Poema Sobre Solidão

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Saudade!!! é sentir solidão... é sentir presente amor no coração... é sentir a amada ausente no presente...

A pior solidão é quando deixamos de ser companheiros de nós mesmos. A falta do outro é superável.

Saudade... é a solidão acompanhada, é quando o amor ainda não foi embora, mas o amado já.
Saudade é amar um passado que ainda não passou, é recusar um presente que nos machuca, é não ver o futuro que nos convida! Saudade é sentir que existe o que não existe mais!

Aguinaldo Silva

Nota: Trecho de fala de um personagem da novela Fera Ferida, de Aguinaldo Silva. Muitas vezes atribuído de forma errônea a Pablo Neruda.

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"Assim, para quem ama, o amor, por muito tempo e pela vida afora, é solidão, isolamento, cada vez mais intenso e profundo. O amor, antes de tudo, não é o que se chama entregar-se, confundir-se, unir-se a outra pessoa. (...) O amor é uma ocasião sublime para o indivíduo amadurecer, tornar-se algo por si mesmo, tornar-se um mundo para si, por causa de um outro ser: é uma grande e ilimitada exigência que se lhe faz, uma escolha e um chamado para longe."

Há uma comunhão mais tranquila do que a solidão, e que, corretamente entendida é a solidão perfeita.

Solidão é tempo que precisamos para refletir o quanto é triste não ter a presença de amigos.

⁠Não é ruim ficar só, até porque, asolidão mais inclemente acontece quando estamos rodeados de pessoas

eu sempre estive sozinho.
hoje eu parei e concluí: a solidão foi a única coisa que sempre esteve comigo durante esses anos todos.

A fé resiste a dor, tristeza e solidão. Confie sempre que tudo pode mudar, nunca deixe de acreditar que sua vida é feita de batalhas e que elas existem para que você possa ganha-las e entender que não existem barreiras.

"A solidão é o silêncio que dói; a solitude é o silêncio que cura. A diferença está apenas em saber se você gosta da companhia que sobrou."

Às vezes me bate uma solidão, uma tristeza que não sei de onde vem... mas me deixa mal, e me faz eu me sentir tão pequena diante de tudo e de todos. Não sou uma mulher perfeita, sou cheia de defeitos. Sou romântica demais, ciumenta demais, compreensiva demais, paciente de menos. Sou feita de opostos e são poucas as pessoas que me entendem. Tenho poucos amigos já por causa disso, tem dias que eu não quero conversar, mas preciso que alguém venha falar comigo, só pra me dizer que não estou sozinha, mesmo que fique em silêncio, mas que esteja ali. Sou pessoa de antigamente, sabe? Gosto de me sentir protegida, de me sentir amada, mesmo que seja um SMS de bom dia ou uma flor roubada de um canteiro. É difícil sentir falta de pequenos detalhes que existem, e saber que essas coisas não vão acontecer tão cedo.

Doce solidão
Adoro ficar sozinho, em silêncio, curtir minha própria companhia, me perco em pensamentos, silêncio absoluto, não preciso falar, as vezes tenho preguiça de falar, responder, interagir com alguém....preciso desse tempo pra mim....

Não busque desesperadamente por um amor, não deixe a rotina e a solidão iludirem você falando que ter alguém resolve seus problemas. Colocar alguém no seu dia a dia sem deixar que esta pessoa entre em sua vida, apenas para ter alguém, é loucura! É um erro. Antes de tudo, você precisa aprender que sua felicidade depende unicamente de você, se você fazer ela depender das circunstancia ou de outras pessoas, você está colocando ela em risco. Jamais faremos alguém feliz, se não estivermos felizes. Andar de mãos dadas não significa que os corações estão batendo no mesmo compasso. Está a procura de alguém por que sua vida esta chata, mude sua vida antes de procurar, arrume a casa para receber a visita. Não faça como a maioria que não mais ama, mas sim, apenas tem medo de ficar sozinho. E afinal, não se escolhe quem amar, você pode sim escolher quem namorar, com quem tentar. Agora, amar é tarefa de um cara independente, mandão, desobediente, mas que bem no fim sabe o que faz, uma cara chamado coração, e na boa, não brinque com ele, pois ele machuca e quando machucado, doí, doí muito.

