Poemas Campos

Cerca de 645 poemas Campos

⁠A força é um termo empregado em diversos campos q tem o intuito de designar q algo é feito a base de certo pressionamento, esforço ou estímulo. No campo psicológico, emocional ou espiritual é a forte energia q se obtém p/ superar algum tipo de desafio ou problema.

A força é o q vc faz p/ converter as opiniões alheias, os julgamentos, as suas dificuldades, os diagnósticos médicos em um prognóstico muito bem sucedido. Vc usa a força p/ propulsionar ou vc fica estagnado?
O q te propulsiona* (o q te faz ir p/frente)? Qual sua força motriz?!

Inserida por pupilla

⁠A liberdade vive na luz do pôr do sol, nos campos verdes e floridos, e na neve
branca, vive na alma e no coração, vive e perpetua-se no tempo e no espaço porque é livre
e isso é o suficiente.

Inserida por cristiana_teodoro

Esperança, Esperança
Vem logo
Contagiar
Meu
Imenso brasil
Percorre
Nossos campos
Matas
Pastagens
E florestas
Semeando
A fé
Nos corações
Desse povo
Que só quer
Ser feliz
Ser grato
Trabalhar
Ter saúde
E ter
Um teto
Onde
Possa se deitar
Dormir
E sonhar
Contigo Esperança
Que jamais morrerá
E estará sempre presente
Em nossas vidas
Porque foi o Senhor
O nosso Deus
Que gerou
Essa beleza
De sentimentos
Em nosso Ser
Esperança
Esperança
Vivo por você.

Inserida por PeregrinoCorrea

⁠A obscuridade a todos os campos da humanidade
Em nós a o traço da maldade
Os pensamentos se torna quente e traz a libertinagem
E no fundo a sensação de arrebatar com o sangue escorrendo por todo lugar
Fico atento expressivo a quela pele tocar e fascinado
Com todo cheiro no ar
Sou um louco um assassino ou é só psicopata ?

Inserida por Skaygor

⁠Nos campos de batalha, um soldado cansado,
Coração exausto, o olhar esmaecido,
Espera solenemente o momento fadado,
Quando seu peito encontrará paz, sereno e atingido.

Imagens das lutas o assombram, como sombras,
Marcas de dor profundas, em sua alma entranhadas,
Anseia pelo instante em que as batalhas se escondam,
E em asas da fé, suas dores sejam abrandadas.

Cansado das batalhas, das feridas da vida,
Ele busca nos céus, alívio e guarida,
Seu desejo, tão puro, é descansar nos braços,
Do Pai Celestial, onde os medos são escassos.

A dor é um fardo que ele carrega, pesado,
Mas, mesmo assim, ele segue, ao lado do Amado,
A força da graça o mantém em pé, persistente,
Caminhando com Deus, na jornada tão intensa.

Em meio à fadiga, a esperança não morre,
Pois ele confia no Deus que o socorre,
E mesmo quando as lágrimas lhe banham o rosto,
Ele encontra conforto no abraço do Altíssimo, tão disposto.

Nos campos de batalha, um soldado prossegue,
Caminhando na fé, embora a carne fadigue,
Ele sabe que, ao final, há descanso prometido,
Nos braços do Pai, onde o amor é sentido.

Então, com o coração erguido, ele avança,
Na força da graça, na esperança que alcança,
Em Deus encontra forças, e a dor que o assola,
Transforma-se em poema, onde a paz o acolhe e consola.

Inserida por azaelandrean

⁠A Senhora de Vale-Flôr -

De pele trigueira e olhar firme
porte de gazela, pelos campos ao calor,
- ó Poeta -, fala, escreve, diz-me,
alguém há que se assemelhe à Senhora de Valle-Flor?!

Alta, esguia, perturbante,
passa por entre os nobres sem temor,
deixa a um canto a Senhora Duquesa de Brabante
a Senhora Marquesa de Valle-Flor.

Vestida de brocados e cetins,
pedras, pérolas, jades incolor,
desliza p'los salões ao toque dos clarins
a muy nobre dama Senhora de Valle-Flor.

