Poemas Anjos de Pijama Matilde Rosa Araujo
Parabéns, amigo. Nas voltas que a vida dá, nos encontros casuais, conheci você. Mesmo caminhando para outras voltas e distante de novos encontros casuais, dei uma desacelerada nos passos só para te dizer que, mesmo casualmente, encontrar você pelo caminho me mostrou que não precisamos marcar data ou hora para ter junto das pessoas momentos inesquecíveis. Agora, deixa eu continuar andando e dar mais uma volta na vida, porque com certeza te encontrarei novamente... Feliz vida toda.
Lute, mas sempre com certeza de vitória.
Imagine, mas imaginar é pouco, realiza teus sonhos.
Chore, mas nunca por erros.
Ame, mas não tenha medo da dor.
Caminhe, mas sempre pela estrada da felicidade.
Corra, mas não tenha medo das pedras.
Erre, pois os erros lhe fornecem a melhor aprendizagem.
Tente, pois, por menos chances que você tenha, quando você desiste as chances acabam.
Saiba que, mesmo sendo de noite, nunca é tarde demais.
O teu cheiro !
No perfume de cada rosa 🌹
No perfume de cada flor 🌻
Eu sinto minha querida,
o teu cheiro meu amor.
Pétela da Rosa !
Tú és a pétala da Rosa,
que caiu em meu terraço.
Tú és a minha Maria Bonita,
E eu, o teu Rei do Cangaço.
QUANDO EU TÔ CONCÊ...
de: Mineirinha... caipira sim Uai.
para: Cantinho dos Caipiras
enviado: 10 de novembro de 2008 22:43
QUANDO EU TO CONCÊ
Quando eu to concê o tempo é curto igual coice de porco
MaiZ gostosu quinem bêjo di primo
Ficu tão filISS quI meus dente fica maiz pra fora
Duquê cutuvêlo dI caminhoneru
Ocê é um trem tão bao que faiz meu coração
Pulá quinem pipoca num é popica hein?
Ocê me fais paiaçada pra mim i ieu façu
Paiafrita i cozida procê.
E cuando iscutu piada çua ieu dô tanta
Risada qui minha boca fica maiz aberta
Qui burro cuando come urtiga di tanto quiocê mi faiz bem
Mais quando ocê vai çimbora
Eu fico perdidu quinem minhoca nu meio da galinhero
Meu sorriso fica murchim quinem arface na gordura quente
Qui farta um anjo paiaço faiz na vida da gente
Oia ocê é um trem danadu dibão
Que nem xuxu cum limão
Quinem queijo cum goiabada
Ocê é um tizoru que vô guardá drentro du meu coraçãozim
Vô ali um cadiquim fazê uma paiaçada, ocê prefere di cual?
Paiafrita, paiacuzida ou paiaçada mesmo?
Aqui vô maiz dexu humbração sabor queijim minerim com direitou
A docim viu?
Caminhada
É com luta
Que aprendemos A construir com amor!
A paz interior e
Caminharmos com
Alegria, vitoria
Nessa caminhada
Vamos aprender
A sobreviver pois,
Às vezes vamos ter que Chorar para vencer.
Vamos ter que lutar
Para brigar por nossas conquistas.
Na caminhada não é fácil.
Com Deus no coração
Não baixe a cabeça na hora da decepção.
Na Caminhada dessa vida
Nem sempre vai ter alegria.
O coração vai sofrer
não é hora de parar
mesmo com a dor.
É hora de continuar
A caminhar
Uma mordida no queixo
Um cheiro na nuca
Um beijo na boca
Um arrepio no corpo
Eu amo seu corpo.
Um sorriso nos lábios
Uma lagrima nos olhos
molha teu rosto e cai
no seu corpo...
É a dor da saudade
Um gesto de adeus
A porta se fecha
Os olhos se entristecem
Anciando a hora da chegada.
Um brilho nos olhos
Um abraço bem forte
Um outro beijo na boca
A saudade se afoga
A felicidade esta de volta
E assim o dia termina
A noite se inicia
Um novo sonho vai nascer
ao cair da noite...
E assim continuo te amando.
Minha verde floresta
Diariamente lembro-me de florestas
Vastas com algumas partes abertas
Diariamente me lembro de florestas
Enquanto guardo nossas memórias em cestas
Diariamente me perco em mim
É como um poço sem fim
Quando caio vejo lá
Sei que tenho a floresta pra me ajudar
Acho q é o verde dessa floresta que me faz delirar.
Houve um tempo em que vi minha floresta desabar
Me doeu ver as chamas naquele olhar , o fogo a queimar , e depois toda a luz a se apagar.
Agora apenas galhos e resíduos moram lá.
O que quero dizer com meus poemas?
O que interpreto?
Ora, me digas tu.
Minha liberdade poética,
És sua liberdade de pensar.
O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim, esquenta e esfria, aperta e depois afrouxa e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem. O que Deus quer é ver a gente aprendendo a ser capaz de ficar alegre e amar, no meio da tristeza. Todo caminho da gente é resvaloso, mas cair não prejudica demais. A gente levanta, a gente sabe, a gente volta.
Ah, não; amigo, para mim, é diferente. Não é um ajuste de um dar serviço ao outro, e receber, e saírem por este mundo, barganhando ajudas, ainda que sendo com o fazer a injustiça aos demais. Amigo, para mim, é só isto: é a pessoa com quem a gente gosta de conversar, do igual o igual, desarmado. O de que um tira prazer de estar próximo. Só isto, quase; e os todos sacrifícios. Ou – amigo – é que a gente seja, mas sem precisar de saber o por que é que é.
Tem horas em que penso que a gente carecia, de repente, de acordar de alguma espécie de encanto.
Desistir... eu já pensei seriamente nisso, mas nunca me levei realmente a sério; é que tem mais chão nos meus olhos do que o cansaço nas minhas pernas, mais esperança nos meus passos, do que tristeza nos meus ombros, mais estrada no meu coração do que medo na minha cabeça.
No azul profundo as estrelas eram cintilantemente esverdeadas, amarelas, brancas, cor-de-rosa, de um brilhante mais vítreo do que em casa – mesmo em Paris: chame-se-lhes opalas, esmeraldas, lapis lazuli, rubis, safiras. Certas estrelas são amarelo-limão, outras têm um rubor rosa, ou um verde ou azul ou um brilho que não se esquece. E sem querer alargar-me neste assunto torna-se suficientemente claro que colocar pequenos pontos brancos numa superfície azul-preta não basta.
E Julieta disse a Romeu: De que vale um nome, se o que chamamos rosa, sob outra designação teria igual perfume?
O primeiro homem a comparar as maçãs do rosto de uma jovem a uma rosa era obviamente um poeta; o primeiro a repetir isso era possivelmente um idiota.
Dói, um pouco. Não mais uma ferida recente, apenas um pequeno espinho de rosa, coisa assim, que você tenta arrancar da palma da mão com a ponta de uma agulha. Mas, se você não consegue extirpá-lo, o pequeno espinho pode deixar de ser uma pequena dor para transformar-se numa grande chaga.
