Poemas D um Homem Perdidamente Apaixonado

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Sonhar

Sobre teus ombros caem cascatas d'água
ora negros cachos ora translucido mar
buscá-lo-ei, esperando-te, neste solicito, ambíguo, sair
sem despedida mais forte a dor de quem fica

Oh! Imenso vazio, sonoplastia do silencio
pobre coração que não palpita mais
longe da água que sacia o desejo de você
longe, longe do mundo, do meu mundo


Noite áspera, por que chegaste
não rápido se afastasse
prisioneiro livre, preso em meu eu tão seu
tão nosso

Há tempos não desejo, como desejei você
sem medo de perder, esperança é a dor de uma criança
sede, sede de perdão


Oh Imenso vazio, sonoplastia do silencio
pobre coração que não palpita mais
longe da água que sacia o desejo de você
longe, longe do mundo, do meu mundo.

Básico são os outros

Básico é copo d'água sem gelo e uísque Cowboy sem emoção
é solidão abundante e tristeza falseada nas mesas dos bares
básico são os olhares chorosos das pessoas
escondidos por detrás de largos sorrisos de desespero
e o desesperado soluço engasgado no peito
na iminência de rasgar as entranhas de dentro para fora
e transbordar feito fazem os vulcões em cólera.
Básico é o levante furioso dos insetos
disputando os melhores lugares em sua parede favorita
carregando e entremeando os restos mortos de carne
que se encontram caídos no chão
levando-os para as fendas e buracos abertos pelos pregos sujos
que sustentam os engordurados quadros com propagandas
de conhaque, cerveja e cachaça.
Básico é uma pitada de raios dourados de meia lua na retina
e uma noite inteira cheia de estrelas num céu à sua escolha.
Básico é não querer ser o que não se é
e sendo, não ser o que se pode.
Básico é sentir a poesia entrando pelas narinas
queimando a pele, alterando a pulsação
feito o vento frio que maltrata o corpo em uma bucólica manhã de inverno.
Básico é não morrer de véspera, por antecipação
ou viver a vida numa pressa desmedida
embalado por um repetitivo e antiquado refrão.
Básico é embriaguez no mês de dezembro
- às vésperas do natal -
sem pessoas nos pontos de ônibus
cães ladrando pelas ruas
e larápios espreitando a melhor ocasião.
Básicos são os tombos que se cai no caminho de volta pra casa
com a gravata retorcida no colarinho da camisa
e a cara amassada de tanto sono.
Básico é a chave da porta da sala
que insiste em não abrir a fechadura do portão
e o movimento do lápis desembestado na folha
e o da borracha, desgovernada na contramão.
Básico são os outros, nós não.

O Tigre se julga culpado!

Diante dos fatos o Tigre que atacou o menino de 11 anos, no zoológico de Cascavel, no Paraná, resolveu se pronúnciar “culpado”.
Em depoimento ao juiz ele relata estar ali quieto em seu canto, separado por grades, jaulas e uma placa onde dizia claramente : ” Cuidado com a fera, mantenha distância”, isso devido ao seu temperamenro agressivo desde ainda filhote.
Ele continua relatando o ocorrido: O menino não teve culpa, afinal ele estava exercendo sua liberdade de expressão que o pai com certeza deve ter ensinado muitíssimo bem, já que não passou ao filho noções de limites.
Aquela agitação toda, confesso, começou a me pertubar, então por impulso ou instinto resolvi ataca-lo e mordelo.
Juro que não esperava tal gravidade e me encontro arrependido, pois ao invés de morder eu deveria ter exercitado o diálogo com o menino ou quem sabe com o seu responsável legal, explicando-lhes, que as grades e as placas de advertências são para proteger pessoas racionais como eles de animais como eu ,irracionais, mas na hora deixei o instinto falar mais alto.
O juiz ainda incrédulo perguntou ao Tigre: “O que você pretende com essa atitude?” E a resposta foi: “É simples meretissimo! Venho comunicar que o pai do menino não teve culpa. Ele não sabia o que ia acontecer, eu sim. Sendo assim não precisa de apurações dos fatos para se saber quem é o culpado. Pois “EU” me julgo culpado e mereço com certeza ser preso e não conviver em meio a sociedade.”
Prenda-me por favor!

