Poemas a um Poeta Olavo Bilac
O encontro com o verdadeiro amor,
É como raspar o tacho que foi preparado um doce,
Já sabendo o quão sera gostoso.
Mesmo que digam
que não exista,
Todo mundo precisa
de um amor puro
com sabor de fruta
fresca colhida
depois da chuva.
Mensagem para este final de ano e para a vida toda sempre que for necessário fazer um exame de consciência poderoso:
- Divergir sem se digladiar. Argumentar sempre.
- Se divertir sem agredir. Bom senso e gentileza sempre.
- Fazer humor não é diminuir. Diminuir é ironizar e desumanizar. O bom humor nasce da genuína alegria sempre. Pratique o seu bom humor com bondade.
- Quando houver dificuldades pratique a boa vontade.
O Bicudinho-do-brejo
é um passarinho romântico
de uma parte do meu Sul
magnífico e poético
em dias com ou sem Céu azul.
Com igual alegria de passarinho
no meu coração resolvi
construir para nós um ninho
feito com amor, carinho
e enfeitado por beijinhos.
O Bicudinho-do-brejo com
a sua persistência inspira
vivendo nos mangues, alagados,
pântanos e capins altos,
segue ensinando que os caminhos
não é e nem nunca serão
o do desânimo e da desistência.
Com o Bicudinho-do-brejo
e seu voo baixinho é possível
se movimentar, ir longe
viver o quê se pode hoje
e seguir amando sempre.
Observando a rota mística
do Bicudinho-do-brejo
aprendi que nem mesmo
o mau tempo pode fazer
com que queiramos menos
e que percamos a fé na vida.
Um Bolo Formigueiro
gentil com suco ou café
é algo bem brasileiro
que faz sempre a nossa
festa a qualquer hora,
Você sabe que te guardo
com poesia amorosa.
Não importa o tamanho,
a hora, o dia e nem mesmo
o meu estado de espírito,
um pedaço de Bolo de Brigadeiro
feito e oferecido com amor
sempre alimentará
a minha criança interior
com a genuína alegria
do nosso Brasil Brasileiro,
porque é capaz de fazer
do pior momento no momento
perfeito e trazer de volta
o sorriso com aconchego
com jeito e seu doce sabor.
Fazer um Kutiá
para encontrar
o doce nos teus
amorosos beijos,
Essa será a maior
glória dos desejos:
Celebrar juntos por
ser apaixonados.
Amanteigado
Buscar nos seus lábios
um Amanteigado,
Ganhar um beijo apaixonado
e um sonho romântico
que hei de ter realizado.
Tortéi
Quando o amor
entre nós se tornar
a mais alta grei,
Nunca mais haverá
de faltar um Tortéi
recheado com Abóbora,
Porque eu tenho
certeza que você adora.
Trovadorismo para o Vale Europeu Catarinense
Nas linhas do meu caderno
antigo encontrei um poema
que estava em completo
que resultou numa cantiga
nesta tarde na minha Rodeio,
e enquanto eu escrevia
entrou uma borboleta
pela janela do meu quarto,
Que inspirou a escrever um belo
Trovadorismo para o nosso
Vale Europeu Catarinense
que cerca de inspiração
a vida da nossa gente,
Gratidão é para poucos
que orgulhosamente
tem um coração que pulsa e sente.
Sempre-viva-gigante
A Sempre-viva-gigante
enfeita como um poema
a nossa bonita cena,
Você convicto se declarando
perdidamente apaixonado
e eu deliciada com puro
encantamento flutuando.
Do jeito que está o mundo,
só consigo pedir a Deus:
--- Um melhor "Dia das Mães"
a cada novo segundo
do jeito poético e profundo.
Michelangelo com a pedra.
Certo dia, Michelangelo viu um bloco de mármore e disse a seus alunos: “Aí dentro há um anjo, vamos colocá-lo para fora!”. Depois de algum tempo, com o seu gênio de escultor, um anjo surgiu da pedra. Então os discípulos lhe perguntaram como tinha conseguido aquela proeza. Ele respondeu: “O anjo já estava aí, apenas tirei os excessos que estavam sobrando”. Educar é isso, é ir com paciência e perícia, sabedoria e bondade, retirando os maus hábitos e descobrindo as virtudes, até que o “anjo” apareça em cada aluno.
Não sofro distúrbio de consciência. Sempre fui verdadeiro em tudo que fiz!
Mesmo atras de um fake, minh'alma é sempre a mesma, a mesma essência.
O que sou é o que você vê, se tens dificuldade em me ver, então falta lhe essência no coração.
És como uma valsa, uma dança do acasalamento — um jogo perigoso que, majestosamente, sabes jogar.
Mas tua presença é um golpe baixo — e acerta onde o fogo habita.
Minha mão ainda segura a caneta, mas minha escrita já traça versos por entre tuas coxas.
Escorregas para o meu colo, sentando-te como quem reclama um trono.
— “Fale algo bonito para mim...” — sussurras.
— “Tu és o poema que me arranca a lucidez,” — digo, arfando.Sorris, remexendo devagar.
— “Então, declama-me...” — diz mordendo o lábio.
Uma métrica perfeita, libidinosamente obedecida, sílaba por sílaba, tercetos e quartetos das tuas rimas.
Sussurras quase inaudível, enquanto arrastas minha mão para teu recôndito paraíso — um jardim de névoas úmidas.
— “Escreva-me com os dedos”, — exiges.
Meu corpo obedece — sou a pena que desliza nas entrelinhas do teu prazer.
