Poemas a um Poeta Olavo Bilac
Entre! A palma da mão e o coração há um espaço com lagos e cisnes dos mais belos pa-lá-cios; à terra.
Quando te pedires um manto (é hora), caminhante se recebe por outros, com integração (invasivo), a moral técnica não é nada sem a razão já observada pelo tempo, embora fugitivo.
Um dia existiu um cris e o tao e, ainda, nervos pra charlatão que; não re-conhece, o, umbigo como meio.
A preocupação um dia foi usada para ligar a consciência a um cuidado. A gratidão mostrou que deuses e deuses já sabem quem são.
Meu brinquedo preferido é, um balanço de borracha acoplado a uma bela árvore frutífera, sombra e deliciosa brisa pois, linda é essa Vida.
À conclusão é apenas uma centelha necessária ao bem comum; diferente do meio pra quem se conduz; um ato concordado nos traz paz e luz; para sempre não é fim.
A compaixão é um liquido tão (poderoso) que atravessa todos os mundos; onde a consciência possa estar ou não, na medida sacudida restaura o ser; devolvendo todo seu potencial amoroso; facultosa subida e descida inevitável.
Desprezo é um indicativo de basta; uma forma indelicada de quem não com- segue ou sabe dizer aos olhos (eu não quero).
Desejo é um poço sem fundo e amargo que destrói mundos, o querer fecundo nunca é nosso, estar é a base para renovação da própria natureza que se encarrega das arestas.
Escrevemos prá digerir mais rápido, é pela gratidão do além, sem atalhos, aos vastos planos de um dia solitário, necessário, onde nós dois dançamos integrados, pela bem aventurança de nosso amor, em unitário.
A mediunidade é um presente que aflora, nos encontros que somou por horas, pelos erros de outrora, agora sua luz vigora, em necessidades das horas e, pra prazer dos reencontros, onde o medo dilui-se e pronto, graças dos preparos, nos costumes, colocando bons hábitos, legitimando fatos.
Nunca sei o que fazer quando sempre estou aqui e, agora por vocês, pra leveza basta um giro em frente às mesas, mesmo que isso não te faça mal é o sempre pra que aconteça.
Repare pra que nossa solidão, deixe de ser um amontoado de multidão, atravancando nossa conquistada solitude, pra dar paz as infinitudes, todos merecem a paz que ainda, não produzem.
Escrever é uma certeira digesta rápida, é a gratidão sem atalhos, aos vazos planos de um dia solitário porém, necessário, fechando o falatório, acertando positórios.
O firmamento é um presente de Deus que o homem queria transformar em passado, pra mulher segura à vida deixou de ser fardo.