A literatura é essencialmente solidão. Escreve-se em solidão, lê-se em solidão e, apesar de tudo, o ato de leitura permite uma comunicação entre dois seres humanos.

Não me aproximo porque, veja bem, sabe lá quem habita a tua solidão. Hesito. Recuo. Me afasto tristíssima. E te imagino em poses e sorrisos, voz grave e cabelos desgrenhados, preso nas minhas fantasias mais loucas e movimentadas. Numa delas sou um bichinho invisível, com asas, que adentra tua casa e te observa em segredo. Faço o contorno do teu corpo todo com os olhos, parada contra a parede do teu quarto, imóvel, enquanto tu te atiras na cama. Cansado. Tu olhas para o teto imaginando mil coisas, memórias, compromissos, desejos, saudades. Te fito com dor. A luz do abajur faz sombra na tua pilha de livros, que folheei um dia e quis pedir emprestado mesmo sabendo que não havia intimidade para pedidos. Por razões que desconheço, nossas aproximações foram sempre pela metade. Interrompidas. Um passo para a frente e cem para trás. Retrocessos. Descaminhos. Procuro sinais de algum amor teu. Vestígios de noites passadas. Tu não me vês, estou incógnita a te observar. Como sempre estive, olhando pelas janelas, de longe, coração apertado. Nós poderíamos ser amigos e trocar confidências. Assistiríamos a filmes, taça de vinho nas mãos, e tu me detalharias as tuas paixões e desatinos. Nós poderíamos ser amantes que bebem champanhe pela manhã aos beijos num hotel em Paris. Caminharíamos pela beira do Sena, e eu te olharia atenta, numa tentativa indisfarçável de gravar o momento e guardá-lo comigo até o fim dos meus dias. Ou poderíamos ser apenas o que somos, duas pessoas com uma ligação estranha, sutilezas e asperezas subentendidas, possibilidades de surpresas boas. Ou não. Difícil saber. Bato minhas asas em retirada. Tu dormes, e nos teus sonhos mais secretos, não posso entrar. Embora queira. À distância, permaneço te contemplando. E me pergunto se, quem sabe um dia, na hora certa, nosso encontro pode acontecer inteiro. Porque tu és o único que habita a minha solidão.

O mal do século não é a solidão, nem a Aids, ou os barbitúricos. É achar errado aquilo que a gente acreditava ser o certo.

As vezes vale a pena a solidão,para colocar em ordem o que está bagunçado no coração.

Saudade é solidão acompanhada, é quando o amor ainda não foi embora, mas o amado já... Saudade é amar um passado que ainda não passou, é recusar um presente que nos machuca, é não ver o futuro que nos convida... Saudade é sentir que existe o que não existe mais... Saudade é o inferno dos que perderam, é a dor dos que ficaram para trás, é o gosto de morte na boca dos que continuam. Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade: aquela que nunca amou. E esse é o maior dos sofrimentos: não ter por quem sentir saudade, passar pela vida e não viver. O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido. E disso, meus amigos, eu não posso ser acusado: vivi, sofri, me apaixonei por tudo o que a vida me ofereceu!... Confesso que vivi!

Aguinaldo Silva
na novela Fera Ferida

Nota: Texto muitas vezes atribuído de forma errônea a Pablo Neruda. É uma fala do personagem Poeta Afonso Henriques, na novela Fera Ferida, escrita por Aguinaldo Silva, Ricardo Linhares e Ana Maria Moretzsohn.

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Se o caminho é seu, tropece, caia... chore. Curve-se a solidão quantas vezes for necessário, mas nunca deixe de seguir em frente.

“Quem sabe você me encontre no Whisky que toma, ou na solidão da sala vazia. A questão é que você sabe o caminho, mas insiste em permanecer nesses atalhos que não levam a nada. Pode ser que sofrer seja sua ambição, vai entender...