Poemas Bonitos
Sempre quis ser escritor. Desde a minha tenra infância, mas só descobri a possibilidade de concretizar tal sonho quando comecei a escrever.
Sempre tive muito medo de errar. E errei. Mas também acertei e com os acertos aprendi a não errar, contudo com os erros percebi um fator determinante para a vida de um homem: " maturidade". Esta que as vezes não tenho, que as vezes tenho mas que sempre aparece, cresce e fortifica com os desafios da vida.
O mito é tão importante para o conhecimento humano quanto a filosofia. Filósofos apenas criam e recriam conceitos. A filosofia apenas dorme...
Sonhos são expressões metafísicas de uma realidade que pode se fazer presente ou não. São necessários. Ah, quantos sonhos eu ainda tenho pela frente nessa vida passageira? Muitos, e a cada sonho realizado ou desfeito ou impossibilitado no momento acabo por reafirmar a necessidade de sempre lutar por eles. Pois, lutar sempre é necessário.
A história não é feita apenas pelo historiador. Esse é o grande erro, pois na verdade é o historiador que é feito pela história. Quanto mais ele se atualiza e fortalece seu currículo, a instituição o denomina de historiador.
Não da pra entender o seus costumes, não da pra disfarçar os seus ciúmes, mas o que fazer se só você me entende,
seu amor e meu, meu amor e seu, não adianta se esconder de mim, já tentou fujir, já foi pra outro pais, já tentou amar outra pessoas em fim, no desespero voltou pra mim, eu já sei que não da, para de ficar procurando outra relação, ponha na sua cabeça que eu sou o dono do seu coração, sem você eu não aguento já falei pros meu amigo vou pedir você em casamento. música
Não reclame da vida, pois o ser humano e tudo o que fala e tudo o que pensa, esse são os valores que faz a diferença, entre cada um.
Sabe aquele momento em que você pensa que esta tudo acabado, ai que você se engana, esta e começando e você nem percebeu.
O tempo passa e tudo ficará diferente, seus planos poderão não ser mais os mesmo, isso se chama destino, tudo que planejou ou plantou ao longo de todo o passado, estará colhendo no presente e no futuro, sabe por que, por que você e o espelho do seu proprio eu, sem tirar e sem por, mesmo assim Deus estará com tigo sempre e sempre, Frase de Vittor Borges.
Um ano possui 365 dias e inúmeros feriados, dentre eles cabe a destacar o Natal, onde é comemorado em diversos lugares do mundo. Aqui sempre me pergunto se a história cíclica já pregada pelos gregos a muitos anos atrás ainda se faz presente em nossos dias? Portanto percebo a cada instante que a história além de possuir uma variada corrente de pensamento, também está permeada pela objetividade e pela subjetividade daqueles que a tentam transcrever para um papel.
É uma verdade inquestionável que existem apenas dois momentos em nossa vida onde não podemos modificar a história, são eles: o ontem onde já passou o tempo decorrido ( modificar não significa manipular ou escrever o como aconteceu sem ter acontecido) e o amanhã onde podemos planejar, mas não realizar. Dessa forma só existe uma possibilidade de cada vez sermos melhores, no hoje de nossas vidas, onde temos a oportunidade de modificar e agir no meio em que vivemos.
Natal Solidário? Não seria apenas uma forma de alimentar o próprio ego em vez de ajudar o próximo? Existe alteridade ou somos todos egoístas? Que bom seria se o Natal fosse todos os dias, e não apenas Jesus Nascesse em nossos corações, mas que conseguíssemos reconhecer Jesus Cristo no outro. Professores Humildes? Infelizmente é como se procurássemos uma agulha no palheiro.
Qual o segredo para ser um escritor? Escrever sem medo das criticas. Qual o segredo para ser um bom escritor? Escrever bem e a auto criticar-se sempre acolhendo também as criticas construtivas dos outros.
Pero no hablemos de hechos. Ya a nadie le importan los hechos. Son meros
puntos de partida para la invención y el razonamiento. En las escuelas nos enseñan la duda y el arte del olvido. Ante todo el olvido de lo personal y local. Vivimos en el tiempo, que es sucesivo, pero tratamos de vivir sub specie aeternitatis. Del pasado nos quedan algunos nombres, que el lenguaje tiende a olvidar.
De todas las funciones, la del político era sin duda la más pública. Un embajador o un ministro era una suerte de lisiado que era preciso trasladar en largos y ruidosos vehículos, cercado de ciclistas y granaderos y aguardado por ansiosos fotógrafos. Parece que les hubieran cortado los pies, solía decir mi madre. Las imágenes y la letra impresa eran más reales que las cosas. Sólo lo publicado era verdadero. Esse est percipi (ser es ser retratado) era el principio, el medio y el fin de nuestro singular concepto del mundo. En el ayer que me tocó, la gente era ingenua; creía que una mercadería era buena porque así lo afirmaba y lo repetía su propio fabricante. También eran frecuentes los robos, aunque nadie ignoraba que la posesión de dinero no da mayor felicidad ni mayor quietud.