Mas um dia, algo terrivel ocorreu,
chega-lhe a noticia que a deixa sem fulgor,
Jenny, sua filha, tão jovem, morreu!
Pobre e contristada Senhora de Valle-Flor.

O Marquês, deixara-a antes tão nova,
esse, a quem dera tanto amor,
agora, sua filha, 20 anos, vai à cova,
triste, no Palácio, a Senhora Marquesa de Valle-Flor.

A Rainha, Dona Amélia de Bragança,
vem ao Paço dar a mão à sua dor,
traz-lhe flores e um abraço de esperança:
"- Aceitai estas Rosas Senhora de Valle-Flor!"

De negro vestida, véu cobrindo o rosto,
tão ressentida, pálida, sem cor,
cai aos pés da rainha - tal o desgosto
da muy nobre Dama - a Senhora de Valle-Flor.

" - Alevantai-vos!" Diz a Rainha. "- Pobre mãe,
alembrai de Maria a sua dor,
sabeis agora o que é ser mãe - tão bem,
Senhora Marquesa de Valle- Flor."

"- É tão funda, Senhora de Bragança,
a dor que me assola o coração,
que não há Rosas nem esperança
que me tirem deste valle de solidão!"

Ainda hoje, à porta do jazigo da defunta,
se vê passar um vulto que liberta um odor
das Rosas que leva no regaço! Quem é? Alguém pergunta!
E há um suspiro que se escuta. É a Senhora de Valle-Flor!


(Poema à Senhora D. Maria do Carmo Dias Constantino Ferreira Pinto Valle-Flor (1872-1952) Primeira Marquesa de Valle-Flor, e à sua filha, Jenny Valle-Flor, falecida muito jovem, ainda adolescente ...)

Inserida por Eliot

⁠Pensamento -

A minha casa é a rua,
minhas vestes são os campos,
meus olhos de alma nua,
na voz do povo são dois cantos ...

A noite - cama onde me deito,
feita de linho, brocados e cetins,
tem alvas ondas - o teu jeito,
ao pôr as rendas sobre mim ...

Tocam na dolencia os sinos da igreja,
dão horas, meia-noite, tu não estás ...
E onde foste? Aonde irás? Que a vida te proteja!

Que eu, no frio da minha noite, sem nada,
na tristeza das colchas de damasco, adormeço
em silêncio numa cama já cansada!

Inserida por Eliot

⁠Caçada -

Pelos campos, na herdade,
saem galgos a correr,
manhã cedo, uma caçada;
é noite, na verdade,
e entre frio, a chover
desce ainda a madrugada!

Há um galgo branco e leve
a correr direito ao rio
entre a névoa densa e clara,
pelos campos uma lebre
que ao saltar cheia de frio
lhe parece jóia rara!

Desce o Sol no horizonte
e no meio da claridade,
voam tordos pelo ar;
a caçada vai a monte
no silêncio da herdade
correm galgos sem parar!

Inserida por Eliot

"Amanhecer cheio de luz" Poesia

Nos campos florido eu vejo...
O pousar dos beija-flor.
As borboletas voarem em circulo..
A contemplar o amor.
O gorjear dos passarinho, voando rumo ao seu ninho...
Levando um ramo de flor...
Despertando sua amada para entregar-lhe o amor.
Oh! Natureza singela, entre mil tua és a mais bela..
Que Deus a semente lançou.
Entre os campos verdejante, a palmeiras dos amantes...
Exala o perfume das flores.
O poeta por sua vez, medita no dizer...
Procurando nos caminhos um amor para viver.
Além da alma cansada, ele vê na curva da estrada um lindo...
Amanhecer.
Um Amanhecer cheio de luz...
Que a todo instante o conduz aos braços....
Do seu grande amor.

Inserida por Marylucy

"TERRAS CATARINAS"

Lembro dos campos nevados
das poças congeladas
que meus pés de menino
insistiam em pisar
até quebrar
até congelar
até saciar...

Lembro da mata em setembro,
das flores do Jacatirão
da ameixeira torta
de tantos frutos
já cansada
quase morta...

Lembro da velhinha de pés descalços,
descendo a montanha faceira
um balaio de aipim na cabeça
como se peso não houvesse
como se ver os netinhos
fosse-lhe o céu prometido...

