Poemas a um Poeta Olavo Bilac

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"Todos sonhamos com um encontro decisivo depois do qual nada será como antes. No fundo, este encontro é consigo mesmo."

“Se um golpe tão fraco como o seu é capaz de fazer a queda d água fluir ao contrário, então a cachoeira de Rozan não é grande coisa como dizem.”

Porque a vida é inteiramente um caos onde a criatura está perdida. O homem o suspeita; mas aterra-o encontrar-se cara a cara com essa terrível realidade, e procura ocultá-la com um véu fantasmagórico onde tudo está muito claro. Não lhe interessa que suas “idéias” não sejam verdadeiras; emprega-as como trincheiras para defender-se de sua vida, como espantalhos para afugentar a realidade.
Homem de mente lúcida é aquele que se liberta dessas “idéias” fantasmagóricas e olha de frente a vida, e se convence de que tudo nela é problemático, e se sente perdido. Como isso é a pura verdade – a saber, que viver é sentir-se perdido -, quem o aceita já começou a encontrar-se, já começou a descobrir sua autêntica realidade, já está no firme. Instintivamente, como o náufrago, buscará algo para se agarrar, e esse olhar trágico, peremptório, absolutamente veraz porque se trata de salvar-se, lhe facultará pôr ordem no caos de sua vida. Estas são as únicas idéias verdadeiras; as idéias dos náufragos. O resto é retórica, postura, íntima farsa. Quem não se sente de verdade perdido perde-se inexoravelmente; é dizer, não se encontra jamais, não topa nunca com a própria realidade.

Se um homem pretende beber e ao mesmo tempo estar apto para o trabalho no dia seguinte. Julgamo-lo imoral se ele adota o rumo que lhe proporciona a menor satisfação do seu desejo (...) está claro que o código moral de qualquer comunidade não é definitivo nem auto-suficiente, mas deve ser examinado com vistas a descobrir-se se é tal qual o que a sabedoria e a benevolência teriam decretado. Nem sempre os códigos morais foram impecáveis (...) as normas morais não deveriam ser tais que tornassem impossível a felicidade instintiva.

" O amor é um estado saudável; o ódio é um estado doentio. Assim como a doença não é natural. O ódio acontece só quando você se desvia da natureza, quando já não está em harmonia com a existência, já não está em harmonia com seu próprio ser, com sua essência mais profunda.
Então você está doente – psicológica e espiritualmente. O ódio é só um símbolo da doença, e o amor, da saúde, da plenitude e da santidade."

Toda ciência, tomada isoladamente, não significa senão um fragmento do universal movimento rumo ao conhecimento.

Não se preocupe em ser uma estrela, se preocupe em fazer um bom trabalho e isso acontecerá.

Temo que tudo o que fizemos foi acordar um gigante adormecido e enchê-lo com uma terrível determinação.

Desconhecido

Nota: A citação é atribuída a Isoroku Yamamoto (almirante japonês que planejou o ataque a Pearl Harbor na Segunda Guerra Mundial), mas não há fontes que confirmem essa autoria.

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Existe um ditado que diz: Não importam as circunstâncias, deve-se ter a vitória em mente. Você deve sempre ser o primeiro a atacar.

Você apareceu na minha vida e logo sumiu. Retornou um tempo depois e bagunçou tudo por completo. Agora quer sumir novamente, mas como? Se em meu coração já está presente!

Embora você tenha tentado acabar comigo, a vingança não é um ideal que promovemos no meu planeta.

Se precisar de alguém pra ser feliz, adote um animal abandonado, você terá companhia fiel, amor e carinho.

Creio que o pensamento de Foucault é um pensamento, não que evoluiu, mas que procedeu por crises. Não acredito que um pensador possa não ter crises, ele é sísmico demais. Há em Leibniz uma declaração esplêndida: “Depois de ter estabelecido estas coisas, eu pensava entrar no porto, mas quando me pus a meditar sobre a união da alma e do corpo, fui como que lançado de volta ao alto mar”. É justamente o que dá aos pensadores uma coerência superior, essa faculdade de partir a linha, de mudar a orientação, de se reencontrar em alto mar, portanto, de descobrir, de inventar. (p. 130)

E que o verão no seu sorriso nunca acabe e aquele medo de viver um dia se torne um grande amor .

O poder salvador da cruz não depende de um acréscimo de fé; trata-se de um poder salvador tão grande que a própria fé flui dele.

Insistir em algo que nunca deu, ou mesmo dá certo, é como calçar um sapato que não serve mais. Machuca, incomoda, causa bolhas, as vezes até sangra. Assim você percebe que o melhor é ficar descalço e se sentir livre. O mesmo é o sentimento, temos de deixa-lo totalmente livre. Deixar livre o coração enquanto viver, é o mesmo que deixar livre o pé enquanto cresce. Porque quando nós vamos crescendo, o número muda. E o que você insistia em pôr, não lhe serve mais. As vezes na vida, você tem que esquecer o que você quer, para começar a entender o que você merece... Seus olhos estão cheios de querer e sua mente cheia de desejos, mas a parte difícil não é ter o que se deseja, a parte difícil é saber o que realmente se deseja. O mundo é grande, mas o desejo de tê-lo é maior que ele mesmo. Então, a sua grandeza o faz a não pertencer a ninguém. Todos interiormente têm um mundo, assim, deixe que as pessoas façam parte dele, e faça parte do mundo de alguém, deseje o que estiver próximo a sua mão, pois desejar um pássaro no céu é desejar ter asas e voar como ele, mas lembre-se de que o ser humano não tem asas. Mas.... Se eu tivesse asas, estaria preso na gaiola de seus braços....

O moralista é um invejoso do prazer alheio.
Condena aquilo que não tem coragem para fazer.

Se eu fosse um anjo, caído do céu ou não, queria ter a certeza de que um dia eu poderia salvar o planeta de guerras e misérias.

Um bom Amigo alegra-se com suas vitórias e constrói sonhos nas sendas do seu desânimo.

Reza a lenda que, no início dos tempos, o céu e o mar se apaixonaram. Aquele era um amor proibido, já que jamais poderiam se misturar. Desde então eles vêm guardando esse sentimento. Mas, se você reparar bem, ele ainda está lá. A espuma das ondas tentando imitar as nuvens. Essas, por sua vez, dançam como se fossem ondas. E o verde se mistura ao azul. As estrelas cadentes se tornam estrelas do mar. A lua que brilha no céu reflete na superfície da água. E muda a maré. Às vezes eles se irritam com essa distância. E então são raios de saudade cortando o céu e a ressaca do mar que parece descontar nas rochas. As lágrimas de cima despencam lá embaixo. A água que evapora leva um abraço contido. E eu fico imaginando esse amor proibido. Dizem que Deus, em sua infinita bondade, observando tudo aquilo, permitiu então que existisse um único lugar onde esse amor seria possível. Abriu um sorriso, estalou os dedos e de repente eles podiam se tocar. Finalmente o beijo de um grande amor proibido. É o que hoje costumamos chamar de linha do horizonte.