Poemas Boca
Meus olhos sorriem mais do que minha própria boca, e quando prendo o riso, meu corpo ri sozinho. Talvez nem eu me entenda. Nem ninguém. Talvez o que eu escreva seja um monte de palavras pintadas de sonhos junto com um monte de sentimento e vontade; afinal, é o que sou, é do que estou cheia, e é o que levo pra perto de quem amo.
Verdades são palavras que não saem da boca, saem da alma e tocam o coração. Mentiras são as proprias tentações da mente, afinal, o caminho mais curto é sujo, e o longo é arduo, cabe a cada um fazer sua escolha, o sujo lhe trará o sucesso mais rapido, assim como lhe trará infelicidade e tristeza, o arduo, lhe machucará no inicio, mas se você acreditar que é capaz logo verá que só o primeiro passo é dificil de ser dado, e a reconpensa no final será o sorriso de ter acreditado e alcançado o objetivo tanto almejado.
"Não se preocupe com tantas ofensas, pois da mesma boca saem os elogios.
E se o problema é a cor amarela, entre lágrimas e remelas, eu prefiro os sorrisos."
Não julge me conhecer, não abra a boca pra dizer o que não sabe, nem eu me conheço, não queira me amar, talvez eu não mereça, não me faça mal, posso te fazer o pior.
Devemos conquistar o sim de uma mulher pelo seu olhar...ou de outra forma escutar o não de sua boca.
É meio confuso, meio sem graça. Mas no final é sempre bom.
Seja pelo doce que fica na boca, seja pelo alívio que fica no coração.
Dias. Passam terrivelmente divagares quando você não está. Boca. Gostaria de beijar a sua. Sorriso. Gostaria de olhar para o seu todo os dias. Apaixonada. É como estou por você nesse momento. Você. O que eu quero todos os dias. Amor. É o que eu sinto por você.
Um cego gostaria de ler essa frase, um mudo de pronuncia-la com a própria boca, um surdo queria escutá-la todos os dias... se você não é nenhum desses, agradeça a Deus, pois você tem coisas valiosas que muitos querem ter.
Eu tenho delicadeza na carne, nos ossos, no sangue, nos olhos, na boca, no coração e na alma. Eu sou assim, tenho delicadeza em tudo.
A raiz do mal é falar e não ouvir o que a própria boca diz. Pra este veneno há dois meio-antídotos: o ignorante calado e o falante auditor.
Alguns dizem que Deus nos deu dois ouvidos e uma boca que era pra gente ouvir mais e falar menos. Tudo é uma questão de ótica e conveniência. Eu digo que Deus nos deu apenas uma boca para provar que nem sempre dois é melhor que um, pois mesmo com dois ouvidos as pessoas fingem não ouvir o que deveriam ouvir para melhor refletirem e mudarem de postura a fim de atenderem, por exemplo, a demanda de sons que muitos, à sua volta, emitem em tom de socorro. Mesmo com dois olhos as pessoas se fingem de cegas para não se sentirem obrigadas a reagir diante de cenas desumanas onde muitos são obrigados a protagonizar. Porém uma única boca, sozinha, se tiver disposição, é capaz de gritar convocando todos aqueles que não se restringem no uso dos seus cinco sentidos a se engajarem em ações que minimizem os estragos causados pelos dotados da omissão justificada pelo comportamento dito como politicamente correto.
As pessoas sensatas são aquelas que mantêm mais tempo a boca fechada e os ouvidos abertos. De repente, a vontade desenfreada de criar um papo a qualquer preço pode custar a imagem pública de quem se arrisca. Quem muito fala, dá bom dia a cavalo, já dizia o ditado. Não há nada errado em ser calado. Errado é pensar que se pode falar levianamente.
Maluquinho, nem pense em mudar de assunto. Cala a boca. Você vai se casar comigo e ponto. Você vai se casar comigo porque você é meu. Só meu! Ouviu bem isso? Não se atreva a não se casar comigo! Dá pra entender? Dá pra entender? Eu perguntei, Dá pra entender? É bom entender mesmo. Se não se casar comigo, não vai se casar com ninguém! Você é meu! Só meu!
