Poema Terra

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BRASIL ,é a terra que produz do fruto no campo a indústrias capitais.
Ah! Brasil , de anos passados em lutas e trabalhos...
Brasil , valente que combateu seus desprezíveis inimigos , que se elevou sobre os muros que impedia seu avanço.
Hoje eu te contemplo , Brasil, começaste pequeno e humilde nos campos ...
Hoje te vejo grande rico e vigorado.
Tu és hoje um exemplo , seu passado revela sua força suas muitas personalidades, seus rostos .
És homens e mulheres , és força é coragem...
Tu és nação, sois país e mães filhos e filhas
Avós e avô.
Brasil multicor, és todas as cores
Brasil sempre serás eterno.

Inserida por marcio_henrique_melo

⁠Na caatinga seca árida de vegetação rala de palma a terra seca rachada de baixo do sol quente no meio do céu limpo sem nenhuma nuvem se quer
Caminha o caatingueiro com a inchada no lombo sem desanimar agradecido guarda o sorriso junto com a esperança que alimenta a fome de fartura em dias de abundância de água que mata a sede e umedece a terra rachada o caatingueiro que sobrevive com pouco mas,se enche de fé e esperança
As vezes é preciso sonhar
E acreditar que amanhã será diferente
Com sol quente ,ou muita chuva
No pouco ou na fartura
O viver é um dia após o outro
Na árides se aprende que paciência e vontade Caminha juntas e só para pra descansar encostada na arueira pra beber sua água na cabaça...

A caatinga

Inserida por marcio_henrique_melo

⁠As mãos que cultiva a terra , contém as mesmas propriedades da terra que produz o fruto que alimenta o ser das mãos.
A água que sacia a sede da boca seca e sedenta é a mesma água que revitaliza o ser da boca .
O ser é a mesma matéria da terra e da água fontes de vida para o ser

Inserida por marcio_henrique_melo

⁠Maldita seja a terra por causa do homem que é não se submeteu ao desconhecido ao desconhecimento buscou o saber e na sua busca encontrou respostas agora o homem tolo de autora conhece a verdade oculta o bem e o mal seu castigo uma maldição expulso do Paraíso posso igualar ao Divino o homem caiu no mundo foi lançado como castigo por não obedecer a ordem de submissão ao divino agoraa desobediência o homem possui consciência e racionalidade conhece a verdade é como Divino maldito o homem por saber tanto quanto divino da terra terá sofrimento colher as abrolhos e ao pó voltará um dia novamente Tolo é o homem esse opõe ao divino em sua santidade divindade que proibiu o homem de buscar no conhecimento sua Liberdade maldito seja toda a terra pois o homem é livre e possui racionalidade

Livre-árbitrio

Inserida por marcio_henrique_melo

⁠Carpi a terra e adubei e com minhas mãos fiz meu labor
Abri as covas onde lancei as sementes
E as quardei no solo
Onde irão germinar e ao tempo certo na estação apropriada irei colher os frutos do meu trabalho duro como recompensa...

Inserida por marcio_henrique_melo



A água que cai do céu
É a mesma que enche os rios onde me banho
A água que nutre a terra fértil
onde brota a vida que alimenta o ser
Esta água que limpa e purifica é a mesma que em chuva cai do céu
Esta água que é vida...

Inserida por marcio_henrique_melo

⁠Hoje andamos pela terra cheios de planos e sonhos,
Em algum momento estaremos sob a terra, sem vida
ela estará sobre nós
E os planos vão embora com os sonhos que não são mais sonhados...

Inserida por marcio_henrique_melo

⁠Dentro desse espaço está a terra,
Neste espaço aqui estamos.
Como um filme narrado em um momento,
Como uma história contada em um tempo.
O espaço nos contêm, por ele somos contido.
Somos limitados nesta divisória entre o finito e o infinito.
Toda a candura parece se perder um dia,
Como a candeia que perde a chama.
Mas um dia renascerá,
Mas um dia reacenderá,
Quando ouvirmos a voz que está além do espaço.
E em nossos corações brotar o amor,
Que em nosso espaço foi ensinado.
Por aquele que além do espaço, simplesmente amou!

