Poema Triste

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Se a vida for triste
Sa a vida for feliz
Se a vida não tiver sentido
Ela é o seu bem mais caro
Então ela não tem preço
Ela tem vida
Mas como a vida tem uma vida,
Se a vida não tiver vida, ela não é mais uma vida

A minha borboleta
Hoje me lembrei de você. Não porque estava triste, pelo contrário. São nos momentos mais felizes que nos enchemos de saudade. Todas as vezes que eu respiro sinto sua falta que me dilacera a alma. O dissabor da perda de uma mãe é dor que dói a todo instante. Claro que o luto passa, mas o amor, ah o amor não. Quem ama ultrapassa a barreira da eternidade. É no brilho do sol, na luz das estrelas, na flor que colore cada rua que eu passo que me faz sentir saudade de ti, minha Lina.
Ter saudade de ti me faz sentir saudade de mim, de quem eu era com sua presença física.
As vezes bate a solidão de não caber em qualquer lugar, em qualquer conversa, em qualquer simples troca num cafezinho.
Ser diferente era o que me fazia especial pra ti.
O dissabor e o privilégio de ser laranja quando o mundo gosta de outras cores me faz sentir ainda mais a sua falta.
Éramos a dupla perfeita. Agora sou carreira solo.
Saudade dos nossos papos abertos, daquele colo que eu podia ser quem eu quisesse ser, sem ter o julgamento de quem não entende as diferenças.
Ai ainda acho que devia ter a lei que proibisse que a mãe da gente morresse.
Cá estou numa sexta borboletando e respirando saudade.
Ai que saudade de ôce minha borboleta.

De Peito aberto...


E então abriu o peito
E só havia amor.
Sentiu se triste,
Pois se percebia
Diferente, não igual
Ao resto da humanidade..

Estava...


Quando estava triste
Conheci outras poesias,
Outras delicadezas.
Passei a ter outros sorrisos,
Outros olhares.

Engano


Um dia eu já fui tão triste, e fui mesmo infeliz, por acreditar no amor verdadeiro, hoje sei que foi um grande erro, total engano. Em minhas ilusões ainda romantizo o amor, ainda acredito em algumas fantasias, mas já me dói a realidade triste de saber, que amor, amor mesmo, só de mãe... e nem todas são dedicadas.

É terrível ver
tantos seguidores
da ignorância.
É triste ver
tanta cafonice
cultural.


É terrível
ver a ignorância
com tantos fiéis.
É triste
ver a cultura
reduzida ao raso.
✍@MiriamDaCosta

Canetas e lápis soltos
Papéis, cadernos, agendas
Tudo, tudo e mais um pouco
Tal pintura, triste cena
Cada instrumento meu
Sobre a mesa despojado
Não consigo escrever assim
Sem ti, sou um reles letrado.

Só cansado...




Já fui louco, até descobrir que foi um engano,


Já estive triste, até entender que era somente uma passagem,


Já fiquei preso, até entender que as chaves estavam nas minhas mãos,


Já corri muito olhando para o espelho sem entender que era o sentido contrário o verdadeiro caminho, então parei e entendi que eu estava simplesmente cansado.

Uma Sexta-feira


Triste dia
tarde vazia
noite tão fria...
Tempo avança
deixando fatos
tristes lembranças.

Triste fim


Quando o substantivo se limita as suas próprias verdades infundadas e suas lamentações intermináveis,


então, os verbos, os pronomes e os adjetivos se tornam incapazes de oferecer ajuda.


Triste é o fim para a primeira e a segunda pessoa.

Por muitas vezes me sinto muito triste,
tento ao máximo ser a pessoa que te dê orgulho⁠.
Mas, mesmo assim, nunca irei ser...
Pois, oque adiantaria eu mudar e você não?
O que adiantaria eu querer mudar ao ponto de não ser mais eu e você ainda não ver o que eu fiz?

Eu vou te entender.
Se você não se importa comigo, eu vou entender.
Se falar coisas que me magoam muito, eu vou entender.
Mas quando eu for embora, procure entender também.

⁠É triste quando se esquece
de que é preciso estar
com quem se ama,
se respeita,que tem apreço
por sua presença
E pior desagrado
é quando este alguém
é seu "Próprio Eu"
suplicando pra ser notado.

Eu me senti triste
por ver quem eu amava e ter que calar-me
diante dos seus olhos
diante do seu cheiro
e da sua felicidade.
Vi de longe quem eu amava
amar alguém como eu o amava
com tantos amores
com tantos passados
com lástimas de existencia
e com amores mal-amados.