Pra você.

Oi, hoje é sexta feira,
Não consegui com você fala,
Continuo com minha angustia.

Dentre a semana,
Vontade tive, já embora havia,
Não tive motivação pra nada.

Fiquei com coisas guardado na mente,
Pois ah havia corpo corria veloz sangue quente,
Já não tenho palavras pra você,
Porque ?, simples !
só escrevo com emoção,
Elas esta dentro de meu coração.

Você !

Muitas d´vezes minha alma pede sofre ficar calado,
Por você como amigo sofrer quieto,
Pouquíssimas vezes se falando.

O importante disto tudo é o que sinto,
Saudade de você,
Honestidade autêntica sempre,
Sorrisos delirante,
de ti isto tenho.

Vontade de falar contigo,
alegria em dar uma abraço,
Lhe fazer um cumprimento,
Qualquer hora do dia, não importa o tempo,
Fato é ! Muitas d´vezes minha alma pede sofre ficar calado.

Alguns dizem que a morte é uma dádiva, que nos livra mas na verdade ela é uma desculpa para se ser dramático!
A morte, a palavra morte, é uma palavra bela, é curta e sua maneira de escrever é bonita..
M- me lembra varias maneiras que dá para levar a morte, como cortar a cabeça, se jogar de uma ponte no caso, o assassinato, suicídio, entre outros.
O- me lembra o que leva alguém a se matar ou matar um outro alguém, o ódio, raiva, magoa, entre outros motivos.
R- a repulsa que os mortos causam nos vivos, e até nos filmes que são dedicados á eles, a cor pálida e a frieza do corpo de um morto.
T- aaah me lembra o como as pessoas, os vivos tratam daqueles que morreram, dizendo várias mentiras aos seus familiares e outras, elevam o morto a um grau de perfeição quando já fora vivo.
E- enterro, essa é ótima, no enterro com todos os vivos vestidos de preto, até parece com uma legião de urubus, o que se encaixa perfeitamente, muitos só vão para fingir que aquele morto lhe fora importante, outros para ter certeza de que está morto mesmo e outros para comemorar que acaba de ficar rico!
Eu realmente amo a palavra MORTE, o tom do preto com o vermelho e branco, o vermelho do sangue, o preto da legião de urubus e o branco das rosas falsas jogadas na sepultura.

Tô deixando de tentar te esquecer...
Tô deixando de tentar entender o que aconteceu comigo...
Tô deixando de brigar pelo que sinto e tentando entender que não se entende tudo...
Que sentimentos brotam em qualquer fase da vida e floresce no coração...
Que gostar, querer ou amar alguém, independe das escolhas que fazemos...Acontece e pronto!!
Tô deixando...tô tentando...tô querendo...
Nessas tentativas de querer, de deixar, continuo sentindo os melhores sentimentos por você... Perdi o sono...
02/09

Tenho esse poder
De vê e escrever
De ti vê e dizer
Ando muitos passos
Mas não sigo você
Te descrever
É o melhor de mim
Antes de morrer ...

COM OS OLHOS D'ALMA

De dentro
dos seus olhos
era possível distinguir
toda sua beleza...
e para perceber
tão nobre grandeza
não necessariamente
alguém tivesse que decifrá-los
bastar-se-ia contemplá-los
com os olhos d'alma.

ORAÇÃO MÃE

Mãe, que nada te atinja
Da nascente aos mares
Que toda leveza d’alma
Esteja por onde andares

Mãe, que nada te aflija
Dos mais baixos aos mais altos tons
Entre “sustenidos” e “bemóis”
Aos teus ouvidos límpidos sons

Mãe, que nada em ti respingue
Do pote da alheia amargura
Daqueles que não vêem
Que há uma fonte de água pura

Mãe, que tudo seja inteiro
Na verdade e na pureza
Pra que tu tenhas de tudo o ordeiro
E te livre de aspereza

Mãe...