E tudo pra ela era fácil:

Raio era "a luz do céu"
trovão um boa noite de deus...
Os ventos de Junho e Julho
tinham que existir
para quebrar os galhos das árvores
que queimariam no fogão
para ferver a agua
para fazer o mate
que nos reuniria
em volta da quente chapa

e o calor das pessoas
era mais quente que o fogo...

Lá na Serra Catarina
de onde me sorri uma menina
que há muito tempo se foi...

(M. J. Ventura, Macapá, AP, 2006)

Inserida por MarthaCourteville

Não creio em minorias…

Nos campos de cima da serra, quando a chuva cai, as dezenas de riachos, córregos e nascentes vão se unindo até que em instantes os pequenos rios se transformam, por alguns momentos, em fortes mananciais de água que vão derrubando e levando o que encontram pela frente. Nunca acreditei em minorias, acredito sim em grupos desunidos e conformados. Não acredito em armas, mas duvido que exista alguma mais forte do que a voz, a caneta e a informação. Não creio que a revolta dê bons resultados, e não acredito que as articulações sejam desinteressadas. Ainda desconheço a resposta, mas não quero me acostumar com o problema. O homem nasce puro e a medida que cresce a vida vai temperando o seu caráter, mas creio que um bom banho de discernimento, leve embora todos estes temperos que tiraram o gosto pelo correto, pelo desejado, e faça com que retorne à pureza de sentimentos, ações e a descoberta das respostas certas.

Inserida por andresaut

Aves selvagens, aves domésticas…

Hoje a tarde cavalgava nos campos de cima da serra, quando observei um bando de marrecos selvagens pousarem no açude perto da casa da fazenda. Eles pousaram ao redor de um domesticado e adaptado pato doméstico, o qual nadava ao lado contrário do pouso do bando, mas logo mudou de direção e seguiu nadando no meio de seus selvagens primos. Alguns instantes de descanso e logo apressaram-se em alçar novamente voo…e surpreendentemente, o patinho do logo, foi junto…alias tentou voar também, mas poucos segundos depois, a a uns 30 cm do chão, esparramou-se na água…

Por mais que pareçamos acomodados, penso que não somos, falta apenas a motivação, uma boa dose de boa vontade e treino para colocar em prática tudo que desejávamos da vida e ao passar dos anos, nadando no laguinho fomos esquecendo que um dia éramos selvagens e queiramos atravessar o mundo alcançando os céus da satisfação e o prazer da conquista. Meu amigo tem muito mais na vida do que um laguinho, tem o mar, tem os rios…e, acredite, ainda podes voar, eu tenho certeza que posso, porque EU QUERO!

Inserida por andresaut

⁠Erva-mate folhas que falam.

Entre campos de verde intenso, onde o vento sussurra histórias, nasceu um elo entre caminhos, tecendo fronteiras, moldando memórias.

Raízes fundas sob a terra, folhas que falam sem voz, erva-mate, irmã do tempo, guardiã de um povo feroz tribo guarani guerreiros herdeiros desta terra.

Ponta Porã, portal sem muros, sangue misto na mesma estrada, misturam-se línguas e gestos, no mate quente, na cuia gelada.

O tereré, frescor da manhã, Refresca o corpo e o pensamento, enquanto o chimarrão, atento, aquece os laços no firmamento.

Dividiu-se a terra, mudou-se o nome, mas nunca a alma do lugar, cada gole é um pacto antigo, de quem nasceu pra aqui ficar.

No ciclo eterno da bebida, Entre rodas, mãos e tradição, mate é símbolo, mate é vida, é a essência da região fronteiriça.

Inserida por coord_orlando


Em sua crônica de 1964, Paulo Mendes Campos, em "O Amor Acaba", retrata a inevitabilidade do fim do amor—ele pode se dissipar em um café, em um cinema, em uma conversa interrompida ou em simples gestos cotidianos. O autor nos mostra que, muitas vezes, o amor não morre de forma dramática, mas simplesmente se esgota, como uma chama que vai perdendo força.