Algo


Se algo me ispira


Eu uso


Se algo me chateia


Eu fico triste


Mas se algo me guia


É o caminho


Ele sim, pode ser o que eu preciso


Nada pode ser tão verdadeiro quanto ele


Nada nem mesmo a verdade


É tão verdadeira quanto ele

A vida sem você é mais triste.
Meus dias tornaram-se noites,
As noites em dias.
Fui real, verdadeiro me abri demais,
E te perdi,perdi quando deveria te encontrar.
Agora vivo a sonhar, sonhar contigo estar,
Por Lisboa a caminhar e em fotos posar,
Mais com você gostaria de estar,
Só mais uma vez, ao invés de deixar,
O tempo passar e minha Vida levar,
Para algum lugar não sei, só sei que com,
Você gostei de cada minuto que te fez
Sorrir nas fotos que tirei,
para você levar e guarda para sempre
Onde eu queria estar.

Tenho pão, abrigo e proteção
Enquantos muitos vagueiam
Triste e pobre caro irmão
Cachorros de raça passeiam
Sociedade sem direção
Ontem mataram os indígenas
Depois escravizaram os negros
Vejo privilegiados otimistas
Outros carregam os pesos
Minhas lágrimas são luxo
De que tem três refeições
No meu apartamento burguês
Faco minhas reflexões
Por que o luxo é lixo
Se carros importados
Não tem nada a ver com isso
Muitos querem pão
Querem droga também
Para anestesiar o chão
Em que dormem de frio
De congelar a mão
Caríssimo irmão
De quem me desvio
Nas ruas de então
Sua droga é minha solidão
É o dinheiro que excede
No bolso ostentação
No restaurante italiano
Na padaria francesa
Outros contram moedas
Cínica mesquinha riqueza
Sei no estomago que pesas
O preço da avareza
Eu tranco as portas
Para me refugiar
Da ingrata realidade
A me rodear
Não dê dinheiro
Pois ele vai beber
Pois que beba irmão
Se o alcool é sua solidão
Frases de efeito
Sociedade em putrefação
Se sou delicada
E me come a depressão
Muito mais doeria a alma
Se tivesse que dormir no chão.
Escrevo calada na cadeira
O que procuro esquecer
Que a desigualdade
Ainda vai crescer.

Beba irmão
Se o álcool é sua solidão
Eu tenho comida farta
E me mata a depressão
Cada um vive
A sua opressão
Mas não somos todos iguais
Na poeira do chão
Eu tenho remédios
Você tem invisibilidade
Somos dois seres
Morrendo na cidade
Eu sonho com igualdade
De pão e alegria
Mas na impotência
Eu só escrevo poesia

Beba irmão
Se o álcool é sua solução

Beba irmão
Eu vou beber solidão

Um dia na cidade
Putrefação e desigualdade

E Esse meu olhar triste me fez saber a preciosidade aonde já não mais se ver,
o alarde da chuva antes da tempestade,
a alvorada, que anuncia o sol que corta a madrugada.
as vitorias que trazem consigo o orgulho
as derrotas que traz pensamentos profundos,
seguido de um suspiro e um projeto de restauração é o primeiro passo apos receber o perdão.
no canto observando o olhar inconformado
do irmão mais novo que se sente menos amado
a silenciosa magoa que corroí alma a inesperada morte que traz junta a ela o trauma,
a essência desobediente
o erro que ensina apos o velório o olhar tenso da família,
o orgulho que cerca mas também prende
a alegoria do poeta com a tristeza que sente.
Tracos extintos. -Leonardo Kerigma

- Desculpe te incomodar tão cedo.
Com meus dilemas e preocupações
nesse arrastar de um triste enredo.
- Tomo um gole de fé
enquanto engulo a vida
e o dia me convida.
Parece tão clichê falar de dor.
Ao longe uma melodia, quem deu ao vento o som de poesia? Conhece bem meus lamentos. Abotoou um tempo de guerras e misérias, isolada em meu canto assistindo ao nascer de dias.

Quem deu voz aos poetas para expor sentimentos? Conhece bem a escuridão desses momentos. Quem me deu as asas e calçou meus sapatos
sabe bem a dor dos meus passos…

O sol continua quente.
A metáfora sou eu em você.
Tudo é riquíssimo, mas o tom é triste.
O lobo agora está na matilha.
Salve-me, até porque quero a luz.
A flor de lótus não trouxe a felicidade prometida.

E você, Lobo, olhando para o infinito…
Isso me fere, pois seus olhos estão frios,
o sorriso morre em sua boca,
e você não está em mim.

O meu “eu” de hoje

Sempre que acordo triste, o meu lado poético se afasta.
Sinto-me tomada por uma tristeza semelhante à de um amor que foi embora e não voltou. Então, genuinamente, crio memórias da época em que éramos dois em um mundo de mil e tudo isso contribuiu para o meu “eu” de hoje.