Poemas a um Poeta Olavo Bilac
Todo palhaço tem um pouco de criança: Ele brinca,pula,canta, dança...E ri até mesmo do que não existe . Mas na verdade O que ninguém sabe É que todo palhaço é triste. Às vezes ele leva alegria ao picadeiro E chora no camarim. Às vezes ele é um tipo de anjo mensageiro Que entre a alegria da brincadeira anuncia o seu próprio fim...
Prefiro o conflito ao confronto.
No primeiro, no mínimo, eu cresço... no segundo, elimino ou sou eliminado.
“Tô magoada, tô confusa, tô sozinha. Tô precisando de alguém que entenda, de alguém que abrace, de alguém que me diga “Vai ficar tudo bem”.”
Sentimento é fruto daquilo que consentimos nascer...depois disso, o seu crescimento irá depender do jeito que continuarmos permitindo a sua existência.
O arco que o indio arma, não é arma, é sobrevivência natural. O lugar que o indio vive não é moradia, é natureza. Ser indio, não é ser uma classe digna de piedade e de lamentos, é ser original, ser raiz, ser história e ser principalmente raça pura, com conceitos e modos que devem ser respeitados por quem veio depois!
É fácil se declarar amando até surgir a primeira dificuldade e a necessidade de renúncia... O amor desaparece logo, pois nunca existiu.
O infinito do amor me seduz, pois ele é a eterna luz que eu preciso pra ser feliz, mesmo sendo eu tão efêmero!
Nada fugirá do propósito único de sermos felizes.
Se não conseguimos alcançar este objetivo é por pura incompetência.
Vou sair e, quem sabe, eu fique!
Repartindo o inseparável só restarão as partes partidas desta espera.
A fraqueza mais condenável existente na alma humana é aquela que revela a falta de atitude para enfrentar os problemas que impedem de dar o próximo passo!
Amar impõe o entendimento sobre o verbo renunciar. Caso não entenda bem a sua conjugação... não blasfeme dizendo que ama.
As nuvens sem cores, mas puras e límpidas esfregam meus olhos com o anúncio de novas bandeiras para empunhar noutro dia!
Quando não se vive com profundidade aquilo que é oferecido em nossas vidas... restará a tristeza da suposição daquilo que não fora vivido ou a penúria da culpa de termos rejeitado a oportunidade apresentada.