Inserida por jose_netto_1

⁠Se ao menos eu pudesse ter
seu carinho perto de mim,
como o ar dá vida à terra,
a realidade de sua presença
me faria mais feliz,
me distanciaria
da sensação que me preenche de cinza.
Nada mais seria tão profundo,
tão definitivo dentro de mim.
Mas como explicar minha enorme
necessidade de ternura!
Meus anos de solidão.
Minha estrutura descontente, desarmoniosa, desajustada.
Acho que é melhor partir,
partir e não fugir.
Que tudo passe num instante.
Quem me dera.

Frida Kahlo
O diário de Frida Kahlo (1995).
Inserida por pensador

⁠Somos a teia da vida. Somos a vida da Terra, interconectados, interligados com tudo o que existe. Somos um único corpo.

Tudo o que fazemos, falamos e pensamos mexe com a trama da existência.

Monja Coen

Nota: Trecho de postagem no Facebook, em 7 de setembro de 2020.

Inserida por pensador

⁠São Paulo | A capital que nunca dorme.

Terra de arranha-céus, a selva de concreto,
Terra de belos parques, gigantes a céu aberto.
De cultura gratuita e seus tesouros secretos,
Do conhecimento ao seu alcance, sempre tão perto.

Terra da chuvinha, a famosa garoa,
Terro do frio aquecido por tanta gente boa.
Da Liberdade, seja o bairro ou para o povo,
Da diversidade, do sushi ao cuscuz com ovo.

Terra da correria, nunca para, não descansa,
Do trampo, do corre, de muita força e esperança.
Terra que acorda o sol com pingado na padoca,
Dos vendedores de sonhos, do iPhone à paçoca.

Do sanduíche de mortadela,
Das cores vivas do Mercadão,
Dos rolês que incluem a todos,
Da Paulista ao Minhocão.
Do doce sabor da gastronomia,
Da Trufa, brownie, brigadeiro,
Das milhões de pizzas na Mooca,
Do pastel de feira o dia inteiro,
Do brigadeiro Luís, que vai do Ibirapuera até a Sé
Do pai de família que vai trabalhar a pé
Da coletividade que fortalece na luta,
União dos manos, “tamojunto’, é 'nóis', meu truta!

Leste, Oeste, Sul ou Norte,
Mistura de sotaques, é nosso ponto forte
Grafitti nos muros, jazz na calçada,
São Paulo é arte bem compartilhada,

Aqui em SP até os heróis vêm passear,
No Beco do Batman, vão pra relaxar.
Coração do Brasil, do caos e da paz,
Quem pisa aqui não quer ir embora jamais!

Inserida por LeonardoBrelaz

⁠Complexidades humanas
Certezas e devaneios
Água, terra, sol ou chamas
Das teses que ainda não vejo
Humanas complexidades
Olhares de dor ou pudor
Estranhas as falsas imagens
Do ego que se insinuou
Complexidades humanas
Humanas complexidades
Talvez o desejo que inflama
Destrói do seu olho a verdade…

Inserida por noi_soul

⁠O reflexo que pousa no espelho
Do sol, o maior, amor primeiro
A terra em pedra abraçada
O rio percorre sua morada!
É este amor que quero dedicar-lhe
É esta entrega que preciso fazer
Meu coração lateja por vida
Minh'alma vive por você!

Inserida por noi_soul

⁠Para as alegrias da infância
É que eu almejo voltar
O céu na Terra bailando
A delicadeza do ar
Um baile na primavera
Lindo verão a surgir
Ah, quão doce era
Sua presença em mim!
Para as alegrias da infância
Eu sempre volto a sonhar
Canções no pé da estrada
Cantigas que fazem ninar
Um vento e uma caldeira
Imagens podem cingir
Tão vasta de brincadeiras
De novo volto a sorrir!

