Poemas D um Homem Perdidamente Apaixonado
Os pais que querem decidir tudo para os filhos sofrem tanto quanto o indivíduo que idealiza um parceiro perfeito para si.
Chorar é um ótimo exercício para quem sofre uma desilusão. Para ser sedentário, no entanto, deve-se deixar de sonhar.
Quem muito sonha pouco realiza. Mas quem realiza pelo menos um pouco, certamente, sonhou muito mais.
Somos todos diferentes e cada um é único, inigualável. Mas, a fim de facilitar para si mesmas, as lideranças determinaram que somos todos iguais. E ai de quem não se igualar!
Aprender pode ser uma experiência muito dolorida. Deixar de aprender, porém, causa um sofrimento muito maior.
Desconstruir um conceito mal aprendido é a pior forma de tortura para aquele que tem sua 'moral formada'.
"Cada um tem dentro de si um termostato que indica o seu propósito de vida, saber utilizá-lo faz toda a diferença".
"Já estou um ano sem assistir televisão, tenho acesso apenas ao jornal escrito. O que percebo? Que estou refletindo e usando o meu cérebro! "
É preciso apenas pouco conhecimento, para, facilmente jogar fora um diamante não lapidado, imaginando ser uma pedra qualquer...
Encaremos a vida como um presente:
“De tanto nos queixarmos de trabalhos, sofrimento e penas em nossa vida diária corremos o risco de esquecer que a vida é uma dádiva, o grande dom que recebemos de Deus. Se não tivéssemos nascido, ninguém sentiria nossa falta. Ninguém teria notado nossa ausência. Tudo teria seguido sua marcha e nós teríamos ficado esquecidos para sempre no nada. E apesar de tudo vivemos. Operou-se esse milagre único e irrepetível que é minha vida. Como diz o genial pensador judeu Martin Buber, “cada um dos seres humanos representa algo novo, que nunca antes existiu, algo original e único”. Ninguém antes de mim foi igual a mim, nem jamais o será. Ninguém verá o mundo com os meus olhos. Ninguém acariciará com as minhas mãos. Ninguém rezará a Deus com os meus lábios. Nunca ninguém amará com o meu coração”.
Sempre de novo um passo a frente:
Precisamos ser habitados por essa ideia de um amanhã a ser construído. Mil e uma razões aparecem cada dia para minar toda determinação de nosso agir. “Para que isso? De que adianta? Parece que as pessoas sentem-se convidadas à sabedoria hedonista, à modesta felicidade do momento, ao fatalismo desencantado. Satisfazemo-nos com migalhas de pequenas alegrias do presente, coisas pequenas, tão pequenas, tão insignificantes quando esse nosso coração é feito para as alturas. Renunciando a dirigir nosso olhar para um horizonte mais vasto as novas gerações nos surpreendem cansados e repetitivos. O mundo que construímos parece não entusiasmar. Apoiados na herança do passado e já com um pé no futuro, nesse tempo de busca do novo, desbravamos as trilhas do amanhã.
Não tenho paciência com quem faz de tudo um suspense, pensa que é bonito fazer charme sempre e não aproveita o tempo que tem para viver mais e intensamente, ao invés de só contar estórias! Se um dia resolver viver mais, experimentar mais e se arriscar mais... Me procure... Seja direto, seja como for, venha sem armas e sem máscaras e juntos desfrutaremos do que a vida nos oferece.
Um jornalista perguntou a Madre Teresa: “A senhora não experimenta um certo constrangimento quando as pessoas dizem à queima-roupa que a senhora é santa? “ – Este é meu dever, e também o seu.
Esperamos tanto tempo pra ter um caso de amor com nossos desejos!
E o mundo só nos dá um só dia de cada vez, sem nenhuma garantia de que haverá o amanhã
Às vezes é preciso respirar um pouco, se distrair e sorrir. Na vida nem tudo é alegria, mas sempre que possível, devemos cultivá-la para que possa dar novos brotos e voltar a florescer.
Célia Cristina Prado
A maior viagem que fazemos e dentro de nós mesmo. É um caminho longo em busca de nos conhecermos mais, é mesmo assim, não conseguimos compreender e aceitar algumas atitudes que tomamos ao longo de nossas vidas. Mas a viagem é um eterno aprendizado. E.... temos todo o tempo do mundo para isso!
O essencial não se ensina. Revela-se a cada um no seu íntimo como uma anunciação que murmura a esperança.
