Poemas Corpo
Não sou o que pensas, nem gostaria de ser: sou eu mesma, retratada em um corpo que não te agrada, não te ganha...corpo sem curvas, pernas não torneadas...mas me quero assim, é nesse corpo que habita o meu eu. Me amo, me gosto com todos os defeitos, com todas as faltas , falhas...sonhos !
Sonho que sou borboleta, flor....pássaros são meus passos que chegam onde vou, que me levam a onde quero...sou bem mais que um ser, igual.
Essas influencias limita espaços e implanta sua escravidão, que manipula o corpo físico e mental em uma forma geográfica determinante de estatísticas e códigos
Apaixonante não é o corpo ou a forma física, o que faz tremer de verdade é aquele olhar que invade, o toque que estremece e a o silêncio que revela!
E foi chegando assim devagarinho, tomando conta da imaginação, dos pensamentos e do corpo...Aquela mágica envolta em sensualidade, olhares imaginários, toques desejados e fantasias...O desejo foi crescendo e explodindo em gemidos solitários e arrepios ardentes recheados de quereres !!!!
Seu corpo , seu perfume , seu batom , como tão linda podes ser , quero lhe dar o mundo , mas o mundo eu não posso dar , tudo que posso lhe dar é meu abraço , meu beijo , amor e meu olhar.
Como agir,como reagir?Seus olhos brilham como a lua sobre o mar,meu corpo vibra só de nela eu pensar.
Ah ... o amor, palavra tão pequena que faz o corpo todo tremer, a boca secar e o mundo colorido enxergar
Se quer alguma coisa lute por ela, com seu corpo, alma e mente. Se doe completamente para conseguir aquilo que quer.
A tragedia dessa geração e o corpo perfeito e a mente vazia, onde os conceitos de raciocínio perde o sentido e se transforma em alienados.
Hoje diria que me chove pelo corpo, que a água se faz rio em braços de lamentos, que a alma é uma inundação de espaços ocos e vazios. Hoje, o dia percorre-me a pele com o vento gélido do norte, com a neve branca que me deixa pálido, congelado as lágrimas em prantos. Nos momentos de solidão, em que não encontro os caminhos para sair deste labirinto, guardo-me, fecho-me na minha caixa, resguardo-me dos nadas que passam em velocidades vertiginosas à porta de minha morada. Depois sinto o calor de uma singela vela, que com seu frágil calor aos poucos derrete todo o gelo que me consome. Nesta trémula luz, é teu rosto que se projecta no branco cristalino das paredes desta caverna, onde apenas os vultos são memórias do reflexo da luz do dia. No róseo tom da tua pele, vejo as sombras dos meus dedos que contornam a tua silhueta, segurando-se ao calor eterno do teu amor. Aos poucos, neste abraço apertado, recebo a vida em sopros de beijos que os teus lábios vão depositando no meu corpo moribundo.
Você é feito ventania, aquela tempestade do fim de dia, a sua presença faz meu corpo todo estremecer, você agita o mar que existe dentro de mim. Ensina-me caminhar em meio este seu vendaval, me faça chegar até você para lhe dar a calma do meu amor. Eu sei que nesta sua bagunça, cabe um pouquinho de mim... ou talvez muito.
Eu só queria uma última dança. Sentir seu corpo junto ao meu enquanto o mundo gira sob os nosso pés.
O mundo precisa do amor que vem da alma porque aquele que vem do corpo ou da mente tem outros nomes e outros propósitos.
Mais uma vez encontrei conforto em seus abraços, doçura em seus beijos, desejo em seu corpo e sinceridade em suas palavras.
Entre a cabeça e o corpo qual a parte mais importante? A consciência que não separa uma coisa da outra.
