Poemas a um Poeta Olavo Bilac
"Sábio não é aquele bom em cálculos , ou que fala um bom português , o realmente sábio é aquele que conhece os próprios limites."
Encerro o meu dia na certeza de um amanhã vitorioso, e com o coração agradecido e feliz, porque mais uma vez Deus não desistiu de mim... Obrigado meu Pai!
Nunca foi tão terrível o medo de não ser aceito. Esta geração está como um elefante preso por uma corda ao pé. O elefante é o potencial de ser. A corda no pé significa a insegurança e o medo de serem julgados e não aceitos. Assim a maioria caminha sem saber que tem tudo para ser o que ela não sabe que já é.
Uns querem a balança pendendo para a esquerda; outros, para a direita. Eu sonho com um país equilibrado.
A razão, para uma pessoa desprovida de imaginação, é similar a um adorno refinado abandonado numa cova vulgar.
Deus não é um carinha legal, nem um quebra galho imaginário utilizado pelos tontos desesperados. Deus é o princípio e o fim de todas as coisas. Ele é isso, e sempre será, mesmo que sejamos persistentemente incapazes em compreendê-Lo.
Lembremos sempre: é preferível ter um perfil xucro que ter uma latrina no lugar da cabeça; antes o xucrismo puro que sermos uma alma de geleia sebosa.
A imbecilidade é um “dom” universal multifacetado. Mudam-se os povos, passam-se os anos e lá está ela com outra cara, com um novo cheiro, mas com a mesma substância imbecilizante.
Um dos maiores sintomas da estupidez moderna é encarar a multiplicidade de tradições religiosas como se essa fosse algo similar a um cardápio. Não se lida com as questões do espírito da mesma forma que tratamos as necessidades de nosso estômago.
A esperança é a expectativa da alegria. A falta dela faz do homem, um refém do passado e escravo do presente. A esperança é o único combustível que nos faz crer que os dias melhores virão.
Vivemos em um mundo onde as pessoas facilmente se ofendem mas dificilmente se preocupam com as outras.
Tinha um medo terrível de últimas páginas, últimas linhas, últimas palavras. Preferia deixar o peito aberto e sentir a tinta rasgando suas folhas e costurando outras. No final, havia sempre algo inacabado, aberto a múltiplas possibilidades. Um eterno ciclo de aprendizados. E as histórias, elas nunca o deixavam sozinho
