Poemas a um Poeta Olavo Bilac
Não venhas me dizer o que está errado
se até mesmo tu estás a ser engando.
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Não venhas me dizer o que está errado
porque até mesmo tu estás a ser engando.
Faço como na estória infantil
Ou no conto corriqueiro
onde sempre o início virtuoso
Finda no ledo momento
Pois a ideia de felicidade
substantivo que habita em outra cidade
traz na mente o desejo do beijo
Contrário ao desejo vil
O sonho, a palavra, o cortejo
Desejo esse farto de força
Aquém do peito, pela bela moça
Quem garante que o amanhã não a tenha?
Num instante, o fim feliz permeia!
Tristeza.
Pureza no olhar,
Tocar, sentir e falar.
Rezar para o sempre.
Esperança,
Confiança na vida indecisa,
Vindas e idas.
Sentido,
Dirijo sem rumo,
Eterno caminho,
Tropeço no escuro.
Chegadas,
Desejos da vida,
Final dos meus sonhos,
Morte, bem-vinda.
Esse ano foi estranho, sai de alfenas e parei de tomar banho.
Vim atrás do meu amigo Abadá, o mestre que diz eu nunca encapá!
Neste ritmo louco, papai eu vou ser, afinal não é só de frozen que o homem deve viver.
Pois assim estranho eu vou vivendo, e as minas do Tinder continuam me querendo.
Ontem o Double Deck me mandou um abraço, porém eu e ela agora temos um laço.
Meus amigos me chamam de namorão, estranho sentimento que vivo com emoção.
Venho aqui confessar que a vida de solteiro tive de largar, pois a partir de agora a Shell decidiu me patrocinar.
A parte triste é que uma carta a punho terei de enviar, sempre na esperança do tinder para de me boletar.
Abraços Papai
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Mano não tenhas medo de alcançar e de perder
porque até errar estamos sempre a aprender.
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Mano não tenhas medo de alcançar e de perder
porque até errar um gajo está sempre a aprender.
-Ei cara oque se passa?
- Não sei amigo eu tenho me afastado, caminhando talvez encontre oque procuro mais certamente não encontrei nada nesta cidade.
És a minha estrela que me dá orientação.
Obrigado, filha, do fundo do meu coração.
És a minha força que me dá inspiração.
Obrigado, filha, do fundo do meu coração.
Observo muitas pessoas e grupos políticos enaltecerem a liberdade de opinião e o diálogo, mais também enxergo muita HIPOCRISIA quando os mesmos não conseguem ouvir a opinião contrária...
Os seres humanos em seu cerne são tirânicos,não se desprendem de suas "verdades" nem querem ser convencidos a acreditar em outras perspectivas e se pudessem exterminavam seus semelhantes para entronarem suas crenças...
É normal ter uma formação pensante sobre algo, agora crucificar o outro ou até perder a amizade por convicções é de uma infantilidade espantosa, lembre-se que as "certezas" não são inquestionáveis e sim discutíveis.
A MUSA DOS SONHOS
Ah, a tua paixão, imensa, cravina,
Desmesurada em prazer real,
Ardente assim eu nunca vi igual,
Puramente a lua, linda... divina.
E a minha loucura intensa e fina
No teu corpo quente, escultural,
Não há como ser em mim normal,
Ah, não me há quem a desatina...
Oh, bela, os teus desejos loucos,
Por mim, nem que fossem poucos,
Feliz ao mundo eu estaria a rir...
Se em meus olhos deixaste ilusão,
Não há quem não vê em ti paixão!
Que bem, o Poeta, tu fazes sorrir...
AMOR INTENSO
Sei lá, amor, sei lá o que pode acontecer!
Quero-te assim, bela, quente, e sem dor...
Quero-te sobre as chamas do teu esplendor
Tão viva, intensa, inebriando o meu ser...
Não sei, amor, e nem quero entender...
Dos prantos o luar, que brilhe o nosso amor!
Que vivemos tão quentes, que core a flor...
Que penetre em mim o teu bem querer!
Quero a tua paixão! Viva! Completamente...
Se vivermos da vontade, fazemos de contente,
Dos males as pragas que se põem a falar...
Quero de a tua alma, ver em mim lealdade
Que falem que seja d’uma grande amizade...
Mas que viva entre a gente o que está a amar!
TESTEMUNHO
Vida! Caminho deserto onde ando;
Agreste de sentimento amargo...
Vales e ondas, inútil, vai vagando,
Aos pés de mim o amor que trago!
Existência! Não sei eu até quando...
Advirá em águas o grande lago;
Baldadas lágrimas, rio dum afago;
Estrada infinita que vou rogando...
Balbucio demência, já a tanta dor...
Voz oculta em meio à sombra fria,
Já não me vale o temor dum grito.
Brado que não mais ouve o amor
Sob as rochas quietas à luz do dia,
Dentre à luz do sol, que já é mito!
INCÓGNITA
Porque te disse: amor! Contudo, demente
Por teus beijos de fogo, alucinado...
E nem ainda a senti a boca; simplesmente
Por teu corpo de ouro – fonte de pecado!
Porque te disse ainda: ventura tanta!
E nem o teu calor senti tão perto...
Por tua voz que aos meus ouvidos canta,
E que’u nem sei donde vem ao certo!
Eu só quero o teu amor, desconhecido...
Eu só quero a tua paixão, seu amor perdido
Que canta aos meus ouvidos teus desejos...
Eu só quero m’enroscar na tu’alma louca...
Ao meu vigor intenso, dar-te a boca
O que de amor fosse a ti, primeiros beijos...
PÓS-DIA
Por que se tem nesse mundo o segredo
Se que vivem por os deuses implorar
Vida sem noite e amor com luar
Na estrada em que seguem sem medo?
Olhem a morte que lá vem cedo!
Por anjos falam os que vêm encontrar
Paixão sem tempo e tempo sem ar
No fogo intenso sobre lança sem credo...
Seria o saber do que não se sabia, seria?
Forjar fortunas sem ação de morrer
E viver sem viver o que nunca se sente...
Por que rara cobra ao sol deveria
Atentar o despeito sem que fosse o temer
Do futuro em se exceder o presente?
