Poemas a um Poeta Olavo Bilac
Cade dia que acordo
É querendo seu amor
É desejando seu beijo
Seu corpo e seu calor
Cada dia um amanhecer
Pra eu lembrar de você
E sorrir feito criança
Torcendo pra encontrar
Com você e me encantar
Renovando a esperança.
Léo Poeta
Se eu pudesse voltar
Ao tempo de minha infância
Voltava cheio de ânsia
Um grito iria soltar
Sorriso não ia faltar
Encontraria minha paz
Não voltava nunca mais
Eu ia brincar novamente
Do jeito de antigamente
Lá na casa dos meus pais
Léo Poeta
Dá um beijo em mim
Música Dá um beijo em mim
MODÃO SERTANEJO
Compositor poeta Adailton
Esse seu jeito de olhar me conquistou
A minha voz sussurrou no seu ouvido
Eu duvido que você não gostou
Deixe eu te falar
Vem me abraçar
Eu quero beijo grandão... grandão assim.
Dá um beijo em mim
Bem grandão assim...asssim oh!(refrão)
Bagunça a minha cama
Revira o meu colchão.
Inquilina do meu lar e dona do meu coração
Deixe eu te falar
Vem me abraçar
Eu quero beijo grandão...grandão assim.
Dá um beijo em mim
Bem grandão assim...asssim oh!(refrão)
Deita por cima de mim, fala o que eu quero ouvir
Descansa nos meus braços antes de dormir,ninguém explica essa paixão
Inquilina do meu lar e dona do meu coração.
Deixe eu te falar
Vem me abraçar
Eu quero beijo grandão...grandão assim.
Dá um beijo em mim
Bem grandão assim...asssim oh!(refrão)
Poeta Adailton
poeta Adailton
Enviado por poeta Adailton em 23/10/2019
Código do texto: T6777048
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Adágio do Silêncio
Se, um dia, alguém te disser
Que este amor é eterno
Deves logo desdizer
Que não foi mais que inferno.
Diz que nunca houve amor,
Não dormimos em alcova,
Jamais trocámos suor
ou vimos luas, cheia e nova.
Foste, nos meus olhos e alma,
Um adágio silencioso,
Um abjecto belicoso,
sem ternura, paz ou calma.
Foste o leito podre de água,
De coração estagnado,
O vazio, o erro, a mágoa,
O nada deste pecado.
Não serás jamais viola
Que tange nas cordas, vibrante,
Sussurros e gritos de amante -
Apenas ais por esmola.
Este adágio não existe,
Nem sequer é nasciturno,
Pobre acto taciturno,
Sangue sujo que esvaíste.
No silêncio do adágio,
Tentei amar-te, por plágio,
Mas em pranto irrompi,
Perante tal monstro, fugi…
Meu terceiro soneto
A fome
É um vazio na barriga;
É sentir o cheiro da comida e não poder saciar;
É a dor de ver uma criança chorar por um prato de comida;
É pedir a alguém um "restinho de comida" que sobrou do jantar;
É perceber que o que você ganha não é o suficiente ;
É ouvir o choro dos inocentes por um pedaço de pão;
É um gesto de homens, mulheres e crianças estirando uma das mãos;
É ver os pobres apanhando migalhas do chão;
É o sacrifício de não conseguir trazer para casa o pão nosso de cada dia;
É a geladeira de muitos cheia e a sua vazia;
É a mãe enganar a criança deixando ela mamar no peito vazio;
É para o mundo um grande desafio;
É tornar um homem,muitas vezes,um bicho;
É catar comida no lixo.
Poeta Adailton
Você trabalha, estuda, mata um leão por dia, protege, ensina, foge dos lobos
alimenta suas crias, canta, chora, ri, pensa, dialoga, ajuda,
aconselha, aprende, orienta, se dedica, viaja, volta, acorda, adormece,
lê livros, obtém conhecimento, se prepara para a maturidade, velhice e posteridade,
e mesmo assim é chamado de ovelha, que precisa ser guiado por um pastor? Ovelhas são só ovelhas.
D1
Um início contundente
Precipício pus-me a olhar
A distância em minha vista permeante
Joguei-me ao fundo nesse instante
D’uma causadora de arrepios
De sentimentos descabidos
Orei contra meu pensar
Veja bem, apenas por um olhar
Mais profundo que um oceano
Mais difuso do que o universo
Brilho ímpar que me faz pensar
E nesse precipício, sempre me jogar
D3
Meu amor
Um batismo sublime
Onde não tens mais nome
Uma palavra simples define
A alegria de viver num moinho
Vai trabalhando devagar
Vai permeando o pensar
Dissolve a ideia da razão
Paixão, amor, palavras
Palavras e afirmação
Em todo momento
Vivo esse sentimento
Meu amor, meu tormento!
A imagem que trago na memória
É um retrato fiel do meu passado
Naquele lugar que fui criado
Essa imagem conta a história
De uma vida de luta e vitória
Um jumento apita na matina
Retratando a vida nordestina
De um sertão de noite enluarada
Quando o sol aninha no crepúsculo
E o sertanejo repousa todo músculo
Pra depois acordar de madrugada
Música Gospel
Título A verdadeira alegria só pode vir de Deus.
