Poema sobre Existência
Tu és como um trevo de quatro folhas,
pois rara é a tua existência,
provocas sorrisos e esperanças se renovam
com uma resplandecência
fascinante
que deixa a noite ainda mais encantadora
tanto que a lua torna-se coadjuvante,
mas acredito que nem deve se importar,
pois, contigo, ela também se encanta
e, assim, com o teu fulgor, podes brilhar.
“Entre o silêncio e o caos, existe quem busca sentido:
Fé, moral, existência e os mistérios que inquietam a alma e provocam a mente.”
"A vida sem Deus é uma existência árida, desprovida de significado e destituída de qualquer propósito."
(ver Salmos 36:9 e Colossenses 1:16-17)
Não Ceder
Há momentos na existência humana em que a mente se vê pressionada por forças tão sutis que quase passam despercebidas. Não é a violência das circunstâncias que nos desvia, mas sim a suavidade com que certas inclinações se insinuam no pensamento.
Ceder, nessas horas, não é um ato repentino: é um deslizamento gradual da vontade.
A verdadeira questão não reside na tentação em si, mas na arquitetura interna da consciência.
O indivíduo que deseja preservar sua integridade precisa compreender que cada impulso é uma interseção: de um lado, a gratificação imediata; do outro, a permanência de si.
O erro humano não se manifesta como monstruosidade, mas como consentimento —
um consentimento silencioso, quase matemático, em que o sujeito calcula mal as consequências e superestima o instante.
Não ceder, portanto, não é uma negação do desejo, mas uma afirmação do eu.
É a mente lembrando ao corpo que existe continuidade, que cada escolha forma uma linha que se prolonga no tempo, criando inevitavelmente uma figura moral.
E quando alguém se mantém firme, não o faz por moralismo ou rigidez, mas pela compreensão profunda de que a paz interior não nasce do prazer passageiro, e sim da coerência das próprias decisões.
A consciência, quando alinhada consigo mesma, produz uma espécie de silêncio luminoso —
uma clareza que nenhum arrependimento posterior consegue oferecer.
Assim, resistir não é violência, mas preservação;
não é ausência de sentimento, mas respeito pela própria narrativa.
E, sobretudo, é a ciência íntima de que aquilo que se constrói com lucidez não deve ser sacrificado ao que só existe no breve instante da tentação.
A dor invadiu minha existência sem pedir licença, ocupando os espaços que antes eram leves e despretensiosos, mas foi nesse desconforto agudo que descobri uma verdade libertadora: sobreviver é, em si, a forma mais crua e honesta de reconstrução. O que foi quebrado não perdeu a utilidade, ganhou a estética das cicatrizes que o tempo não apaga, mas ensina a usar como medalhas de um combate que poucos teriam estômago para enfrentar.
- Tiago Scheimann
QUANDO A PORTA SE ABRE PARA A ESPERANÇA.
Há momentos na existência humana em que o espírito sente-se cercado por sombras interiores. As perdas, as frustrações e os silêncios da vida parecem fechar todas as portas da esperança. Contudo, no ensino luminoso de Jesus, encontramos uma das promessas espirituais mais profundas já pronunciadas.
No Evangelho segundo Evangelho de Mateus capítulo 7 versículo 7 lê-se.
"Pedi e dar-se-vos-á. Buscai e achareis. Batei e abrir-se-vos-á."
Essa tríplice exortação possui um sentido progressivo e profundamente pedagógico. Não se trata de mera fórmula devocional, mas de um método espiritual. Primeiro o ser humano pede reconhecendo sua necessidade e sua humildade diante da Providência. Depois busca, o que implica movimento interior, reflexão e transformação moral. Por fim bate à porta, gesto que simboliza perseverança ativa na fé.
O mesmo ensino reaparece no Evangelho segundo Evangelho de Lucas capítulo 11 versículo 9 reafirmando que a espiritualidade não se constrói pela passividade, mas pela confiança persistente no amparo divino.
A tradição cristã sempre interpretou esse ensinamento como uma lei espiritual de reciprocidade entre o esforço humano e a misericórdia divina. Aquele que busca com sinceridade acaba por encontrar caminhos que antes pareciam invisíveis. Quem bate com perseverança vê portas abrirem-se onde antes havia apenas silêncio.
Assim, quando o coração imagina que tudo está perdido, a mensagem do Evangelho recorda que nenhuma noite espiritual é absoluta. Há sempre uma porta invisível esperando o gesto da fé.
Porque o espírito que continua a bater, mesmo em meio à escuridão, já iniciou o caminho pelo qual a esperança inevitavelmente retorna.
"Apreciar é como folhear as páginas da própria existência — cada instante lido com calma revela que a beleza não está no final da história, mas nas entrelinhas do agora."
Luzíria Amarante
A tolerância da existência
Somos objeto de estudo?
Somos dinossauros, pois tudo que criamos é simplicidade e já foi criado.
Todas as ideias já foram pensadas por outros pensadores.
Somos alienígenas numa alienação parental.
Para poucos, ousamos ser cegos, pois a inércia te torna feliz até morrer.
A síndrome do corpo vazio.
Sem elementos de vida emocional.
