Poema Sobre Solidão

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Me deixe quieta com a minha solidão
A vida é minha e também meu coração
E se você já encontrou a sua parte
Me deixe em paz atrás da parte que me cabe.

TECENDO ESTRELAS DE VAN GOGH

Estrelas escorriam da tela,

na solidão do museu.

Aparei gotas de céu em minhas mãos.

Enovelei-as.

Possui por um tempo,

Estrelas abrasadas de loucura

e o azul mais azul que pode o azul ser.





Museu de Nova Iorque

em delírio.

Corre-corre. Alarmes. Vigias.

Não revistaram minhas mãos.

Um céu enovelado que me aquece

e apaga – primaveras sem teus beijos,

invernos de angústias.





Teci um manto azul

de estrelas emaranhadas,

um manto enfeitiçado.

Das estrelas da noite do artista.

Tenho mãos de fada.

e tenho tanto amor,

quanto estas estrelas deslumbradas.





Quando chegar aquele que amo.

Com seus olhos

que são para mim, música;

e para outros, mel.

Quando ultrapassar a escura porta

e se quedar no branco leito.

Eu o cobrirei com o céu.

Terna amiga Solidão,
tu que se faz tão presente em momentos de ausências,
que és tão verdadeira em falsas verdades, que se expressa tão bem mesmo não falando nada,
companhia inexistente que afaga o improvável.
Boa noite velha amiga de todas às horas!

Essa multidão semeia solidão
Nossa felicidade depende da opinião de um desconhecido?
Te aconselho a ficar offline
A revolução não vai aparecer na sua timeline

Rosa branca...
-Quero paz!
Rosa vermelha...
-Escondo a solidão!
Rosa cor de rosa...
-Me dê um abraço!
Rosa roxa...
-A saudade mata!
Rosa mesclada...
-Choro baixo.

Seja o amor profundo em minha vida,
a solidão que ressenti a aurora,
que se rompi na madruga,
em brumas que desdem a magia da alma
que aflora a natureza
sendo boa ou má vorazmente
representa seu amor selvagem
na voz do vento e do luar,
beleza que desabrocha
entre os carvalhos o orvalho
da manhã, esperança do amor,
divino como luz que paira pelos montes...
dando formas e jeitos a sua alma,
sentido do profundo desejo
que se espalha pela terra...
doce destino te conhecer...
sobre tudo o nada,
o vazio que paira sobre flagelos
os sonhos que os tenho
como as águas dessa cascata
reputo cada emoção
que se passa em meu coração
ainda á tenho momento por momento
vento que sopra sem destino,
as vezes esbraveja sonhos,
derruba coisas espero durar para sempre,
então vejo um recomeço,
singular na solidão, esbravejo
e bocejo pois então sonho mais uma vez.

Venha sem chão me ensina a solidão de ser só dois
Depois te levo pra casa
Que o teu laranja é que me faz ficar bem mais

Chega uma hora em que a solidão que o outro lhe dá, bate com a sua falta de vontade de permanecer. E é nesse instante que chega a hora de ir embora. Porque nem a presença inteira e crua iria satisfazer ou caber nesse infinito que se criou na espera. E esse todo, que até então era tanto, torna-se nada.

Quantos silêncios cabem no sentimento de não sentir nada?
Mais nada?

Saí a procura de uma estrela pra te dar, e revirando o espaço perdido, na solidão do infinito.. . Esta estrela eu procurava, Queria brilho, queria poesia, queria que tivesse cor e fantasia, Todos juntos em plena harmonia, Procurei por todos os cantos, em todos os encantos e em toda rebeldias, Procurei no dia-a-dia, nas andanças, nas esperanças, uma estrela, que fosse forte, que te desse sorte e que te fizesse sonhar, Mas eis que um dia (em meu sonho) eu a vi chegar, E num olhar encontrei tua estrela, Ela estava em você ! Com todas as suas cores, em todos os seus amores, dentro do teu olhar, E a sua essência, está na inocência deste teu sorriso claro, como o brilho raro que é: VOCÊ

Recebi do meu Amigo Black Hawk

Irmãs de criação

Rosa Pena

Saudade e solidão
Coloridas com a mesma tinta
Distintas só pelas sombras
Que uma na outra pinta.

A SOLIDÃO

Eu escutei uma canção que falou muito ao meu coração, dizia que a solidão é fogo, a solidão devora, é amiga das horas, prima-irmã do tempo, que faz seus relógios caminharem lento causando descompasso no meu coração.
O que diria eu dessa canção!
Diria que a solidão é realmente fogo, fogo porque nos atormenta, por que não encontramos nela alguém para refrigerar o nosso coração com palavras suaves.
Realmente a solidão é fogo que nos faz deixar em cinzas, nas cinzas da concepção. Eu devia também como a canção que ela devora, devora o que temos de bom para da ao nosso próximo, devora a capacidade de sociabilização com nossos amigos, parentes e irmãos, dura solidão, como diz a canção amiga das horas prima-irmã do tempo.
Certamente quem vive em solidão caminha por uma estrada que não chega ao fim, os momentos que passamos em solidão é como uma eternidade vivida em momentos finitos que parecem não ter fim, finalmente a solidão causa um descompasso no nosso coração, que canção, realmente a solidão causa um descompasso no nosso coração, que canção, realmente a solidão rasga o nosso coração, entristece a alma, tira os sentidos das emoções, como é cruel essa tal solidão.

Mais fiel que a nossa sombra
é a nossa solidão.
Jamais nos perde de vista
no meio da multidão.

É a nossa alma gêmea?
É o nosso anjo da guarda?
O xifópago invisível?

Ninguém viu a solidão
que nasceu quando nascemos.

Em cada homem que morre,
morre a gêmea solidão.