Por outro lado, Martha Medeiros, em "O Amor Não Acaba, Nós é que Mudamos", propõe um contraponto: o amor não desaparece, ele apenas deixa o centro das atenções quando nossa visão de mundo se transforma. O sentimento que parecia absoluto pode se deslocar, sendo moldado pelas novas experiências, pelas dores e pela evolução pessoal de cada um.

Enquanto Paulo pinta um cenário de despedida melancólica, Martha traz um olhar esperançoso—o amor persiste, mas pode mudar de forma e se alojar em diferentes espaços da alma. Talvez ele não termine, apenas se reinvente.

Essa fusão entre dois olhares tão distintos nos faz refletir: o amor realmente acaba ou apenas se transforma?

꧁ ❤𓊈𒆜🆅🅰🅻𒆜𓊉❤꧂
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Inserida por valdecir_val_neves

Composui agros




⁠Compus a campos de jardim
Dentro da sua falta
Ah, solidão, imensidão
Que sempre me maltrata

Venha a mim, não tenha medo
Mude todo o enredo, ofereça seu amor
E tudo sempre vem
Que o breve dia, de cada estante,
Seja uma pirâmide

Que, com lápis, dá de pintar
Todo e todo instante
Mude a constante dessa solidão
E me obrigue a amar
Veja, cantando, minha composição
E me ensine a falar

Não sei de amor, não sei dizer
O que aconteceu? Veja tudo ao redor
E o que diz a mim? Sou o alicerce que já fui
Mas não sou seu amor

Você me disse:
“Ah, solidão tem que maltratar
Teu coração.” Disse-me que eu ia vagar
Sozinho, condenado à morte
Disse cantando, com todo o ódio
Que eu chorei nos cantos

Mas fiquei rindo, todo sorrindo
Quase chorei o dia todo
Vi e balancei o rodo
Quando caí de cabeça no chão
No chão

Inserida por WalyssonLima

⁠ENCANTOS DA NATUREZA
O verde esbanjando charme
Bordado os campos de flores
Parece um lindo arco-íris
Com retalhos de cores.

Os passarinhos cantando
Festejando a natureza
O Sol abrindo as asas
É a maior grandeza.

Borboletas sapateando
Dançam e encantam os dias
A chuva fina peneirando
Desabrocha o verde em poesias.

Essa dança das flores
Cobre o solo, enfeita a vida
Nesse cenário de cores
A natureza fica vestida.

Irá Rodrigues.

Inserida por Irarodrigues

⁠PEDAÇOS
Trazemos o aroma dos campos que passamos:
Amores, Amigos, pessoas, livros, ambientes, projetos, enfim...
Não cuidar destes campos
Seria o mesmo que afiar uma faca durante o dia para se cortar com ela a noite...
Já não tenho mais dúvidas
Que as partes de mim
São os pedaços de vocês!!!

Inserida por MarcosPaglioni_369

⁠"MEU RIO GRANDE MEU CHÂO"
Campos verdejantes
Minha terra meu pampa
Vales e montes
Estão na estampa
Do meu Rio Grande meu Chão
A hospitalidade do seu povo
É a essência do rincão
O amargo do mate
Esquenta a alma
A saudade me bate
Me tirando a calma
Saudade campeira
O rancho rondando
E a solidão traiçoeira
Vem se acomodando
Ainda há brasas no fogão
E o sono tá chegando
Já chega de chimarrão
O minuano tá golpeando
Com fúria o galpão
E já estou me ajeitando
Pra sair daqui quando se apagar o último tição.

Inserida por sergiocancioneiro

Li uma vez sobre usarem ‘corpos das outras mulheres como nossos campos de batalha’ e me ocorreu que muito além do corpo
usam também a nossa essência para guerrear em batalhas pessoais.
Por que não percebemos o quanto isso é cruel?
Permitir que nos usem como se não existissem milagres acontecendo dentro de nós a todo momento.

Inserida por tinlbsb

⁠A Oração.

Catar o tomilho selvagem
do campo, e você ouve sua vós,
A fazenda tem o verde dos campos,
Que a sol ilumina a fé que tudo embala,
Eu sonho os sonhos dos que viveram,
Urse em flor perto da fonte clareada,
É a oração do Homen do campo.

Inserida por osvaldo_zorzetto