Poemas a um Poeta Olavo Bilac
Tem gente que só precisa de um pouco de atenção para transformar a dor em força e o medo em esperança.
Todos os dias há um aprendizado, e este nos mostra que devemos ser sempre analíticos ao nosso redor. Hoje, eu aprendi que, quando não se faz, ficam com raiva, te trocam ou nem falam com você. Entretanto, estou começando a ser mais inflexível, para que possam notar que não sou o bobo da corte.
Contudo, já me foi falado várias vezes — e notado — que, quando se anda por vários locais, torna-se um cosmopolita ou um perdido pelo mundo!
E lá estava ele, morrendo a cada segundo, dizendo "Adeus" a cada suspiro, por um instante supliquei que vc não se fosse e no outro supliquei que me levassem junto, mas já era tarde vc me deixará assim tão de repente, sem nem se despedir.
E essa dor no meu peito? Como suportarei? Leve contigo! Não sou capaz de senti-la sozinha
Amar você é: sentir uma alegria enorme no peito, estar sempre com um sorriso bobo no rosto, andar nas nuvens, fugir da realidade e ir com a mente para lugares lindos. Te amo
Não podemos criar expectativas sobre os outros, pois cada um carrega sua própria visão, sua história e o nível de entendimento que alcançou nesta jornada. Exigir que alguém reaja ou pense como nós é ignorar a singularidade de cada alma. A consciência elevada pertence àqueles que compreenderam que viemos, sobretudo, para servir, não para controlar. O altruísmo nasce desse entendimento: ajudar sem esperar retorno, acolher sem julgar. Todos temos nossas sombras, pontos que ainda precisamos iluminar, aprendizados que a vida nos oferece com paciência e firmeza. A evolução é um caminho íntimo, pessoal e contínuo. Quando aceitamos essa verdade, seguimos mais leves, sem cobranças, focados em sermos melhores a cada dia, respeitando o tempo e o processo de cada um. Servir com amor e viver com presença: esse é o propósito maior.
A vida é um rio que segue de diversas formas, com trechos lentos ou rápidos, com águas barrentas ou limpas, as vezes parece interrompido e nos obriga a encontrar o mar, nosso destino lindo e vasto.
O Evangelho não é exclusivo de um povo, placa de igreja, cultura ou tradição religiosa. Ele é, antes de tudo, inclusivo, transformador e aberto a todos que creem.
Envelhecer com dignidade é um direito, não deveria ser um privilégio: criar uma sociedade que valorize e apoie os idosos é uma responsabilidade que exige ação coletiva para garantir igualdade e justiça para todos.
"O mundo tornou-se de tal maneira insensível, que as palavras de um indivíduo só adquirem verdadeiro valor e são plenamente ouvidas após o silêncio irrevogável de sua morte."
Será que essa força que você sente é real, ou apenas um roteiro decorado? Muitas vezes esse "eu" artificial não te protege, te apaga. Acha que é adaptação? Para mim, é tem sido covardia domesticada.
O erro da educação segregacionista e punitiva, é criar revolta na pessoa segregada, a ponto de um dia torná-la mais sectarista e mais violenta ainda.
Mudar dói né? É um processo solitário, mas, necessário. Seja qual for a mudança, dói. Seja ela de hábitos, lugares, atitudes, comportamentos ou relações. Dói porque causa um certo incômodo interior, dói porque nos desafia a uma nova fase. Sempre que algo nos confrontar a mudar um ciclo, antes passaremos pela dor da mudança e seguiremos curando vossas dores internas e vivendo reconstruindo-se como seres pensantes.
Amor afetivo, é um amor que só produzimos e cultivamos na infância, do nascimento à adolescência. Não há atalhos ou métodos fora do padrão q preencham a falha deixada pela ausência dos pais na vida de um filho e as consequências são para sempre.
Somos o breve despertar da matéria para si mesma. Por um instante, átomos dispersos pelo cosmos se organizam, ganham forma e consciência, e ousam perguntar: 'o que sou?'. Mas não há um centro fixo, nem um propósito evidente — apenas o fluxo contínuo da existência, que se dobra sobre si em miríades de formas. A humanidade, nesse contexto, é uma metáfora do próprio universo: instável, transitória, mas plena de significado enquanto acontece. Existimos como quem sonha, e talvez a vida seja apenas o modo como o cosmos se contempla, silenciosamente, antes de adormecer novamente.
A existência é o silêncio que grita dentro do vazio, um instante onde o nada se torna possível e, por isso mesmo, impossível de ser esquecido. Não somos entidades separadas, mas pulsos dessa mesma vastidão tentando, em vão, agarrar o que nunca esteve à nossa mão: o sentido absoluto. Somos feitos do instante entre o ser e o não-ser, a tensão infinita que cria o movimento e o pensamento. Não há fora do existir, pois o existir é a fronteira que se estende e se recolhe, um horizonte que nunca alcançamos, mas que nos define. Viver é assumir a responsabilidade de ser a pergunta viva, um eterno questionar sem resposta, um testemunho daquilo que escapa à compreensão. O que chamamos ‘realidade’ é apenas o contorno provisório dessa busca, a sombra tênue de algo que é ao mesmo tempo todo e nada. Ser, então, é reconhecer que somos a ferida aberta do cosmos — e que nessa ferida pulsa a única certeza: a de que, no fundo, nada é certo, exceto a eternidade do mistério.
O início de tudo não foi um momento, mas uma ausência: a ausência absoluta, onde nem mesmo a ausência podia ser concebida. Antes de qualquer tempo, qualquer espaço, qualquer lei, havia apenas o impensável — aquilo que nem o nada consegue nomear. E então, sem porquê, sem finalidade, sem testemunha, o ser se insinuou: não como um estouro, mas como uma inevitabilidade silenciosa, um gesto que não pôde ser contido. O que chamamos ‘início’ não é o princípio de algo, mas a fratura do impossível — o ponto em que a inexistência já não pôde mais se sustentar e, ao ceder, deu lugar à possibilidade. O tempo nasceu junto com o espaço, como dois gêmeos siameses, costurados pela necessidade de que algo se transformasse. A matéria não veio depois: ela sempre foi o desdobramento desse impulso primordial, o eco daquela primeira vibração sem origem. O início não aconteceu, ele ainda está acontecendo, a cada respiração, a cada pensamento: o universo segue começando, incessante, em nós, através de nós, apesar de nós. E talvez seja esse o maior segredo: que o início nunca terminou.
