Poema Sobre Solidão
obra de arte
denota se o ar que dá
puramente até o fim da inocência...
resoluta sob o carma
que desvenda o doce prazer.
aonde esteja o vento que a carrega,
num sentimento algoz
até altruísta,
bem querer que seja.
tua permanência diante o espelho,
demonstra teu encanto, diante o algoz feroz implacável,
nessa que é distancia do amor que desvenda sua nudez,
clara e clássica, reata dores e prazeres,
ao vinho que delicia derramado sobre teu corpo,
vaidades sobre a noite de desejos,
severos coitos que devastam alma.
derretendo seus lábios mordidos.
suores entre as cavas que reluz o ador em gemidos,
cruel repente vaga sinuosamente...
pela escuridão seus desmandos parecem parador
ausente submerso nas tuas entranhas...
virtuosamente para integro da imensidão.
em retalhos murmúrios ao vai e vem
tudo em temperes que dão ao desatino...
sem mais um beijo profundo,
puramente um vulto mais acido...
em lamentos ao luar... sendo singular
deveras a supremacia do encanto,
dama da noite expressa a gloria em curvas deliciosa,
maliciosamente deslisa nos lugares inesperados...
siliciosamente a tormenta torna se seu corpo.
para unica a ausência da luz viaja diante o espaço...
momento que vento sopra tantos suspiros.
amas como amo
error é amar até morrer...
amar por amar e esquecer a vida,
amei enquanto pode amar...
ame e tenha certeza de ser amado.
sois encantadora...
toda noite quero te ver...
tudo desmorona quando outra noite termina.
tantos sentimentos guardados...
que assim tudo passa o coração ainda sangra...
sendo singular a lua chora... por amor...
seus olhos azuis se contrastam com a noite.
na sedução de seus lábios esqueço a vida.
entre esses dogmas da vida...
muitas vezes o amor não basta...
noite de desejo...
sentimentos que desvenda alma
em tantas imagens que diluem no coração,
sob a ilusão teus olhos,
sobre o teto as estrelas
sob mar seu espirito
que paira por cada luz.
do infinitos ao teus lábios.
Posso te amar um pouco mais...
mesmo que morte deseje tanto,
vejo a noite chegar num sonho,
nunca sonhei... e de repente
paira pela minha vida...
estou curtindo suas aparições...
até quando chove perde a importância...
o frio queima como fogo do seu corpo,
em chamas, devora minha alma.
Coração que inspira o ar que respiro.
diante momentos que me delicio...
no profundo do teu ser,
abdico a me abster do mundo...
para obter teu olhar sob a imensidão
dessa vida teu amor perfeito.
Prologo da alma,
rebento da perdição,
dores que se aprofundam
para unica sombras de um sonho,
folgaz as opera da vida que debate...
de tantas formalidades,
magoas que o ar benéfica.
até mais simples dadiva do teu amor.
Sagas confinamento,
desdenho o atroz sentimento...
esconderijo que tão bem aconchegante...
no teu colo tens teu carinho e amor...
parador aos céus se desprende...
no ato maior de benevolência,
clamor tão de repente voa entre pensamentos,
o dia se passa a tua esperança...
da tua graça desejos que são interpretados por sonhos,
ao longe teus olhos que choram...
sendo sutil ate distorção do horizonte foge a mente.
sois a noite e o dia...
entre o vento que sopra
angustia desesperada...
a fome que mata,
desses a mais que ressoam
na tristeza amarga,
se vende o amor,
em tantas madrugas
o desespero e angustia
que reluta no frio tardio
muitas vezes tente acordar,
mais era tarde em um breve estante,
tudo aconteceu,
mesmo ar de solidão se quebrou,
no raiar dado o sentimento vespertino
foi a fragrância da sua essência
que remanesceu diante a tempestade de intrigas,
foi acida tanto quando o beijo que transformou,
numa bela espectadora de ato impensado.
sendo levado brando da escurido
ouvi tão bela quando musica de seu coração,
perpetuo momento que se dissipou...
ao ar da sombras devendo um mundo...
reciproco nas centelhas do fogo que a consome,
passos curtos que se tornam pó entre margens do caminho,
são memorias que se arrastam mera certeza que esvoaça
entre as linhas da vida se esparrama no teu coração.
cadáver
soneto profundo
que mergulha
no profundo
do seu ser
necrofilia
te amei ate morrer
coloque seu corpo
numa estante que queimou
quando lhe disse meu amor.
estava bêbado
lendo destino tortuoso
e deu boas vindas
a teu fim quando se deu
num abraço,
e ouviu o catar da cotovia
se deu conta que musica que tocava
terminou quebrando o disco,
de tantas vaidades
o refresco foi deixado ate moscas morrerem...
sob luz de velas morre um pouco cada dia,
tantas parcelas de culpas,
que noite tem tantos sentidos.
morte em tantas madrugadas,
sonso afio em tuas mortalhas,
morre quando dia parece ser único,
balelas sono profundo que decompõem...
musica chorosa que ilude e magoa,
o frio do teu corpo, deixa me viajar
tão zonzo em beira de mar,
morte estivadores de livros queimados,
sórdidos sejam por pernoitar,
lábios roxos embora morta
respira o sonhos dos deuses,
noite a fora sendo forasteiro,
bem com gargalho de corvos
que revoam teu corpo inerte...
ao mel que escorre sobre sua sombras
dando ao mármore um novo tom,
os cinquenta tons de cinza devastaram sua vida,
lhe deram motivos para amar...
embora seja cruel a realiza sempre te amei.
