Poema sobre Pássaros
Perdidamente confusa como pássaros voando de um lado para o outro em busca de um pouso seguro durante a tempestade.
Os pássaros cantaram cantarolando de noite e dia que fez eu perceber que toda parte de um início terá um fim hoje estou aqui fazendo um propósito promissor que ao invés de você se sentir presa comigo seja bem vinda a liberdade na verdade quero que seja raridade as noites que vamos passar algemados tiro a tranca da porta deixou aberta para quando você quiser partir vou estar aqui na espera de você não querer desistir de viver um sonho de romance fictício além de viver sobrenatural será indescritível os nossos no momentos a ultrapassar o universo do espaço do seu sorriso vejo que é instantâneo e confesso que de todas as estrelas do universo o que mais me fascina é ter uma foto nossa na minha gaveta nem Veneza tem tanta realeza do que reina sobre mim é sua pose de Monalisa que é uma pintura de valores inestimável favorável é acordar todos os dias tendo a certeza que o sentimento dentro de mim é indeterminável que faz um coração sofredor transborda amor e por você sempre será motivo de presságio uma visão de um futuro que não é pleonasmo expressando o que vai ser alcançado e passeando sobre águas amargurada aqueles pássaros cantou o que é o verdadeiro sentido de compaixão e através disso fiz o que está dentro de mim bombeando uma explosão de pulsação das batidas do meu coração em fazer meu mundo hoje ter um único direção que é caminho da sua feição e atração é admiração de eu estar vivendo hoje uma verdadeira paixão.
Toque-me no perfume das flores, no voo dos pássaros, no teu mais íntimo sentir, na profundidade da alma que inspira amor. Toque-me no teu querer que acolhe descobertas até então perdidas, na vontade que chega sem alarde e altera o curso da história, na suavidade dos sentimentos livres que resolvem ficar. Toque-me no olhar que fala e no calar dos gestos que diz ao tocar, na procura de mim em ti e de onde nunca te deixei partir. Toque-me e junte os fragmentos, cacos de mim espalhados pelo vento, ao labor do tempo, entregues à solidão. Toque-me sem explicação e sem entender, onde as regras não existem e a vontade de amar vai além de mim, vai além de ti. Toque-me com a paz de quem ama, com o fervor das paixões e com a busca da vida, encontrando a eternidade em nós.
Dou-te a mão da verdade, da esperança e da coragem e levo-te comigo no voo dos pássaros para o mundo onde está a voz da vida.
Pensamentos são como pássaros que insistem em pousar na nossa cabeça. A permissão ou não é a nossa decisão!
Dormir na rede apreciando a noite e a luz que dança no céu. No dia seguinte, acordar com os pássaros em lua de mel.
Podem crer, até os pássaros fazem isso. Aos sentidos do divino, agradecê-lo é como a mais bela música que soa em nossos ouvidos.
Ponho a pensar como os pássaros que são livres e uma das suas maiores metas é voar o mais alto possível para se sentir feliz, e representam essa felicidade diariamente com seu canto esplendor que conquista a todos, um canto natural que soa com a simplicidade de uma vida que só quer sentir o vento em seu corpo e nos dias de chuvas se acomodam em árvores dando um tom de mistério, sábio seria o homem se seguisse forma de vida de um pássaro para seu dia- a- dias.
São as flores que te abraça, são os pássaros que te canta, são os rios que te banha, o mato que te veste...e eu, a mulher que te ama.
Sou um amante confesso. O canto dos pássaros, a senhora que pede dinheiro na passarela ou mesmo o vento fresco que me abraça quando o calor parece vencer a disputa. Amor é meu combustível, o sentido que dou a vida. Sem ele não conjugamos os verbos ACREDITAR, COMPARTILHAR e RESPEITAR. Você já amou hoje?
Ouça o vento tocando as folhas, o canto dos pássaros, o tagarelar das crianças. Descontraia e se divirta muito. Não deixe sua vida girar em torno de uma coisa só.
Marilina Baccarat de Almeida Leão
Na poesia não há limites...pensamentos voam como pássaros em liberdade, lua dança agarrada ao mar, beijos são trocados sobre o vento, eu e você rolamos sobre areia, corremos rio adentro, nos tocamos feito música...violão, piano, violino são testemunhas dos nossos desejos, das loucuras que sonhamos...verdes, campos...flores nos perfumam. Na poesia não há limites, tudo é infinito, nada é proibido...tudo acontece !
E ao longo desta estrada encontrei muitos pássaros mortos...eles já não balançavam suas asas, pois de tanto sacudi-las em vão, caíram sobre o pó de giz e de lá saíram acreditando ser apenas pó e só lhes restaram um soluço que ao cair da tarde vira lamento e arrependimento!
"Era de manhã. Não havia maldade. O sol tilintava. A brisa assoprava. Os pássaros cantavam. A água corria por entre as fontes e a nascente brilhava. Fixou-se em seus olhos. Como se nada acontecesse, como o vento, ou mesmo a brisa, como uma serpente, uma víbora, um pecado, um sinistro movimento, sobre as trevas do medo e do inconsciente, sob as luzes da vida, num acorde de instrumento... Lá estava. Um filete – marulhando. A tentação lhe invadindo... Sol após sol. Quando a lua surgia, encontravam-se de novo, desastrosamente, no quarto".
quebraram-se as nuvens, o chão ficou molhado de giestas, imóveis os pássaros no vidro quebrado dos meus olhos permanecem ainda na memória d'outras primaveras...
