou publicamente lhe causando desprezo, menosprezo e vergonha, não lhe dando a devida reverência, além de ser irreverente às coisas de Deus assim como admitir idolatrias, tudo cabe a Deus julgar.
O que podemos fazer na nossa condição humana a fim de evitarmos a somatização decorrente das dores emocionais e um abalo na estrutura espiritual é manter o equilíbrio, a longanimidade (Gl 5:22), e a luta interior contra qualquer indignação passível de provocar um grande mal no próprio coração. É preciso evitar as raízes de amargura para o próprio bem. (Hb 12:15)