Inserida por noi_soul

(Everest)

⁠Deusa do céu
Arte ofuscante
Brilho da Terra
Beleza gigante!
Mãe do universo
Pico D'Oeste
Grandeza excelsa
Monte Everest!

Inserida por noi_soul

⁠O coração pulsa. A Terra gira.
As marés sobem e descem.
As galáxias dançam.
Tudo vibra.
Tudo se move em ciclos.
O ritmo é a linguagem oculta da vida e do universo.

⁠Sempre que precisamos apresentar um inferno, para que pessoas sejam boas e corretas na terra, estamos propondo uma adequação promovida pelo medo.

Algo que muito se afasta da transformação de vida ensinada por Jesus, onde a mudança ocorre pela renovação da mente, e o indivíduo se torna outra pessoa, ele nasce de novo.

Inserida por JuniorOliveiraRJ

⁠Essa terra em que ando...
Não a considero meu ninho...
Dorme quem muito me amou...
Enquanto cá sofro em desatino...

Ah como o tempo foge...
E escorre a doce vida...
E a morte que a tudo espreita...
Percorrer celeste estrada nos convida...

Vês o meu amor que lhe dei ?
Que ao mundo é só o que me prende...
Tão loucamente não quiseste...
Em pouco caso o abandonaste...

Pouco ama aquele que tanto pode dizer o quanto ama...
Por tal ardor minha alma inflama...

O meu coração silencioso esconde...
No silêncio que nada me responde...

Perante o céu então me perco...
Nas vontades em mim despertas...
Será juízo ou será pecado?
Por querer tanto e tanto...
Estar ao seu lado...

Sandro Paschoal Nogueira

Caminhos de um poeta

⁠#MADRUGADA

Louco...
O vento passeia...
Enquanto a noite envolve a terra...
E na rua deserta...
Uma alma vive...
Alma cheia de dor...
E de dor a alma está cheia...

Ao sabor dos enganos...
Vagou...
Não sentiu o decorrer dos anos...

Olhos fitos no vácuo...
Murmúrios desconexos...
Conserva o mesmo orgulho...
De um morto austero...

Celebra as ilusões com os fantasmas...
Enquanto gela o sorriso nos lábios...
Está só...
Não querida...
Apenas usada...

Caminha...
Passo a passo...
Se arrasta...
O tempo já lhe pesa...
Enquanto sopra o vento...
Nas altas horas em calma...

Cansada...
Tamanha fadiga...
Espreguiça...
Boceja...
Enfim, se dá por vencida...

Com os olhos cheios de mágoa...
Segue o vento pela estrada...
Aurora anuncia...
Nessa noite não foi usada...
Nem foi querida...

Sandro Paschoal Nogueira

Caminhos de um poeta

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⁠Não há rumor na terra....
O silêncio se abriu...
As feras se aquietaram...
Em direção ao pó os corações jazem nas sombras...
De mãos em arcos os anjos oram...

Onde estão os inocentes?
Aqueles apontados por dedos tortuosos...
Cadê as flores que foram pisoteadas pelos hipócritas?
Onde estão as vozes que foram silenciadas pelas bocas amaldiçoadas?

Ao levantar do vento...
De ser todo só o meu exterior olho e choro...
Mesmo que eu ouça só esse estranho zumbido...
Vendo cair os pássaros...
Em meu coração emudecido grito...

Nas pessoas que passam na rua...
Com elas não me identifico...
E só lamento...
De ver o amor tornar-se perdido..

Cada um perdido no próprio sonho...
Até no sorriso que vem e que vai...
Todo mundo é convicto...
Dos próprios ais...

E eu, que não sou mais do que eles...
Volto a olhar para tudo...
Como antes do amanhecer...
E faço-me, assim crer...
Que bastaria apenas mostrar...
Minha alma num olhar...
Para tudo diferente acontecer...

E o mais estranho do que todas as estranhezas...
É que as cousas sejam realmente o que parecem ser...

Sandro Paschoal Nogueira