Poemas Corpo
Sinto o cheiro da noite grudando o meu corpo, sobre a suavidade do desejo de te ter, suspiro na ressurreição dos dois mundos que compõem o nosso amor e a nossa paixão.
A paixão nos transforma em verdadeiros corpo da mentira, porque assumimos em nosso ser, uma personagem mais intensa e mais atraente que a nossa maturidade.
O teu calor é a vítamina mais pura para o meu corpo, quão suave e escaldante que apenas consigo viver do teu lado.
Um passo dado no escuro do teu coração equivale a ir ao céu de corpo e alma sem mesmo ter conhecido a morte.
Escondo na paixão a minha mais bela expressão de amor, sobre o teu corpo escrevo a minha mais bela e suave canção de ternura e sedução.
A cura para dor da nossa alma está no perdão a nós mesmos, pois, o corpo que muita dor sente merece descansar eternamente na suavidade da felicidade.
Meu corpo deixa-se consumir pelo além, já não me sinto peregrino da vida ... Mas, minha mente pertence a mais linda mulher que um dia conheci ... Porém, sou teu pássaro enjaulado no teu coração que vibra alegre há cada dia que ouço a canção lendária da tua voz.
Existimos sobre o fundamento de um corpo mortal, que as vezes acabamos por nos esquecer que a vida nem sequer nos pertence e que a qualquer momento o seu dono no-las pode tirar.
Vivemos mortos em corpo adaptado de um humano, mas, não nos preocupamos em buscar o vivo que habita no nosso espírito.
Morremos antes mesmo de nascermos, por isso, procuramos a nossa alma instalados em corpo humano, que para muitos, o melhor que fazem passa por alterar as características do corpo em que habitam.
A magia vertida no corpo de um homem e uma mulher ligados pela Divina paixão, revela a grandeza da criação humana, pois, o flagelo de dos corpos unidos pela intensa paixão, transforma a vida do homem e da mulher em verdadeira essencial de felicidade plena.
O rasgado desejo de navegar no corpo de uma donzela, nos torna nos melhores expedicionistas e descobridores do mundo, pois, as ondas altas que descrevem o corpo de uma mulher, são mais misteriosas que o mar; daí serem mais preciosas e tenebrosas que a profundeza do alto mar.
Fiz um balanço do tempo que um dia se foi embora, sobre a nostalgia do suor que embalou o teu corpo no sono do meu amor, dooei parte do meu coração ao teu profundo suspiro.
Sentido ou não, vibra o corpo energizado pelo amor contemplativo de uma paixão traiçoeira, que numa noite flagelada pelo aroma da pele estasiante de um anjo feito mulher, invade o homem em mim, sem pedir licença ao meu coração atingido pelo meteorito da paixão celestial.
Ofereço um terço do meu corpo, para servir de terapia para o teu coração desejoso de prazer, quando em momentos de sede pela docura mágica dos beijos que nos enfeitiçam, meus lábios aí não estiverem para compensar o prazer que em ti se impõe.
Uma alma que volita entre o prazer e a nostalgia silenciosa da entrega ao destino majestoso do corpo pecaminoso, sem medo de viver sobre o templo do desejo, sacrifico o meu sentimneto em nome do bem-estar e da felicidade.
Se invadir o teu corpo em nome do amor, deixai-me ser o teu inquilino, mas, nunca me tornes o proprietário dos compartimentos da tua paixão, para que, em dias de desalentos, possa seguir um caminho que nos torne felizes.
A vida no corpo de um humano sofrido e julgado pelo bem que se vai propondo fazer, nos leva a sufocar a cada dia que passa, deixando-nos cada vez mais exaustos e flagelados pela escuridão que vai asfixiando a nossa mente.
