Poema Sobre Solidão
Em certos momentos da minha vida, achei que não fosse suportar tanta tristeza, tanta solidão, tanto desânimo, sem vontade de viver, sem esperanças, uma vida sem razão.
Então surge você com seu sorriso aberto, encheu meu coração de alegria, me fez acreditar que é possível ser feliz um dia.
Existem os dias em que a solidão é um vinho forte que nos embriaga com liberdade, outros em que é um tônico amargo, e ainda outros em que é um veneno que faz você bater com a cabeça nas paredes.
Há dias que me sinto vazio entao começo a escrever, as palavras saem e a solidao passa, logo vejo que ser poeta é ter como companhia a prosa vivida e as palavras cantadas....
Solidão não é estar só e tão pouco ser desprezado pelas pessoas. Solidão é também estar sozinho dentro de si mesmo, é sentir-se sem fé, sem Deus em seu coração
A solidão me chamou pra dançar, mas pisou no meu pé. Cantou num tom que meus ouvidos não estavam acostumados. Gingou-me para lá e pra cá, fazendo-me quase cair sobre meus joelhos cansados. A solidão me contou piadas sem graça. Me mostrou horizontes bucólicos monocromáticos. Ensinou-me toda a programação que a TV nos entorpece. E me mostrou o sabor das bebidas mais quentes do mundo. A solidão me fez companhia e vestiu teu pijama. Colocou-me pra dormir, mas não deixou eu fechar os olhos
Status: Dias e noites na solidão de um computador, processando em sua memoria o que a minha memoria nao processa mais...
Antes a escuridão e o conforto da tempestade,
Que a frieza e solidão da luz do sol, que impiedosamente deixa tudo exposto aos meus olhos...
O jovem de hoje que não aprender a se relacionar amigavelmente com a solidão, amanhã não será um velho feliz!
O amor nunca acaba, ele adormece nos braços da solidão.
Ame mesmo que esse amor seja condenado pelo silêncio. Pois haverá um dia em que o silêncio falará mais alto que qualquer palavra
"A solidão de quem ama, vai muito além de estar sozinho, é quando a falta de um, supera a presença de milhares"
O tempo vaga pela minha cabeça, a solidão é a vontade de estar contigo, a nostalgia das aves pairando sobre o crepúsculo do céu, um último suspiro, uma última carícia, um último adeus.
Minha noiva é a Solidão. Amo-a tal como um casal em intimidade conjugal entre quatro paredes. Ninguém mais pode entrar.
A solidão concede ao homem intelectualmente superior uma vantagem dupla: primeiro, a de estar só consigo mesmo; segundo, a de não estar com os outros. Esta última será altamente apreciada se pensarmos em quanta coerção, quantos estragos e até mesmo quanto perigo toda a convivência social traz consigo. «Todo o nosso mal provém de não podermos estar a sós», diz La Bruyère. A sociabilidade é uma das inclinações mais perigosas e perversas, pois põe-nos em contacto com seres cuja maioria é moralmente ruim e intelectualmente obtusa ou invertida. O insociável é alguém que não precisa deles.
Desse modo, ter em si mesmo o bastante para não precisar da sociedade já é uma grande felicidade, porque quase todo o sofrimento provém justamente da sociedade, e a tranquilidade espiritual, que, depois da saúde, constitui o elemento mais essencial da nossa felicidade, é ameaçada por ela e, portanto, não pode subsistir sem uma dose significativa de solidão. Os filósofos cínicos renunciavam a toda a posse para usufruir a felicidade conferida pela tranquilidade intelectual. Quem renunciar à sociedade com a mesma intenção terá escolhido o mais sábio dos caminhos.