Tem gente que vai,
Tem gente que fica,
Tem gente que está presente,
Mesmo ausente em nossas vidas.
Tem gente que a gente sente,
Na hora da despedida,
Que fica gravada na mente,
Sem jamais ser esquecida.
Eu sinto porque foi embora,
Mas resigno em pensar,
Que talvez uma outra hora,
Tu quem sabes pode voltar.
E sei bem que estarei,
Pronto pra quando chegar.
Confidente
Da minha janela
Olho para além do céu estrelado
Contemplo a lua cheia
Linda e radiante
Estás tão distante
Ao mesmo tempo
A sinto tão perto
E não posso tocar-lhe
Lua, lua, lua
Não contes
Meus segredos
Que a ti são revelados
Sei que me compreendes
Minha eterna confidente
Que acalenta minhas
Noites inacabadas
Quem me dera
Quem me dera voar como a águia... esquecer que ao longo da vida perdi algumas penas e outras que foram arrancadas
Quem me dera contemplar a aurora do amanhecer a beira de um penhasco onde nasce a flor rainha do abismo
Quem me dera sobrevoar o oceano acima das nuvens escuras onde o céu permanece azul e o sol radiante
Quem me dera despender das velhas penas, bicos e garras curvadas e voar sem destino pré definido
Quem me dera cruzar o céu ao som da brisa suave, bailar e cantar a mais bela canção
Quem me dera alçar voo ao seu lado sem olhar para trás... pois o universo é pequeno e a vida curta demais
Quem me dera, quem me dera
Se permitir abrir suas asas
Se permitir ver a vida além do horizonte
Se permitir um novo caminho
Se permitir uma nova história
Se permitir voar ao meu lado
Quem me dera, quem me dera
Amor, amor, amor
Será que o amor existe?
Ou apenas em poesias e contos de fadas?
Se existe, porque ele é efêmero?
Porque o amor machuca?
Será que o amor é para todos?
Ou poucos para o amor?
Talvez o idealizo demais
Tipo Romeu e Julita
Amor eternizado por shakespeare
Amor, amor, amor
O que será o amor?
Tangível, intangível, louco, sublime...
Amor que nos eleva
Ao céu e ao inferno
A confiança e a dúvida
Amor que as diferenças atraem
Com o tempo as diferenças
Questionam o amor
Mesmo com tantos questionamentos
Me pergunto o que seríamos de nós
Se não existisse o tão questionável amor
O amor que nos eleva
Ao céu e ao inferno
A confiança e a dúvida
Amor, amor, amor
Será?
É madrugada
A lua sussura-me algo
Porém o vento dispersa as palavras no ar
Não permite que eu as ouça
Será que a lua também conversa contigo?
Diz-lhe o quanto te amo...
Diz-lhe que nas madrugadas corro para a sacada imaginado que está vindo ao meu encontro...
É madrugada
A lua sussurra-me algo
O vento já não se importa
Meu coração chora ... chora a sua ausência
Me diz
Reamente existe ou será fruto da minha imaginação?
Nos meus sonhos és tão real
Do nada invade minha mente, meu coração, minha alma
Por onde andarás ... sinto que existe em algum lugar
Quem sabe vagando em algum relacionamento vazio e exausto de me procurar
Tenho te procurado a cada segundo, dias, meses e anos
Meus dias e noites são longos e vazios
Despertar é doloroso e adormecer traz um breve descanso da procura implacável por você
És tão real quanto o vôo de uma águia
e abstrato como a brisa do mar
Nos meus sonhos, sinto que está chegando...
Reamente existe ou será fruto da minha imaginação?
Me diz
De dentro das possibilidades, o limiar do meu ser,
transcende o sentimento do destino que tenho,
acredito que o ápice do horizonte seja um evento
aparentemente exposto no poder.
as vezes palavras não são o suficiente,
num mundo obscuro para o equilíbrio.
cito minhas lagrimas
e sentimentos profundos
tais coisas que vivo e respiro
as vezes me sinto escravo delas
a liberdade tem preço alto,
mais pagável.
inúmeras vezes senti o amor
e muitas vezes encontrei decepção,
então se tornar se calejado é abito.