Compositor poeta Adailton
Um coração alegre é mais forte, mais preparado para enfrentar os desafios da vida. Mesmo que passemos momentos difíceis, podemos experimentar a alegria maravilhosa de Deus. É impossível não sentir alegria se olharmos para o grande e perfeito amor que Deus tem por nós. E se pensarmos naquilo que Jesus conquistou na cruz para aqueles que creem, uma alegria única nasce no nosso coração.
"Eu digo que, da mesma forma, haverá mais alegria no céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não precisam arrepender-se." Lucas 15:7
Viver bem e feliz é o desejo de Deus para todos os lares; porém, muitas vezes, a falta de sabedoria do que fazer diante de uma provação, de um ataque das forças das trevas e de como reivindicar o seu direito à bênção faz as operações do Senhor não acontecerem na hora. Leia a Bíblia e aprenda com quem foi abençoado no passado. Então, em um abrir e fechar de olhos, você verá o quanto o Altíssimo pode realizar em seu favor. Não há melhor momento para você orar do que agora. Desse modo, tome posse das promessas anunciadas pelas Escrituras Sagradas
" Cura-me, Senhor, e serei curado, salva-me, e serei salvo; porque tu és o meu louvor" (Jr 17: 14).
Deus vai tomar o que você tem e multiplicá-lo para satisfazer suas necessidades. Mas, até que ponto você tem condições de receber tudo o que Deus lhe reserva? Possui fé suficiente para aceitar as grandes coisa que Deus quer fazer em sua vida? Se não tem, peça -lhe que lhe dê bastante fé e então decrete o fechamento da porta da dúvida. Amém!
“(…) afastemos de nós qualquer coisa que nos torne vagarosos ou nos atrase, e especialmente aqueles pecados que se enroscam tão fortemente em nossos pés e nos derrubam…” (Hebreus 12: 1).
poeta Adailton
Este é mais um soneto escrito por Adailton Ferreira
(poeta Adailton).
SONETO : As palavras silenciosas.
Acordo com a ideia na cabeça.
Transcrevo-as para o papel.
Com a caneta dou "vida" aos sentimentos.
Existem palavras tristes ou alegres que nos consomem por dentro.
São palavras que transmitem emoções.
Elas chegam aos nossos corações.
As palavras, em silencio, nos fazem chorar.
As lágrimas começam a escorrer pelo rosto.
Transbordam felicidade ou desgosto.
Meu DEUS! O que é que eu faço?
Dei-me um abraço.
Um abraço forte e silencioso.
Um abraço é o resumo de tudo que eu não pude escrever.
É um dizer silencioso: amigo eu gosto de você.
Não há pincel ou retoque
Capaz de lhe restaurar
O tempo a lhe valorar
Sua fortuna um estoque
Pra cada ação um reboque
Com muita delicadeza
O tempo é sua fraqueza
A caixa é feita de taba
Um dia tudo se acaba
Não importando a grandeza
Léo poeta
Musica Esperando um pelo outro
Compositor Poeta Adailton
Sem que eu saiba a verdade
Eu não posso te acusar
Sem que você não tenha certeza
Não quer me deixar
Refrão
Esperamos um pelo
Mas nenhum de nos dois quer falar
E só um de nos dois sair por aquela porta
Para alguém entrar
Sei que você tem outro que te quer bem
Você sabe que eu tenho outra também
Nos falamos no confidencial
Trocamos mensagens também
Refrão
Esperamos um pelo
Mas nenhum de nos dois quer falar
E só um de nos dois sair por aquela porta
Para alguém entrar
Somos inquilinos do mesmo lar
Não dividimos o mesmo colchão
Sofremos do mesmo mal
Somos reféns da mesma situação
Refrão
Esperamos um pelo
Mas nenhum de nos dois quer falar
E só um de nos dois sair por aquela porta
Para alguém entrar.
O dia quando nasce
É um parto espetacular,
A Santa mãe natureza
Não se cansa de ovular
O dia termina de fato
Deus prepara novo parto
E sem cometer engano
Vai e volta renascendo
A vida vai se aquecendo
Junto com o ser humano
Voce sendo voce no fundo parece tão
Do certa forma nós combinamos
Tu é um presente do destino
Falo com voce fico com sorriso
De muleque aquele de menino
Se pudesse te descrever
Falaria que voce é o fino do fino
Os olhos dela parece um mar
Onde qero mergulha
Seus cabelos são tipo sol
Me deixam com calor
Cheia de qualidades poisé
Então respeita não é mais menina
Ja é mulher feita indepente
Todas que ja conversei
Tu é diferente a gente sente
Tem uma energia foda
Quando tu chega o mal sai fora
Demorei moh tempão pra te achar
Não some, não vai muito longe
Promete estar sempre ai pra nos conversa
A vida me conduziu
E cheguei até aqui
Já cai e ja levantei
Porém nunca desisti
O tempo é um soldado
Um vigia acordado
Que no olhar tem requinte
Hoje sou menos afoito
Fazendo quarenta e oito
No Ano dois mil e vinte
Léo Poeta
Eu sou uma metáfora,
um pleonasmo,
uma pantomima ou apenas
um gesto criado através
de uma ação com reação.