Tenho sangue frio para analisar próprias conclusões.
Analisar o todo pela parte
Porém tem o modo de ver pessoal: a sua opinião!
Qual é mané?

"Vejo as arvores dançarem ao som de bons amigos tocando na varanda,
Vejo as arvores dançarem de felicidade ao sentir a chuva chegar,
Vejo um ano acabar e outro começar ao som de bons amigos a cantar,
Vejo a felicidade e otimismo em cada olhar neste lugar"

Quando nos conhecemos, nos unimos

como uma gota d’água, como planetas

Quando nos conhecemos, nos repelimos

como imãs, como as cores de nossa pele

Sinto falta do seu beijo, sinto falta do seu perfume, da maneira que fala meu nome,

Sinto falta do seu sorriso, do seu jeito, das suas palhaçadas,

Sinto falta da Briga de sorvete, das madrugadas acordados,

Sinto falta de você…

Dessa vez eu quero escrever uma carta para você.
Mas não é uma carta de despedida
É uma carta te desejando boas vindas ao que eu sempre te dizia que iria acontecer.
Você realmente pode me ver? Eu estou ferida, insegura, desprotegida,
Pensando em todas as coisas que nunca serei capaz de esquecer
Você era tudo o que eu conhecia e quando você me dizia: Amor é capaz de tudo
Eu pensava que poderiamos ser.

Grite o mais auto que puder,
até sua garganta sangrar,
até ficar sem voz,
liberte a fera que há dentro de você,
desfaça o nó que te sufoca.
Liberte-se.

Mesmo se tudo o que eu disser, não fazer a menor diferença, eu só quero que voce saiba,
por tras dessas palavras,
ainda tem um amor, que pode nascer por ti.

Vigilante ao mundo ilusório, contraditório...

Irmão? Somos nós?

Ruinas, traumas, ignorância, decadência, talvez assim melhor nos definimos!

Temos o livre-arbítrio porem somos escravos na contramão de nossa "virtuosidade".

União, uma utopia!

Ombridade, um detalhe!

Sonhos...

Irmandade...

Devemos a nós, devemos a nós...

Amor e o ódio, o bem e o mal, virtuosos desses detalhes existem, e como existem,.

Derivados de escolhas consequentes das mesmas, somos todos.

Espelho que reflete o que desejamos é um espelho de virtude duvidosa!!!

Quem me dera a vida cessasse... para que não fosse eu obrigada, a acordar novamente.

todos meus dias são vazios, impostos à mim sem que eu os queira.

não tenho neles alegria, e a solidão, se mostra cada dia mais cruel.

me afastando de todos, se empenhando em construir barreiras tão altas
que ninguém mais possa me alcançar.

Engraçado, agora parecemos dois estranhos. Aquele amor ficou parado ali mesmo, no meio da estrada, de bagagem pesada, só com a roupa do corpo, sem saber que rumo seguir, sem mim, sem você, sem carona, sem atalhos nem mapas. O nosso amor vaga: com sede, com fome, com lágrimas. E espera, espera um dia a nossa volta, espera que um dia, feito criança, o carreguemos no colo e brinque e sorria como era de costume fazer nos piqueniques de domingo.

O tempo passa, o vento passa, a paisagem passa, o amor não passa. Ele fica! Caminha a passos lentos e exaustos, as malas pesadas de recordações já puíram, arrebentaram e ficaram pra trás. Os olhos cansados já não enxergam a longas distâncias, já não me reconheceriam, nem reconheceriam você. Nosso amor é uma moldura sem retrato em busca dos rostos que antes ali sorriam! É um vão eterno entre mim e você.

O amor envelhece, a memória desgasta, as lembranças se vão, os sentidos enfraquecem, mas lá no fundo tem uma coisa que ainda queima, e arde, e dói! Aí acontece que o amor não espera mais por mim nem por você, espera por alguém, qualquer alguém que o leve e cuide e guie e queira bem.

O amor não passa, não acaba, adormece. Se vai aos poucos na esperança de um dia saber como voltar!