Poema Sobre Solidão
O dia cai, mais uma noite agonizante. Perco as esperanças num instante, amor distante... Abro a janela e vejo o brilho do luar. Quantas noites vou ter que sonhar? Noite sem fim. Tanta dor causada em mim. Revolta, não volta! O pensamento sufoca. Por que você não volta? Revolta, a dúvida sufoca. Noite sombria, só busco harmonia, novo dia...
Vou trabalhar por mim, afinal, será que as pessoas ligam pra você ou sua felicidade hoje em dia? Em um mundo de, farinha pouca, meu pirão primeiro, qualquer um não ora se importar com você. Não ande com qualquer um.
Solitude é um estado complexo, onde a alegria e a tristeza coexistem de forma delicada. É a alegria de encontrar paz e autoconhecimento em momentos de introspecção, onde o silêncio se torna um companheiro e a mente pode vagar livremente. Porém, é também a tristeza de sentir a ausência de conexão, de olhar ao redor e perceber a falta de companhia humana. Solitude é encontrar beleza na própria presença, mas ao mesmo tempo, sentir o peso da ausência dos outros. É um espaço onde o coração se expande em liberdade, mas também se encolhe na saudade.
É estando sozinha que a gente aprende coisas sobre nós mesmas que estando no "barulho" da multidão jamais aprenderiamos.
Porque amar você é apostar tudo no improvável, é arriscar o coração mesmo sabendo que ele pode partir. E ainda assim, cada instante ao seu lado vale mais do que qualquer eternidade vazia. Eu prefiro mil vezes o caos do amor ao conforto da solidão, porque em cada segundo com você, eu encontro um motivo para viver. Eu te amo, e nada é maior do que isso.
Um dos grandes equívocos da população é querer uma solução definitiva para frustração, rejeição, solidão...
"Às vezes, parece que estou errado ao expressar meu verdadeiro eu. Se eu sempre ceder, não transmitirei ensinamentos. Embora tudo aparente estar bem, a realidade é que nem tudo está tão perfeito assim. Talvez para você, pois estou agindo exatamente como deseja. Equivoquei-me ao pensar que você era mais resiliente do que eu."
Como fugir de mim mesmo? Como fugir dos meus próprios pensamentos? Para onde eu for, eu estarei lá, e esse é o problema.
Um vazio no coração ecoa profundamente na alma, reverberando em cada canto do ser, afetando as pessoas de maneira dolorosa.
Grandes administradores sofrem solitários, pois, ao obter resultados positivos, atraem o desejo negativo de outros por ciúme.
Quando se encontrou a Cristo, o diabo lhe vem logo ao encalço.
Feliz daquele que não anda nas pegadas de outrem. O bom caminho é solitário.
Mediante os mares, cavernas e muralhas da vida, não se desespere. Não esqueça sua companhia prometida. Jesus é tudo, em todos, em todo momento .
Eu preferiria morrer de amor, mesmo que fosse amando sozinho, do que sucumbir ao tédio, perdido no labirinto escuro e gélido do meu próprio coração vazio.
"Sou um ser de desejos singelos, mas pensamentos intricados. Apenas duas almas compreenderam a minha complexidade, mas agora residem além dos limites do tempo. A solidão me envolve diariamente, e sou grato pela minha humanidade, pois não suportaria a eternidade de isolamento e incompreensão. Testemunhar o desaparecimento de mundos e estrelas, tão fascinantes e diversos, é uma perspectiva angustiante."
Quanto mais observo da janela os outros usufruindo da alegria de viver, mais faz o abismo de tristeza e solidão crescer no meu peito.
Nada nunca foi certamente certo, o mundo é putrefato de ruim. Somos apenas alusões históricas querendo tudo do nosso jeito, e é isso."
Depois de viver num mundo de extremos, em ciclos intermináveis de violência e abusos, descobrimos uma profunda gratidão pelo silêncio e pela solidão.
Somos seres tão vulneráveis, e sofrer ainda pode não ser a garantia de evolução. Inventamos coisas arquitetônicas, fomos à lua e mesmo assim choramos por um amor perdido, nos magoamos com meras palavras e, mesmo cercado de um mundo de tecnologias e pessoas, conseguimos ser sozinhos.
Observar as árvores, quando se está só, é de fato, um pouco insuficiente, o sentimento gélido, que o clima traz, é de extrema intensidade, os espasmos em meus ossos, o ar frio, que invade o espaço do oxigênio, o instável desequilíbrio emocional que me incômoda. O som da solidão, silenciosamente tedioso, pinta as paredes, erguidas sobre as lembranças, apagadas pela neblina densa, que dança em meio as memórias, falhas, que sobrevivem em minha consciência, desorientada e enfraquecida. As palavras, mergulhando sobre o lago de lágrimas, não são capazes de emergir de volta a superfície, perdendo-se em meio aos fios melancólicos, que traçam os sonhos constantes, de cenários ilusórios, cruelmente distantes, afastados demais, da cinzenta realidade.