A solidão me fez poeta.
Ou então eu penso ser.
Escrevo coisas bonitas.
Que não consigo dizer.
Coisas belas que na mente.
Ficam guardadas, contidas.
Que só com a mulher que amo.
Elas serão divididas.

És tristeza.
És solidão.
És dor.
És fraqueza.
És amargura.
És rancor.
És a Morte.
És o Fim.

Bebo ao lar em pedaços,
À minha vida feroz,
À solidão dos abraços
E a ti, num brinde, ergo a voz…

Ao lábio que me traiu,
Aos mortos que nada vêem,
Ao mundo, estúpido e vil,
A Deus, por não salvar ninguém.

Titanic

Na imensidão gelada da solidão,
há uma chama ardente,
embora pequena,
essa chama é o amor, de um homem gelado no frio,
no frio da saudade.
A dor é insuportável.
É como vários punhais perfurando o seu corpo que
aos poucos vai congelado,
até a última gota de sangue,
então começo a chorar,
uma voz longe e eu a te chamar,
mais você não responde,
você agora é uma pedra de gelo,
morto; perdido no mar sem fim,
eu apenas a esperar a morte ou a vida,
o meu retrato a tempos perdido agora
encontrado, me lembra o passado,
me lembra o nosso amor,
o amor de um titanic num oceano de um coração
e na memória de cem anos de uma velhinha
eternamente apaixonada.

SOLIDÃO: UMA NOITE ETERNA

Os dias estão se passando... as noites cada vez mais se tornam amáveis, meu quarto então... o meu melhor amigo, o único que me conforta com seu silêncio, meu travesseiro, um ombro para muitas lágrimas... Há uma guerra agora, não feita por homens, mas interna,(e intensa) sentimentos opostos batalham, os soldados da tristeza ganham mais campo, mas não posso deixar, não estou só (certeza tenho), porém, a posição que cada vez mais toma forma e permanece inalterável é: ser só, por que eu quero chorar? Por que a solidão é a minha mais fiel companheira? (rumos de uma convicção certa: sonhos vazios, um quarto triste, mais uma noite sem fim).

Solidão, fragilidade e afins.

É horrivel quando se é tão sensível, qualquer coisa te machuca, qualquer rejeição, qualquer crítica pode acabar com o seu dia. E depender de pessoas que nem se importam com você pra ter um dia agradável, é loucura. Sim, loucura. Eu penso nas milhões de coisas que eu queria mudar em mim, como não confiar nas pessoas rapidamente, não me apaixonar fácil, e isso acontece justamente porque preciso, preciso tanto de alguém em que possa confiar, então me iludo, colo na face de qualquer um que me dê um fio de esperança, a imagem da pessoa confiável que procuro. Bom, o que acontece é bem previsível: decepção, desilusão, mas quando digo essas palavras você imagina algo enorme, e não é, são coisas tão ínfimas, que me deixam de coração partido. Tenho um humor tão, tão frágil, sou tão difícil de lidar. Sou como feita de cristal, é preciso muito cuidado, me quebro fácil. Mas não há ninguém que se preocupe nos milhões de pedaços em que ficarei, ninguém cuida, ninguém mima. É preciso que eu me cuide sozinha, sim, é preciso. Queria ser como aquelas garotas de corações partidos que de tanto se quebrarem viram gelo, não amam, não sentem, sim, nada me abalaria. Estou cansada, tão cansada de me iludir, me decepcionar, me iludir, me decepcionar, e me iludir mais um vez. Garota, as pessoas não não se importam, ponha isso na sua cabeça, elas não se importam se te machuca ou se te faz ficar triste. Não há amor, você está só, e é preciso seguir em frente.

Solidão, quem pode evitar?
Te encontro enfim
Meu coração é secular
Sonha e desagua dentro de mim
Amanhã, devagar
Me diz como voltar

SOLIDÃO
Assim é a vida...
A pior solidão é aquela sentida em meio à multidão.
Multidões de obrigações, multidões de stress, multidões de ausência.
Resumo: antes sentir-se só estando só realmente.
Indago: Dividir a vida? essa divisão muitas vezes é só matemática barata. Com tantos erros, que no balanço final; aquele feito pelo resta um, cujo o resultado a calculadora financeira não computa o déficit sentimental.
Divide-se tudo, subtrai atenção, subtrai carinho, subtrai alegrias. Enfim morte Súbita e trai-se tudo.
Os Princípios básicos do relacionamento é traído pela mesmice hipócrita que só ofusca a visão do futuro.
Tira o brilho, apaga as cores, de uma vida que "ANTES” mesmo que solitária, poderia ter mais sabores.
E assim é!
A maturidade me permite olhar com menos ilusões, aceitar com menos sofrimento, entender com mais tranquilidade. Suponho que me entender não é uma questão de inteligência, e sim de sentir. Por que há tanta dificuldade em encontrar alguém que fale e se exponha nessa linguagem? Não quero dialogar com livros, nem com letras de música, quero alguém real cujo a conversa me cative e me agregue mais sentido na observação interior. (... .., ...)
O que se opõe ao descuido e ao descaso é o cuidado. Cuidar é mais que um ato; é uma atitude. Portanto, abrange mais que um momento de atenção. Representa uma atitude de ocupação, preocupação, de responsabilização e de envolvimento afetivo com o outro. Já cantava alguém esse verso “É a verdade o que assombra, o descaso o que condena, a estupidez o que destrói. Eu vejo tudo que se foi E o que não existe mais” De outra forma concluo que o amor nasce pelo acaso e se acaba pelo descaso. Não é um jogo de palavra sem sentido, mas o próprio sentido em jogo.
Quando do meu sorriso não ser mais consequência da sua alegria, será então, da minha tristeza consequência do seu descaso