Poemas D um Homem Perdidamente Apaixonado
A minha vida tomou um rumo diferente e mais complicado do que aquele sonhado e ainda pensam que sou uma fortaleza de realizações. Não tenho nenhum dom nato, mas, sei fingir até mesmo para mim algo exposto diante da minha inócua visão. Você tem o poder de me fazer querer sorrir, de querer acreditar absurdamente no amor e faz aparecer sol no meu inverno sentimental. Gosto de ter a sensação de que um dia pertenceste a meus lábios e deslizastes mórbidamente sobre meu corpo destroçado. Que estória contarei amanhã para dormir? Pode ser uma baseada na mentira, pois, os fatos reais não me conquistam o ego.
Dentro de cada um há uma criançinha que, quando não cuidada e amada, passa a ser carente e a mendigar nos outros o cuidado e o amor de que é privada.
Por isso muitos relacionamentos não dão certo! Quando deveria os dois se unir por amor, um se une por carência.
A existência nos oferece caminhos variados. Todos se findam em um só destino. A escolha brota da nossa contemplativa idiossincrasia.
A busca por conhecimentos,não se resume só a livros,cada um carrega um tesouro da literatura na alma.
Imagine em cada estrela um desejo alcançado,em cada rosto um sorriso desenhado,e no coração um amor bem amado.
A gente só tem noção que está feliz há dias e dias seguidos quando de uma hora pra outra, em um segundo algo te entristece e a famosa frase vem a cabeça: eu era feliz e não sabia!
Perdi alguns dos milhares de versos com o tempo, escondidos no fundo da gaveta para ninguém ver um pouco de mim, que naquelas palavras se era decifrado.
Todos os dias eu vou a um lugar onde dizem que poderei aprender a ser alguém na vida. Sinceramente, nesse lugar eu apenas aprendi a reconhecer os hipócritas e aprender sobre o que eu não devo ser.
E ai, quer vir comigo visitar a falsolândia?
Se a vida me dava um limão, fazia dele uma limonada. Embora no percurso tenha recebido um pomar inteiro de limoeiros, não deixei que os espinhos escondessem a fruta, e acrescentei o doce de meus sonhos para beber o refresco da esperança.
“A falta de um abraço, de aventuras, da liberdade. Estar vivo de tal maneira, é mais preferível a morte”
Ja pensou que um dia eu me canse de ouvir tuas histórias bobas?Não né,nem se passa isso pela tua cabeça.
Você pode se sentir muito solitário mais se você fizer um bom gesto poderá se sentir muito bem ou mais do,que isso,.
Contrato
Um dia alguém falou que das coisas boas que ele havia feito na vida delas se arrependia amargamente, eu levo esse pensamento sempre comigo , uma das poucas coisas boas que fiz e não me arrependo , acho que você sabe qual é , sabe que eu estou escrevendo pra você .Bem , eu particularmente odeio o jeito que você se faz de coitado , que você chora , que você me abraça , que você me olha , odeio o jeito que me elogia que me ofende, odeio seu olhar , odeio quando meche no cabelo com as pontas dos dedos sem perceber , odeio esse jeito de criança que me deixa louca , odeio como se desculpa , odeio como faz doce , e como gosta de me fazer sentir culpada por algo que eu não fiz , ou talvez algo que eu falei , odeio sua forma ridícula de se expressar , ou de não ser você mesmo em todo lugar , a forma com que se olha no espelho procurando defeito e a forma com que sorri ao não encontrar , odeio o jeito que brinca e faz graça , odeio o jeito que faz tudo ,odeio sua raça , fico pensando mas como ele ? E logo não acho a resposta , maldita sorte maldita aposta , e todas as vezes que você me abraça , acho que o meu nervosismo não disfarça. Odeio tudo em você , odeio quando vê TV ,odeio a minha forma de te querer como eu odeio odiar você , parece clichê escrever sobre odiar , mas se não escrever como eu vou amar?, Ah, é mesmo você é um maldito , maldito narcótico que me dopa , me alucina , quantas pessoas eu ainda vou ter que perder? Que droga , que cocaína , você é , é sem duvida uma má pessoa, e não pense que eu to ofendendo , não , eu apenas estou demonstrando meu carinho ... Continue assim, sempre, ruim!
Um relato da teoria do filósofo e escritor Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), em Diário do farol; no livro atribuia à sociedade as deformações morais e éticas dos cidadãos.