A existência tornasse algo atroz de disatinos assim vemos aglomerados vertentes.
A simbiose da superação juntamente com caminhos da luz celeste.
Vemos que podemos superar antigos conceitos para novos horizontes libertadores.
Canibal e fome de viver.
Existência social labirinto moral
Aonde esteve para viver comendo.
Obras do capitalismo...
Mais canibal tem fome.
A carne está cara
E tendência e ser vegano...
Morrer de fome antes era roer ossos clareza da mente torna se reeleição do relativismo.
A fome foi enganada por um pouco de ração.
Coexistência na alienação intelectual e a existência caótica da sub existência.
Deformação da orientação conectiva é oriunda da ignorância?
A falta de recursos e oportunidades transforma a alienação intelectual em conflitos sociais?
Somos objeto de estudo de passado esquecido e muito lembrado pelas fakes news.
Como alienação intelectual e social faz um homem ser presidente de uma nação.
E como leis da repressão transformou fila da fome para osso para todos...!
Parecia que ditadura era algo morto no passado. Mas vivido nossas memórias..
Sera alienação intelectual e social tara novos capítulos da natureza pura e relação do manifesto sou culpado por minha alienação.
O louco e realizações notáveis da existência da caveira.
Ossos para quem tem fome
Não alimente os frutos da sociedade.
Transformação do ambiente social .
Pois centro estendido é retrato do relativismo brasileiro.
A insanidade não é simplicidade criar novos campos de abandono.
É cuidar da mente da sociedade
Mesmo caótica da metáfora o louco é o alienado e suas grandezas na gaiola.
Nenhuma novidade a extinções das etnias indígenas.
Nasce sem direito de existência...
Sem um registro de nascimento apenas roda pe de notícia.
Os indígenas são expostos e apagados da história,
A velha história terras griladas, animas mortos a quebra da teia ambiental.
As famílias indígenas são parte do equilíbrio natural, mesmo assim continuamos com exploração de terras...
E alienação da toca de utensílios continua, a terra morre...
Os coronéis de terras continuam a devastar a floresta e planeta.
As queimadas e fabricantes de carvão...
Para lembrar no churrasco de final de semana o quanto o valor do planeta e válido. As associações e ONGs de proteção ambiental. É apenas politicamente correto, enquanto a floresta morre e indígenas desaparece...
Sem nenhuma culpa é simplicidade uma questão de lucros e sobrevivência?
Parece cruel desumano?
Esta parte da gaiola brasileira que ninguém saber.
A cripita da existência contemporânea.
Cegos pela inteligência artificial, o intelectual sendo sensatez perdida pelas fakes news e seus bots...
Somos livres
Somos filhos da democracia.
Atotados pelas escolhas.
Somos absorvidos pelo capitalismo.
Poesia morreu diante das letras perdidas.
A alienação intelectual afetou a todos.
Somos frutos da manipulação.
O propósito de existência contemporânea no problema dos três corpos
Relativismo na profundidade do propósito individual cada um resuluta a funcionalidade da sua existência.
As decisões do políticamente correto...
São derputado pela ilusão da alienação virtual...?
O raciocínio foi substituído por uma IA ?
Todas ideias são do GTP
Uma calculadora substitui um matemático.
Fakes news e deepfakes são novos operadores do caos caótico da politica?
A existência do seu ser se compara a alienação do firmamento.
Seus pensamentos são condenados num mundo de exclusão.
A tendência da mente se tornar realidade coletiva.
Com rebeldia e maravilhoso questionamento a realidade ambígua e obscura se revela diante ignorância.
Projeções da moda se dão na linha da evolução humana.
O sentido da existência tornasse únicas ... ( no espaço translúcido obtemos a consciência dda essência humana.)
Sonsa luz na calida resiliência.
O exato momento irônico e que observamos o abismo da existência.
Entre sentimentos dos eventos somos conivente ou pobres no espírito...
Mas, transcendência uma parte do ser humano. E compreender o que somos diante da adversidade.
Temos a esperança no futuro...
Por Celso Roberto Nadilo...
Ecos da alma
Coexistência temporal
A consciência é parte da existência?
A teoria do vórtice.
Seria a elipse do próprio apogeu?
Tantas perguntas...
No máximo achismo...
Um novo começo?
No espaço translúcido ha uma perfeição?
Entre o deslumbre do próprio caos
Pode se predomina a existência de dois seres no mesmo espaço?
Vemos a virtude julgada?
Seria o fluxo interessante...
A viajem a lua muda algo na sua existência?
A Terra sendo redonda muda algo?
A vida de um ser alheio a sua vida vai mudar algo...?
Enquanto trabalhamos pegamos ônibus, dirigindo para trabalho ou vamos estudar, so que seremos nada mais do que parte do coletivo... sombras um caminho sem rumo...
Mais quando somos parte da história pagamos o preço mais somos descrito da página descrita na história.
A tua existência
sobre a minha
sem resistência
faz residência
no florescimento
dos Garapuvus
de Florianópolis
como residência,
Por isso não há
nada no mundo
que plante a ideia
de desistência,
O meu coração
tem raízes na terra
e no teu peito
com plena consistência,
E da mesma maneira
a utopia elegida,
o romance e a consciência.
